Já se fala em movimentação de 7 milhões pelo motorista Queiroz, que se disse um mero comerciante de carros, mas, portando alegada grave, foi internado no hospital mais caro do país.
Desconfio que Bolsonaro irá esquivar-se da imprensa internacional, em Davos, ou "botar os pés pelas mãos" diante de jornalistas desvinculados dos órgãos da mídia brasileira, que depende de benesses governamentais. Dizem que a coletiva marcada com a imprensa, com ele, já saiu da agenda.
Quem tem medo de debate, não poderia agir diferentemente.
A presença dele em Davos será um vexame histórico. Podem apostar.
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