sexta-feira, 12 de abril de 2013

Tarso - mesmo antes da visita do Papa ao Brasil - caçando simpatias e votos para o PT, é claro, amplia isenções fiscais para os cultos

Nem Tasso, nem tanso ....

Mais um político brasileiro que se rende ao Império do Vaticano e lesa seu Estado, concedendo isenção de ICMS, mesmo quando os Tribunais entendem que é indevida.
Vergonha!!!
Eu eu que achava que o RS é um Estado diferenciado e mais independente que os demais...

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Igrejas do RS obtêm isenção de ICMS em contas de luz e telefone


Tarso não informou quanto o Estado deixará
de arrecadar com a concessão do privilégio

O governador petista Tarso Genro (foto), do Rio Grande do Sul, sancionou lei que concede isenção de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) aos templos de todas as religiões.

Aumentaram, assim, os privilégios desses templos, porque já contam com isenções de impostos federais, como o Imposto de Renda.

Tarso assinou ontem a sanção com solenidade, tendo como convidados lideranças evangélicas, como o deputado estadual Carlos Gomes (PRB), que também é bispo da Igreja Universal. 

O projeto de lei da isenção — de autoria do Poder Executivo — foi aprovado pela Assembleia no dia 19 de março com 42 votos favoráveis e nenhum contra. Já tramitava na Casa outro projeto — de Carlos Gomes — propondo a regalia. 

O pretexto que o governo gaúcho usou para sustentar o seu projeto foi de que a isenção do imposto vai “conferir maior eficácia à liberdade religiosa”. 

Tarso não informou a soma de ICMS que o Estado deixará de arrecadar. Nem a estimativa sobre a soma de votos de evangélicos que a medida poderá lhe render nas próximas eleições.

A isenção de impostos é uma das origens da riqueza das grandes igrejas pentecostais, como a Universal, que constrói templos luxuosos em todo o país e não mantém nenhuma grande obra social.

Edir Macedo, seu chefe, está lista dos brasileiros mais ricos do mundo.


2 comentários:

  1. O nome do Governador é Tarso e não Tasso como consta no título.

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  2. Agradeço a oportuna e procedente correção, caro Jorge.
    S.F.U

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