Perfil

Advogado - Nascido em 1949, na Ilha de SC/BR - Ateu - Adepto do Humanismo e da Ecologia - Residente em Ratones - Florianópolis/SC/BR

Mensagem aos leitores

Benvindo ao universo dos leitores do Izidoro.
Você está convidado a tecer comentários sobre as matérias postadas, os quais serão publicados automaticamente e mantidos neste blog, mesmo que contenham opinião contrária à emitida pelo mantenedor, salvo opiniões extremamente ofensivas, que serão expurgadas, ao critério exclusivo do blogueiro.
Não serão aceitas mensagens destinadas a propaganda comercial ou de serviços, sem que previamente consultado o responsável pelo blog.



sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Australiana defensora dos partos caseiros morre em casa após dar à luz


Filha sobreviveu
Lovell, de 36 anos, morreu de complicações cardíacas
Lovell, de 36 anos, morreu de complicações cardíacas (Foto: DR)
 Caroline Lovell passou metade da sua vida a lutar para as mulheres australianas poderem dar à luz nas suas próprias casas. Ironicamente, morreu em casa, após o parto da sua segunda filha.

Lovell, de 36 anos, morreu de complicações cardíacas depois de dar à luz a filha Zahra, que sobreviveu.

Quando foi levada para o hospital, no passado dia 23 de Janeiro, os médicos de Melbourne já não puderam fazer nada pela parturiente.

Uma das parteiras que ajudou Lovell no parto assegurou que a causa da morte poderá ter estado numa hemorragia, mas o sucedido ainda está a ser investigado pelas autoridades.

Este incidente reabre a discussão sobre os partos caseiros. Caroline Lovell tinha passado boa parte da sua vida a pressionar o governo australiano para dar ajudas estatais às mulheres que querem ter os seus filhos em casa.

“Pessoalmente estou muito surpreendida e envergonhada que o parto em casa não seja uma livre escolha da mulher que quer dar à luz no seu ambiente natural”, escreveu Lovell numa das muitas cartas que, durante a sua vida, enviou ao governo australiano, cita o “Daily Mail”.

A australiana queria, entre outras coisas, que o governo prestasse ajuda às parturientes enviando parteiras especializadas a casa. “A vida está em perigo sem a ajuda de parteiras adequadas enviadas pelo Estado”, defendia Lovell, que argumentava que essas mulheres precisavam de ter protecção legal por parte das autoridades. 


Fonte: PUBLICO (Portugal)

Nenhum comentário: