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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Rússia criará 'internet independente' para Brics



03.01.2018 | Fonte de informações:
Pravda.ru




Decisão é resposta a ameaças na World Wide Web, mas especialistas são céticos quanto à possibilidade de se criar rede totalmente autônoma.

O Conselho de Segurança da Rússia encarregou o Ministério das Comunicações e o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia de iniciar uma discussão entre os países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) sobre a criação de um sistema de servidores raiz do DNS (do inglês Domain Name System, um sistema de gerenciamento de nomes hierárquico e distribuído para computadores conectados à internet) próprio.

De acordo com o documento, citado pelo jornal econômico russo RBC, o sistema "será independente do controle de [organizações internacionais] ICANN, IANA e VeriSign, e poderá atender às necessidade dos usuários dos países do Brics em caso de falhas ou ataques direcionados".

O protocolo da reunião do Conselho de Segurança foi assinado em 5 de novembro pelo presidente russo Vladimir Putin.

"O aumento das capacidades dos países ocidentais na realização de operações ofensivas no espaço da informação é uma ameaça séria para a segurança da Rússia. Os Estados Unidos e os países da União Europeia continuam a dominar na gestão da internet", lê-se no documento.

A Rússia afirma que o papel dos governos na gestão da internet deve ser claramente especificado e não pode ser meramente consultivo, segundo declaração à BBC do assessor do presidente russo, Ígor Schegolev.

Mass especialistas do setor de tecnologia e informação são céticos quanto à possibilidade de criação de um sistema próprio de servidores DNS do Brics.

O representante do Centro Técnico de Internet (TCI), que suporta a estrutura do DNS da Rússia, disse ao jornal RBC que a criação de um sistema do gênero é impossível, já que o sistema de nomes na internet é "hierárquico e só pode ter uma raiz".

"Na internet de hoje, é impossível adquirir autonomia completa. Todas as informações nos servidores-raiz são distribuídas de um único ponto, o IANA (da sigla em inglês, Autoridade para Atribuição de Números da Internet). Assim, a criação de um sistema de servidores-raiz independentes de administradores internacionais significa a criação de uma internet alternativa, independente da rede existente", disse.

Em 2014, o Ministério das Comunicações da Rússia testou a estabilidade da porção russa da internet contra ameaças externas, verificando a possibilidade de violações no sistema de endereçamento, segundo declaração do diretor-geral do TCI, Aleksêi Platônov, ao jornal Kommersant.

"Durante os testes, a rede de DNS não funcionou de forma adequada, porque as informações sobre o domínio russo '.ru' foram deletadas do banco de dados da ICANN. O TCI, a MSK-IX e outras empresas de telecomunicações russas tiveram que garantir o funcionamento do segmento nacional da internet no nível de rede local", disse Platônov.

Segundo ele, durante os testes, graças aos espelhos [cópias exatas de um conjunto de dados na rede] no servidor raiz do DNS da Rússia, foi possível garantir que o sistema continuasse funcionando.

"Ou seja, se a Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números (ICANN, na sigla em inglês) remover as informações sobre o domínio russo dos servidores-raiz, elas serão armazenadas nos servidores locais. Se toda a internet russa estiver conectada a esse servidor, tudo funcionará normalmente", explica.

No entanto, tratava-se de uma situação de emergência, e não um modo permanente de funcionamento do sistema.

"A principal dúvida é: qual o objetivo da criação do próprio sistema de servidores-raiz do DNS para o Brics? A Rússia já criou uma infraestrutura de espelhos, ou seja, de duplicação dos dados para servidores de alto nível", diz o consultor do centro PIR, Oleg Demídov.

"A criação de uma infraestrutura própria que duplice o DNS global leva diretamente ou indiretamente à fragmentação da rede global, o que se contrapõe às iniciativas para construção de uma economia digital na Rússia", diz Demídov.

Já houve diversas tentativas de criar uma alternativa aos servidores-raiz do DNS. Além disso, várias organizações gerenciam os servidores alternativos (Open Root Server Network, OpenNIC e outros).

Os sistemas alternativos de nomes de domínio copiam o estado atual dos servidores-raiz, mas, caso necessário, podem criar seu próprio espaço de endereços com outro domínio de nível superior.

Autorizamos a reprodução de todos os nossos textos sob a condição de que se publique juntamente o link ativo para o original do Russia Beyond.
 
https://br.rbth.com/ciencia/79455-cia-criou-virus-para-acusar-kaspersky, 
via http://port.pravda.ru

Rouhani critica o apoio de Paris à organização terrorista iraniana sediada na França

Publicado por: Redação Irã News
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O presidente iraniano, Hassan Rouhani, convidou a França a tomar medidas imediatas contra uma organização terrorista com sede em Paris que está incitando protestos violentos na República Islâmica.


“Esperamos que o governo francês respeite sua responsabilidade legal em relação a este grupo terrorista na forma de combater o terrorismo e a violência”, disse Rouhani durante uma conversa telefônica com o presidente francês, Emmanuel Macron, na terça-feira.

O MKO é o grupo terrorista mais odiado entre os iranianos devido à sua sombria história de assassinatos e atentados terroristas e para se alastro com o ex-ditador iraquiano Saddam Hussein em sua guerra de oito anos contra o Irã na década de 1980.

Dos quase 17 mil iranianos mortos em assaltos terroristas desde a vitória da Revolução Islâmica de 1979 no Irã, cerca de 12 mil pessoas foram vítimas dos atos terroristas do MKO.

Nos últimos dias, o MKO pediu violência durante os protestos de rua em diversas cidades iranianas. Desde quinta-feira, grupos de iranianos fizeram manifestações em várias cidades para expressar sua insatisfação sobre o aumento dos preços e condições econômicas. A violência esporádica entrou em erupção durante os protestos, provocando várias vítimas.

Ao salientar que nenhum país negligenciaria a segurança pública, Rouhani também observou que a promoção da violência é diferente do direito legítimo de uma nação de expressar suas demandas e críticas. De acordo com seu escritório, Macron tratou também “o número de vítimas das manifestações” durante sua conversa com Rouhani, e os dois líderes também decidiram atrasar a visita do ministro das Relações Exteriores francês Jean-Yves Le Drian a Teerã, que estava programado para esta semana para uma data posterior.

No início do dia, Líder da Revolução Islâmica, o aiatolá Seyed Ali Khamenei disse que os inimigos usaram várias ferramentas para realizar golpes à nação iraniana e o Estado islâmico no decorrer dos últimos desenvolvimentos no país. .

O aiatolá Khamenei diz que os inimigos do Irã nos últimos dias têm procurado prejudicar o governo islâmico usando todos os meios disponíveis. “Durante os últimos dias, os inimigos do Irã, usando as várias ferramentas à sua disposição, incluindo dinheiro, armas, política e aparelhos de segurança, aliaram [um com o outro] para criar problemas para o Irã islâmico”, disse o líder na terça-feira.

Pars Today

Guerra da Arábia contra o Iêmen 35 mil pessoas mortos e feridos

Publicado por: Redação Irã News

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O Ministério da Saúde do Iêmen afirmou que a coalizão militar liderada pelos sauditas, nos últimos três anos matou ou feriu cerca de 35 mil pessoas do Iêmen durante a guerra em curso que Riad imposta à empobrecida nação.


Em um relatório lido em uma conferência de imprensa na capital iemenita de Sana’a na terça-feira, o ministério disse que o número assustador de vítimas ocorreu em apenas 1.000 dias desde que o regime saudita começou sua agressão militar contra o povo iemenita em março de 2015.

O relatório acrescentou que quase todas as províncias do Iêmen sofreram perdas na guerra com a província do noroeste da Saáda, a província ocidental central de Sana’a e a província ocidental de Hajjah que sofreu a maior parte em uma ordem decrescente.

O ministério também disse que 415 instalações de saúde foram destruídas, total ou parcialmente, como resultado de ataques aéreos sauditas diretas, ressaltando que mais de 55% das unidades de saúde não funcionaram devido à agressão incessante e que os restantes 45% operado com uma capacidade mínima.

O relatório também revelou números que mostram que mais de 95 mil pacientes iemenitas precisavam viajar para o exterior para um tratamento adequado, enfatizando que o fechamento de aeroportos, devido a um bloqueio total do país pela coalizão liderada pela saudação, levou à morte de 32 pacientes a cada dia em todas as províncias.

O ministério afirmou ainda que, de acordo com dados fornecidos pelo Programa Mundial de Alimentos, mais de 21 milhões de iemenitas precisavam de ajuda humanitária e que mais de 9 milhões de outros deveriam entrar no estágio de fome.
Pars Today

Não haverá ‘revolução colorida’ no Irã

Publicado por: Redação Irã News

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Pepe Escobar, por Facebook
Virtualmente tudo que alguém precisa saber sobre como [tentar] inventar uma revolução colorida no Irã pode ser lido emWhich Path to Persia [Que trilha para a Pérsia], publicado em 2009 pela Brookings.

Mas, antes, um pouco de informação sobre o contexto nesse início de 2018.

O presidente Rouhani fez a coisa certa ao ir à TV iraniana e pelo menos reconhecer a insatisfação popular ante as graves dificuldades econômicas. A inflação está realmente alta no Irã – e o recente aumento nos combustíveis e nos preços da alimentação, de mais de 40%, não ajuda. É parte do orçamento da Equipe Rouhani para 2018, que corta subsídios para os mais pobres – traços chaves do governo de Ahmadinejad. O desemprego entre os jovens, por exemplo, chega a horrendos 40%, maior até que na Espanha.

Mas Rouhani deveria ter oferecido melhor contextualização para a relação direta entre as dificuldades econômicas e as sanções que EUA impõem ao Irã, ainda ativas, para nem falar das proverbiais ameaças contra empresas ocidentais estão novamente operando no Irã.

Rouhani prometeu depois de assinar o acordo nuclear em 2015, que aquele acordo traria mais empregos e melhoraria a economia do Irã. Washington tem feito de tudo para pressionar cada vez mais, de modo a assegurar que nada de bom aconteça. Protestos legítimos contra as dificuldades econômicas, por sua vez, sempre foram parte do cenário político no Irã – de fato há décadas.

O que aconteceu agora é que esses protestos foram completamente sequestrados pelos suspeitos de sempre – que de fato influenciam uma pequena minoria de cidadãos iranianos. Na sequência, os peixes grandes pularam no aquário, de Avaaz à ONG Human Rights Watch, mais toda a Think-tank(e)lândia e até o próprio Trump.

O que nos leva à essência do que está acontecendo nesse exato momento: reencenação de toda a parte III, capítulo 6 (“A Revolução de Veludo: todo o apoio a um levante popular”) e capítulo 7 (“Inspirar uma insurgência: apoiar a minoria no Irã e grupos de oposição”) do supracitado Which Path to Persia [Que trilha para a Pérsia].

Se se assume que a Equipe Rouhani é de certo modo um governo neoliberal – e é, comparada aos anos de Ahmadinejad –, o que se tem é uma tentativa para dirigir protestos legítimos: o estado da economia manobrado para se converter num movimento “revolucionário” que pode visar à mudança de regime mediante o que, para todas as finalidades práticas seria uma guerra civil.

Não vai funcionar. A sociedade civil iraniana é muito sofisticada e esperta para cair numa armadilha óbvia, simplória, como essa.

Até agora já está claro que esses clamores “revolucionários” são instigados de fora. Em 24 horas de tuítos, por exemplo, 74% deles eram de fora do Irã; 35% em árabe; sauditas tuitaram mais que iranianos, e no Reino Unido estavam quase tão ativos quanto na Arábia Saudita.

Para que não reste qualquer dúvida quanto à ação externa, assistam ao professor Marandi da Universidade de Teerã –, meu amigo pessoal e homem de absoluta integridade –, que desmonta um ex-palhaço da BBC que ainda sonha com “a carga do homem branco”.

E há também a CIA. Pense num exército de analistas e especialistas preparando e agora já implementando diretamente ações clandestinas no Irã – dirigidos pelo sinistro Mike D’Andrea, ex-diretor do Centro de Contraterrorismo da CIA.

Infelizmente tenho de declinar de mais um convite para ir ao Irã precisamente esse mês, por força de outros compromissos. Espero poder estar lá dentro de mais ou menos duas semanas. Outros analistas também irão. Certo é que essa instrumentalização dos protestos está sendo concebida também como provocação. Os suspeitos de sempre já tuitaram o próprio jogo – em tom de “todo o mundo está assistindo”. Mesmo assim, haverá resposta à violência, como Rouhani deixou sugerido: imaginem a resposta policial na França ou na Alemanha, por exemplo.

Os suspeitos de sempre talvez até saibam que não conseguirão a ‘mudança de regime’ com que sonham. Agora, o que esperam obter é mais sanções econômicas contra o Irã – pela União Europeia (cabe pois à União Europeia não se deixar prender na arapuca). Teerã, seja como for, já trabalha para aumentar os negócios em toda a Eurásia: Novas Rotas da Seda, União Econômica Eurasiana, sem privilegiar necessariamente a União Europeia. Depois dependerá de a Equipe Rouhani ser criativa – e menos neoliberal – no front econômico.

O líder supremo do Irã culpa os "inimigos" pela agitação no sexto dia dos protestos






O líder supremo, Ayatollah Ali Khamenei, disse que os "inimigos" do Irã orquestraram uma trama para se infiltrar e atacar o regime em protestos mortais que varreram o país. "Nos eventos dos últimos dias, os inimigos se uniram e estão usando todos os seus meios, dinheiro, armas, políticas e serviços de segurança para criar problemas para o regime islâmico", disse Khamenei em um comunicado divulgado na televisão estatal. "O inimigo está sempre procurando uma oportunidade e qualquer fenda para se infiltrar e atacar a nação iraniana", acrescentou. Um total de 21 pessoas havia sido mortas em protestos anti-regime, desde terça-feira passada, quando as manifestações entraram em seu sexto dia. O que começou quando os protestos eram contra as condições econômicas em Mashad, rapidamente se voltaram contra o regime islâmico como um todo, com milhares marchando em cidades do Irã com cantos de "morte ao ditador". Um total de nove pessoas morreram, na terça-feira, no Irã. Os radiodifusores estaduais disseram que seis manifestantes foram mortos na cidade de Qahderijan, onde os manifestantes invadiram uma delegacia de polícia e tentaram roubar armas. Na cidade de Khomeinishahr, um menino de 11 anos e um homem de 20 anos foram mortos, enquanto um membro da Guarda Revolucionária foi morto em Kahriz Sang, além de um policial morto com um rifle de caça em Najafabad, cuja morte já tinha sido relatada. Enquanto isso, um funcionário disse à mídia local que cerca de 450 pessoas foram presas em Teerã nos últimos três dias, embora os protestos tenham sido relativamente pequenos na capital em comparação com muitas partes do país. "200 pessoas foram presas no sábado, 150 no domingo e cerca de 100 na segunda-feira", disse Ali-Asghar Naserbakht, um deputado no escritório do governador da cidade de Teerã, à agência de notícias ILNA. Ele acrescentou que nenhum pedido ainda foi entregue aos Guardas Revolucionários para intervir na capital. "Não permitiremos que a insegurança continue de qualquer maneira em Teerã. Se continuar, os funcionários tomarão decisões para terminar", disse Esmail Kowsari, vice-comandante de um ramo local da Guarda Revolucionária, na televisão estatal. Os protestos continuaram em um sexto dia, nesta terça-feira, apesar do voto do presidente Hassan Rouhani de que a nação lidaria com "rebeldes e criminosos".
 

Por que a Rússia não?

As chamadas grandes potências mundiais (EUA, ALEMANHA, INGLATERRA, FRANÇA, CHINA, JAPÃO) e os denominados países emergentes (Coréia do Sul,  Índia, Argentina, dentre outros) produzem automóveis e grande parte deles vende suas marcas no Brasil e a Rússia não? 
Em década passada foram exportados pela gigante do leste Europeu veículos da marca Lada - que me parece ser uma subsidiária da Fiat - mas não agradaram, por serem considerados ultrapassados, a exemplo do Trabant, que era vendido na Alemanha Oriental.
Por que a pujante economia russa não é atraída pela fabricação de automóveis de qualidade? 

'Banqueiros dos EUA estavam convencidos de que poderiam apoderar-se da Rússia'

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© AFP 2017/ JEWEL SAMAD / AFP



O economista Martin Armstrong é famoso por suas previsões sobre a situação econômica no mundo. Conseguiu prever a crise financeira russa de 1998 e a crise de 2008. Em entrevista à Sputnik Alemanha, o especialista disse que o ex-presidente da Rússia Boris Yeltsin foi vítima de uma intriga financeira de banqueiros norte-americanos.


O economista explicou que podia prever as mudanças econômicas baseando-se em sua própria fórmula financeira. Foi Armstrong quem previu a crise financeira de 2007 ainda em 1998, por isso foi um dos analistas financeiros mais procurados entre 1980 e 1990. O economista foi pré-selecionado para o título de gerente de fundos de cobertura do ano e trabalhou no Deutsche Bank. Seu talento levou a que a CIA quisesse obter sua fórmula.

Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Qual será futuro dos EUA após queda do dólar?Armstrong ofereceu-se para fazer previsões para a agência, mas a CIA queria receber a própria fórmula. Entretanto, o analista se recusou a revelá-la.

O economista comentou que, no fim dos anos 90, os banqueiros norte-americanos tentaram impor a sua influência econômica sobre a Rússia. Por isso, chantagearam o então presidente Yeltsin atuando através do multimilionário e empresário russo Boris Berezovsky.

Armstrong sublinhou que não tinha a certeza absoluta da interferência do governo norte-americano. No entanto, o analista estava convencido de que o Banco de Nova York e várias fundações financeiras dos EUA tinham participado desse negócio.

Os chantagistas fizeram Yeltsin contrair um empréstimo de sete bilhões de dólares (R$ 22,5 bilhões) do Fundo Monetário Internacional para a renovação do Kremlin e começaram a exigir que o presidente cedesse competências a Berezovsky. Yeltsin apercebeu-se do plano e dirigiu-se ao jovem Vladimir Putin, o que marcou o início da época de Putin, afirmou Armstrong.

CC BY 2.0 / Mike Poresky
Economista norte-americano: dólar tem 'os dias contados' como moeda mundialOs banqueiros dos EUA tentaram colaborar com Armstrong e fazer o economista investir no fundo Hermitage Capital para realizar um golpe de Estado financeiro na Rússia. O economista se recusou a participar da campanha e revelou os planos dos EUA à mídia japonesa. Depois disso, Armstrong tornou-se alvo das autoridades norte-americanas.

O economista foi acusado de violação das regras e de fraude, tendo estado preso de 1999 a 2011. Enquanto isso, as autoridades ainda quiseram obter a fórmula financeira de Armstrong, mas o economista se recusou a revelá-la mais uma vez.

"O governo defende os banqueiros. Isso parecia ser uma parte do acordo entre os grandes empresários e os políticos […] Os banqueiros têm ouro, diamantes e petróleo. Realmente estavam convencidos de que poderiam apoderar-se da Rússia", explicou ele. Entretanto, os norte-americanos não conseguiram aceder às matérias-primas russas e o plano fracassou, concluiu o especialista.
 
Fonte: SPUTNIK

Qual será futuro dos EUA após queda do dólar?





Marcello Casal Jr/Agência Brasil


Em breve os consumidores norte-americanos poderão sofrer os efeitos da depreciação do dólar e os especialistas da agência Bloomberg revelaram quais serão as consequências para a economia dos EUA.

Segundo a agência, o valor da moeda já caiu oito por cento em 2017 e é muito provável que a desvalorização do dólar continue em 2018. Isso significa que todas as vantagens para os consumidores da posição forte da divisa norte-americana desapareceram.

CC BY 2.0 / Images Money / Dollar
Hegemonia do dólar não será eterna: mais cedo ou mais tarde a história se repeteEntretanto, o enfraquecimento da moeda levará ao aumento das exportações. Ao mesmo tempo, as importações se tornarão mais caras, e os norte-americanos serão obrigados a abdicar dos bens habituais ou a pagar mais por eles.

Além disso, os norte-americanos terão que gastar menos ao viajarem ao exterior ou optar pelo turismo interno. O único obstáculo para o turismo nacional será o aumento do preço dos combustíveis para veículos. Ao mesmo tempo, o número de turistas estrangeiros nos EUA deveria aumentar consideravelmente.

Outra consequência negativa do enfraquecimento do dólar será o aumento do preço do gás, que também é importante para a economia dos EUA.
 
Fonte: SPUTNIK RU BR

Tubarões são encontrados congelados após onda de frio intensa nos EUA

Ainda devido ao frio, quatro pessoas foram encontradas mortas no fim de ano no país

postado em 03/01/2018 09:19
Atlantic White Shark Conservancy/Divulgação

Após onda de frio intensa registrada no extremo dos Estados Unidos em fronteira com o Canadá, tubarões foram encontrados mortos encalhados na região de Massachusetts e congelados. As três espécies dos animais foram retiradas do local pela ONG Atlantic White Shark Conservancy, que também divulgou fotos da situação crítica em que eles foram resgatados.
 

De acordo com as informações divulgadas pela Organização, os animais eram três machos de tamanho parecido, e podem ter morrido devido ao "choque térmico" na praia de Brewster. 

A equipe ainda informou que parte do tecidos e dos órgãos de dois animais foram coletados e levados para a análise. 

A onda de frio que vem tomando os EUA deixou quatro mortos no fim de ano. Na região leste do país as temperaturas baixas bateram recorde. 

Devido à intensa situação, o Serviço Nacional do Clima chegou a emitir alertas para orientar a população sobre o ocorrido.
 
Fonte: CORREIO BRAZILIENSE

PAU MANDADO? - Brasileiro completa cinco dias preso pelas forças de segurança da Venezuela


O catarinense de 31 anos foi detido no dia 28 de dezembro pelas forças de segurança da Venezuela, no estado de Vargas
Redação ND, Brasília (DF) 
02/01/2018 18h09 - atualizado em 03/01/2018 às 01H10 

Nesta terça-feira (2) completam cinco dias da prisão de Jonatan Moisés Diniz. O catarinense de 31 anos foi detido no dia 28 de dezembro pelas forças de segurança da Venezuela, no estado de Vargas. Segundo a agência oficial de notícias do governo, ele é acusado de manter atividades desestabilizadoras contra o regime de Nicolás Maduro.

O anúncio da prisão foi feito pelo parlamentar socialista Diosdado Cabello no programa que dirige no canal estatal VTV. Além de Jonatan, foram presos outros três venezuelanos. Eles fariam parte da Organização Não Governamental Time to Change the Earth (“tempo de mudar a Terra”, na tradução em português).Brasileiro Jonatan Diniz está preso na Venezuela - Divulgação/Facebook

Para o governo, a entidade seria uma “organização criminosa com tentáculos internacionais”, que distribuiria alimentos e bens a moradores de rua com o objetivo de obter recursos em moeda nacional com vistas a promover ações contra o governo.

"Sabemos que esse tipo de ações da CIA (Agência Central de Inteligência), em outras ocasiões e em outros países, são fachadas para percorrer o país, identificar objetivos estratégicos, financiar terroristas e outros", afirmou Cabello em seu programa.

Negociações

O governo brasileiro tenta, por meio do Ministério das Relações Exteriores, negociar a libertação de Jonatan. O Itamaraty informou que o consulado do Brasil em Caracas mantém tratativas com o governo venezuelano “para prestar a assistência consular cabível”, mas explicou que não divulgaria informações pessoais “em respeito à privacidade do brasileiro”.

A interlocução é feita pelo corpo diplomático que permaneceu no país, uma vez que nenhum dos dois chanceleres estão no exercício de suas funções. No dia 23, a Assembleia Nacional Venezuelana declarou o embaixador Ruy Pereira pessoa não grata, o equivalente no campo diplomático a uma expulsão, por considerar que houve uma ruptura constitucional com o impeachment de Dilma Rousseff em 2016. Em resposta, o governo brasileiro adotou a mesma medida no dia 26 do mesmo mês em relação ao principal dirigente da representação venezuelana, Girard Antônio Maldonado.

Doações e críticas

Em seu perfil no Facebook, Jonatan Diniz publicou diversos pedidos de doações para a organização, que seriam revertidas para ações de caridade a crianças de baixa renda. O catarinense morava nos Estados Unidos, mas viajava à Venezuela para essas iniciativas. Antes, residiu alguns meses em Quito, no Equador, e autuou com a produção de vídeos para um canal no YouTube.

Em uma publicação de 19 de junho, Diniz critica o governo Maduro. “A Venezuela chega a seu dia número 80 de luta nas ruas contra a ditadura. O governo, ao invés de comprar medicamentos para seu povo morrendo nos hospitais e de fome pelas ruas, acaba de gastar mais dinheiro em tanques de guerra para usar contra seu próprio povo que luta por sua liberdade”, comentou.

ONG

A ONG Time to Change the Earth não tem website. Suas contas no Facebook e Instagram foram criadas há alguns meses. A página no Facebook começou a ter publicações no dia 26 de novembro de 2017, sem nenhuma mensagem além de logomarcas. A entidade se define como uma organização que “conecta outras ONGs do mundo distribuindo comida, medicamentos, brinquedos e uma filosofia de vida nova”.

No Instagram, a conta também é recente, com 24 posts, repetindo os chamados para doações. O repasse dos recursos era feito por meio de um número do mensageiro Whatsapp, e não por meios de pagamento, normalmente usados por outras entidades assistenciais.

Família

O pai de Jonatan, Luiz Francisco Diniz, divulgou diversas mensagens nas redes sociais pedindo às autoridades providências sobre o caso. “Jonatan e sua família pedem ajuda: liberte esse brasileiro”. A mãe do brasileiro, Renata Diniz, disse em entrevistas à imprensa que acredita na libertação por considerar que não há motivo para a prisão.

Fonte: Notícias do Dia