Penso que o absoluto não existe.
Em matéria de virtudes e vícios, acho que não existe ninguém que seja todo de um dos dois lados: ou só virtuoso ou só defeituoso.
Cada indivíduo é uma mistura dos dois extremos.
Importante é que tenhamos mais virtudes que defeitos.
Logicamente, os conceitos cambiam com o tempo.
O que ontem era um pecado (vício) escandaloso, hoje é tolerado e, não raro, apreciado.
A moral é elástica. A ética idem.
Logo, mesmo que aparentemos ter mais defeitos que virtudes, ainda não convém que nos desesperemos.
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