Após protestos do
Centro Simon Wiesenthal, o site de compartilhamento de vídeo remove uma
série de 10 clipes com animações antissemitas que zombam das seis
milhões de vítimas do genocidio Nazista durante a Segunda Guerra
Mundial.

Após protestos do Centro
Simon Wiesenthal, o YouTube removeu uma série de 10 clipes animados
antissemitas que negavam o Holocausto, dizendo que os vídeos estavam em
violação da política do site que proíbe o discurso do ódio.
Os vídeos são versões
animadas do livro notório iraniano de 2008, que traz em seu prefácio
"denunciar a mentira evidente de assassinato planejado (sic) de seis
milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial, supostamente chamado
de Holocausto” e ainda completa que “A mentira é tão óbvia que não há
necessidade de qualquer explicação adicional”. “Esta é a mentira contada
pelos ocupantes sionistas, na Palestina, para justificar sua ocupação
e muitos de seus crimes”.

Os vídeos do YouTube podiam ser acessados através do site holocartoons.com, uma pagina que inclui versões para download do livro original de 2008, em persa, árabe, inglês, espanhol e francês. As charges zombam das seis milhões de vítimas, do genocidio nazista, durante a II Guerra Mundial e mostram “judeus demonizando” o mundo e o Estado de Israel.
O Centro Wiesenthal elogiou a atitude do YouTube na remoção das caricaturas animadas de ódio, disse o rabino Abraham Cooper, diretor associado das principais ONGs judaicas de direitos humanos: "Este regime de ódio não conhece limites quando se trata do povo judeu, da nossa fé e história”.
No mês passado seguindo um pedido do Centro Simon Wiesenthal o Facebook imediatamente removeu uma página antissemita, postada do Irã, que estava repleta de ameaças de genocídio e calúnias contra Israel, o povo judeu e o judaísmo.
Fonte: http://www.ruajudaica.com/
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