Ex-PM suspeito pela morte de Marielle Franco é preso no Rio de Janeiro
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Foto : Renan Olaz/CMRJ
Brasil
Suspeito de envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do seu motorista, o ex-policial militar Renato Nascimento Santos, o Renatinho Problema, foi preso nesta terça-feira em Guapimirim, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro.
Segundo informações do G1, havia dois mandados de prisão contra o ex-PM, um deles por envolvimento nas mortes de Marielle e de Anderson Gomes, há 9 meses, no Centro do Rio. Renatinho Problema é suspeito ainda de integrar uma milícia.
A prisão foi feita por policiais da 82ª Delegacia de Polícia de Maricá. É a primeira detenção desde julho deste ano, quando um ex-PM e um ex-bombeiro foram presos, também suspeitos por participação no atentado contra a vereadora e o seu motorista.

© Foto : Mário Vasconcellos/CMRJ
Caso Marielle: posse de terras fez vereadora ser morta, diz secretário do Rio
A polícia ainda não informou qual seria a participação de Renatinho Problema no crime. Na quinta-feira passada, agentes da Polícia Civil tentaram cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão em cinco cidades de dois estados, porém ninguém foi detido.
O vereador Marcello Siciliano (PHS) foi um dos alvos da operação, mas novamente negou qualquer participação no crime.
Embora sigilosa, a investigação aponta que a vereadora do PSOL teria sido assassinada por milicianos, que estariam incomodados com a atuação dela junto a comunidades na zona oeste do Rio, conforme explicou na semana passada o secretário de Segurança Pública do Rio, general Richard Nunes.
Entretanto, o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), próximo de Marielle e que também tinha contra si um plano de assassinato que acabou desbaratado pela polícia, afirmou duvidar da tese dos investigadores, pedindo que provas sejam apresentadas.
Suspeito de envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do seu motorista, o ex-policial militar Renato Nascimento Santos, o Renatinho Problema, foi preso nesta terça-feira em Guapimirim, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro.
Segundo informações do G1, havia dois mandados de prisão contra o ex-PM, um deles por envolvimento nas mortes de Marielle e de Anderson Gomes, há 9 meses, no Centro do Rio. Renatinho Problema é suspeito ainda de integrar uma milícia.
A prisão foi feita por policiais da 82ª Delegacia de Polícia de Maricá. É a primeira detenção desde julho deste ano, quando um ex-PM e um ex-bombeiro foram presos, também suspeitos por participação no atentado contra a vereadora e o seu motorista.

© Foto : Mário Vasconcellos/CMRJ
Caso Marielle: posse de terras fez vereadora ser morta, diz secretário do Rio
A polícia ainda não informou qual seria a participação de Renatinho Problema no crime. Na quinta-feira passada, agentes da Polícia Civil tentaram cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão em cinco cidades de dois estados, porém ninguém foi detido.
O vereador Marcello Siciliano (PHS) foi um dos alvos da operação, mas novamente negou qualquer participação no crime.
Embora sigilosa, a investigação aponta que a vereadora do PSOL teria sido assassinada por milicianos, que estariam incomodados com a atuação dela junto a comunidades na zona oeste do Rio, conforme explicou na semana passada o secretário de Segurança Pública do Rio, general Richard Nunes.
Entretanto, o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), próximo de Marielle e que também tinha contra si um plano de assassinato que acabou desbaratado pela polícia, afirmou duvidar da tese dos investigadores, pedindo que provas sejam apresentadas.
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Segundo informações do G1, havia dois mandados de prisão contra o ex-PM, um deles por envolvimento nas mortes de Marielle e de Anderson Gomes, há 9 meses, no Centro do Rio. Renatinho Problema é suspeito ainda de integrar uma milícia.
A prisão foi feita por policiais da 82ª Delegacia de Polícia de Maricá. É a primeira detenção desde julho deste ano, quando um ex-PM e um ex-bombeiro foram presos, também suspeitos por participação no atentado contra a vereadora e o seu motorista.

© Foto : Mário Vasconcellos/CMRJ
Caso Marielle: posse de terras fez vereadora ser morta, diz secretário do Rio
A polícia ainda não informou qual seria a participação de Renatinho Problema no crime. Na quinta-feira passada, agentes da Polícia Civil tentaram cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão em cinco cidades de dois estados, porém ninguém foi detido.
O vereador Marcello Siciliano (PHS) foi um dos alvos da operação, mas novamente negou qualquer participação no crime.
Embora sigilosa, a investigação aponta que a vereadora do PSOL teria sido assassinada por milicianos, que estariam incomodados com a atuação dela junto a comunidades na zona oeste do Rio, conforme explicou na semana passada o secretário de Segurança Pública do Rio, general Richard Nunes.
Entretanto, o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), próximo de Marielle e que também tinha contra si um plano de assassinato que acabou desbaratado pela polícia, afirmou duvidar da tese dos investigadores, pedindo que provas sejam apresentadas.
Suspeito de envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do seu motorista, o ex-policial militar Renato Nascimento Santos, o Renatinho Problema, foi preso nesta terça-feira em Guapimirim, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro.
Segundo informações do G1, havia dois mandados de prisão contra o ex-PM, um deles por envolvimento nas mortes de Marielle e de Anderson Gomes, há 9 meses, no Centro do Rio. Renatinho Problema é suspeito ainda de integrar uma milícia.
A prisão foi feita por policiais da 82ª Delegacia de Polícia de Maricá. É a primeira detenção desde julho deste ano, quando um ex-PM e um ex-bombeiro foram presos, também suspeitos por participação no atentado contra a vereadora e o seu motorista.

© Foto : Mário Vasconcellos/CMRJ
Caso Marielle: posse de terras fez vereadora ser morta, diz secretário do Rio
A polícia ainda não informou qual seria a participação de Renatinho Problema no crime. Na quinta-feira passada, agentes da Polícia Civil tentaram cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão em cinco cidades de dois estados, porém ninguém foi detido.
O vereador Marcello Siciliano (PHS) foi um dos alvos da operação, mas novamente negou qualquer participação no crime.
Embora sigilosa, a investigação aponta que a vereadora do PSOL teria sido assassinada por milicianos, que estariam incomodados com a atuação dela junto a comunidades na zona oeste do Rio, conforme explicou na semana passada o secretário de Segurança Pública do Rio, general Richard Nunes.
Entretanto, o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), próximo de Marielle e que também tinha contra si um plano de assassinato que acabou desbaratado pela polícia, afirmou duvidar da tese dos investigadores, pedindo que provas sejam apresentadas.
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