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- I.A.S.
- Advogado - Nascido em 1949, na Ilha de SC/BR - Ateu - Adepto do Humanismo e da Ecologia - Residente em Ratones - Florianópolis/SC/BR
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terça-feira, 31 de julho de 2012
Homenagem ao jovem revolucionário cubano FRANK PAIS
Cubanos recordam a Frank País com um concerto especial
Santiago de Cuba, 29 jul (Prensa Latina)
O pianista Frank Fernández qualificou como "especial" o concerto que oferecerá hoje na Sala Dolores desta cidade, para homenagear a Frank País, jovem líder revolucionário cubano assassinado em 30 de julho de 1957.
O reconhecido artista declarou à imprensa que o recital constitui uma oportunidade para recordar com música uma personalidade tão jovem e sobresalente por suas qualidades revolucionárias, sua capacidade política e sua sensibilidade musical.
Precisou que o programa concebido para esta noite não será de luto, ainda que se interpretem obras solenes, nem também não festivo, ainda que inclua uma dança de Ernesto Lecuona.
Será, acrescentou, um programa variado pois terá composições clássicas, como o quarto concerto de Beethoven, e peças recentes, entre elas uma escrita especialmente para esta homenagem por outra significante personalidad desta cidade: Harold Gramatges.
Fernández manifestou sentir-se honrado por tocar com uma grande orquestra formada por músicos das sinfônicas de Camaguey, Holguín e Santiago de Cuba; a orquestra será conduzida pelo maestro Enrique Pérez Mesa, diretor da sinfônica nacional.
Este concerto, concluiu o pianista, é um modo de evocar a grandeza e "vamos entregar todo o coração e nossa capacidade criativa para recordar a um homem imenso apesar de sua juventude".
Frank País, com apenas 22 anos, era chefe de ação e sabotagem do Movimento 26 de julho, que lutava contra a tiranía batistiana, que o assassinou faz 55 anos.
rc/oac /cc
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Desembargador do TRF4 é aposentado compulsoriamente
Luiz Silveira/Agência CNJ
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, nesta segunda-feira (30/7) aposentar compulsoriamente o desembargador do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) , por participação em esquema de venda de decisões judiciais. Segundo constam nos autos, o desembargador teria concedido liminar em novembro de 2003 para possibilitar a reabertura e manutenção de uma casa de bingo em Curitiba da empresa Monte Carlo, em troca de vantagens financeiras. Com a decisão, o desembargador, que já havia sido afastado de suas funções pelo CNJ em 2009, recebeu a penalidade máxima em âmbito administrativo e receberá proventos proporcionais ao tempo de serviço.
Por unanimidade, o Plenário acompanhou o voto do relator do Processo Administrativo Disciplinar (PAD 00018527420092000000), conselheiro Bruno Dantas,durante a 151ª. sessão ordinária realizada nesta segunda-feira (30/7). Para ele, a atitude do desembargador foi incompatível com os deveres da magistratura previstos no Código de Ética e na Lei Orgânica da Magistratura. “Restou demonstrado que ele, utilizando de sua elevada condição funcional, praticou atos incompatíveis com a honra e o decoro inerentes ao exercício da magistratura”, destacou o conselheiro.
Provas coletadas pelo CNJ apontam que, no período em que foi relator da ação a qual ensejou a liminar, Lippmann teria recebido em suas contas depósitos semanais, além de realizar “frenéticas transações financeiras e imobiliárias”, incompatíveis com seu rendimento, conforme salientou o relator do PAD. Segundo constam nos autos, de 2000 para 2004, os rendimentos do desembargador apresentaram um incremento de 10%. Já as movimentações financeiras por ele praticadas em 2004 - ano em que a liminar liberando o funcionamento do bingo permaneceu vigente - foram 2.000% superiores às de 2000, passando de R$ 60 mil para mais de R$ 1 milhão.
Durante o período, Lippmann também teria adquirido diversos imóveis em nome dos filhos, da ex-esposa e da companheira – aquisições incompatíveis tanto com sua renda, como a de seus familiares - na tentativa de ludibriar os órgãos fiscalizadores, como a Receita Federal e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). “Ele se utilizava de parentes como laranjas para ocultar a aquisição de bens obtidos de forma ilícita”, afirmou Bruno Dantas em seu voto. Na interpretação do conselheiro, os depósitos semanais e em pequenas quantias feitos na conta do desembargador (de R$ 1.000 a R$ 6.000), igualmente tinham o intuito de escapar da fiscalização.
Além de aplicar a penalidade ao magistrado, por proposição do relator, o Plenário decidiu encaminhar os autos do PAD ao Ministério Público Federal e à Advocacia Geral da União. Bruno Dantas propôs ainda a remessa do processo ao Conselho Nacional do Ministério Público e ao Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, diante da suspeita de participação de procuradores e advogados no esquema de venda de decisões judiciais. Na esfera penal, o caso está sendo apurado no Inquérito 583, que está em tramitação no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Mariana Braga
Agência CNJ de Notícias
Jornalistas da Globo dizem ter sido ameaçados em Redenção/Pará
DH investiga ameaça a jornalistas do “Globo”
José Reinaldo Marques*
27/7/2012
A Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos — órgão vinculado à Secretaria de Direitos Humanos, ligada à Presidência da República — abriu sindicância para apurar denúncias sobre a ameaça sofrida por uma equipe do Globo no Pará, na última segunda-feira, 23 de julho, pelo Prefeito do município de Redenção, Wagner Fontes (PTB-PA), candidato à reeleição.
Os repórteres ameaçados foram Carolina Benevides e o fotojornalista Marcelo Piu, que foram a Redenção apurar denúncias de fraude envolvendo a Prefeitura local. Os jornalistas saíram da cidade escoltados por dois policiais federais, depois de serem ameaçados pelo prefeito durante uma entrevista:
— Estou falando para que você embase suas perguntas, até para que você possa refletir sobre o que eu vou te dizer. Se (alguém) falar mal a fim de difamar, pode ser que amanhã ou depois esteja morto, disse Wagner Fontes.
Para reforçar a sua intimidação, o prefeito contou a história de um blogueiro da região conhecido como Júnior que foi procurado por ele e teria sumido no dia seguinte do encontro. Wagner Fontes contou o que disse ao blogueiro:
— Se você continuar fazendo o que está fazendo comigo, a injustiça que está fazendo comigo, vai custar caro para você. Porque pode ter certeza absoluta de que Deus vai colocar a mão sobre você e cobrar o que você está fazendo comigo, relatou Fontes.
Wagner Fontes disse ainda que não sabe se o blogueiro repensou ou se foi preso: “Ele sumiu”, afirmou Fontes que disse ter “visão ampla da liberdade de imprensa” e continuou falando doblogueiro:
— Ele foi preso. Não foi por minha causa. Houve uma coincidência, a polícia estava concluindo um processo de investigação. Foi preso como traficante, contou.
Registro
Conforme noticiou a Agência Globo, os repórteres registraram a ameaça na Polícia Federal (PF) de Redenção, que lhes deu proteção até a manhã de terça-feira, 24 de julho, destacando dois agentes federais para acompanhá-los até a saída do perímetro urbano do município, na divisa com Tocantis.
Assim que os policiais federais retornaram à cidade, dois policiais militares pararam o carro da equipe e pediram carona. O delegado da PF, Luiz Felipe da Silva, foi avisado e fez com que a equipe do jornal retornasse à cidade. Disse o delegado que estranhou o episódio, pois em Redenção não é comum que PMs abordem carros pedindo carona. O fato foi registrado como adendo à certidão de ocorrência.
No documento, consta que o “prefeito coagiu e ameaçou a equipe, tendo deixado transparecer que um acidente poderia acontecer ou ainda que algo ilícito poderia ser encontrado com a equipe”. De acordo com os registros, um funcionário da Prefeitura teria dito ao fotógrafo que sabia qual era o carro da reportagem, além de perguntar em que hotel a equipe do Globo estava hospedada.
Em entrevista, o advogado e primeiro-secretário jurídico do PTB, Luiz Gustavo Pereira da Cunha, disse que o partido “repudia qualquer censura à imprensa”:
— Esse episódio é lastimável, pedimos desculpas antecipadas, disse o advogado, afirmando que, caso O Globo peça esclarecimentos à Executiva Nacional, esse pedido será levado ao Conselho de Ética do PTB, declarou Pereira da Cunha.
Enquanto isso, a Polícia Militar do Pará disse “não identificar ameaça à vida ou integridade física da jornalista ou das pessoas que estavam com ela”. O órgão policial pediu que a queixa seja feita por escrito.
Repúdio
Em nota divulgada nesta quinta-feira, 26 de julho, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) também se manifestou sobre o caso. Segundo a diretora-executiva da entidade, Veridiana Sedeh, a Abraji “repudia a ameaça sofrida” pela equipe do Globo.
A Abraji manifestou preocupação com a violência contra jornalistas no interior do Brasil, onde muitos profissionais têm sido assassinados. “A violência contra jornalistas no interior do Brasil é preocupante e configura um grave atentado à liberdade de expressão”, diz a nota da entidade que cobra que o caso seja apurado com rigor.
Já o Comitê de Liberdade de Expressão da Associação Nacional de Jornais (ANJ) afirmou que “considera esse episódio um claro atentado ao direito de informar e de ser informado”.
Comitê
A Ouvidoria da Secretaria Nacional de Direitos Humanos pretende solicitar aos órgãos policiais e ao Ministério Público (MP) registros sobre as ameaças. O órgão só deve se pronunciar após analisar o caso.
A criação de um comitê para acompanhar as investigações de crimes cometidos contra jornalistas foi proposta recentemente à Ministra da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, Maria do Rosário, por representantes de sindicatos e associações de jornalistas, entre as quais ABI. Na ocasião, o Presidente da entidade, Maurício Azêdo, disse que a reunião “abriu o caminho para definição de medidas que menos exponha a risco a atividade profissional de jornalista.
Ao Extra Online, o Presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, também comentou as ameaças à equipe do Globo, e frisou o respeito que é devido ao trabalho da imprensa:
— A gente sabe que a situação (violência) é muito complicada na região. O município é filiado à CNM, mas somos uma entidade de municípios, não representamos os prefeitos. Sem entrar no mérito do caso, a imprensa tem que ser respeitada. Se vivemos numa democracia, a liberdade é um direito fundamental. Nós defendemos o direito de informação, o acesso à informação plena, de modo geral, sem constrangimento ou omissão, disse Ziulkoski.
* Com informações do Globo e Extra Online, via http://www.abi.org.br/
Têmis, Diké, Javé e o Estado laico
No Brasil, os órgãos ligados à distribuição da Justiça, costumam referir a deusa Têmis (do panteão grego) como protetora, embora se diga que a deusa da Justiça na Grécia antiga, seja Diké.
Ao mesmo tempo, a cruz do cristianismo é ostentada nas paredes dos tribunais e, em SC, por exemplo, há uma capela dita eclética (teoricamente se prestaria a cultos ecumênicos) servindo, visivel e ostensivamente aos cultos cristãos, construída, escandalosamente, com recursos públicos, sendo o Brasil um país teoricamente republicano e laico. O Cristianismo (assim como o Islamismo), dizem, teria derivado do Judaísmo, cujo deus (único) é Javé.
Vejam a salada e riam dos órgãos da Justiça, se puderem, ao invés de ficarem condoídos com tanta "ingenuidade", se é que se pode pensar em ingenuidade em relação a pessoas supostamente instruídas acima da média.
Dá nisso o hábito de macaquear outras culturas e acreditar em hipóteses, digo "deuses".
Dá nisso o hábito de macaquear outras culturas e acreditar em hipóteses, digo "deuses".
IMBECILIDADE DE UM TUITEIRO RACISTA PROVOCOU A REAÇÃO DA ATLETA
Os órgãos representativos da modalidade deveriam identificar o criminoso, via Justiça, e processá-lo.
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Técnica defende judoca após polêmica: "foi chamada de macaca"
Rafaela Silva chora após desclassificação no judô
Foto: Reuters
A reação descontrolada no Twitter da judoca Rafaela Silva, desclassificada dos Jogos de Londres por executar uma técnica ilegal, ocorreu depois que ela foi chamada de "macaca" por um usuário do microblog, disse a técnica da seleção brasileira de judô, Rosicleia Campos, nesta terça-feira.
Rafaela, 20 anos, moradora da Cidade de Deus e revelada por um projeto social, era uma das esperanças de medalha do Brasil na Olimpíada na categoria leve (até 57kg) do judô, mas foi desclassificada ao pegar a perna da adversária com as mãos, o que foi proibido no esporte em 2009.
"Chamaram de macaca, que tinha que ir para jaula. Que país é esse que a cor de pele justifica um ato assim?", disse a treinadora a jornalistas, mostrando no celular uma mensagem com xingamentos racistas feitos à judoca no Twitter.
"Eu não estou e acho que ninguém está preparado para receber uma ofensa dessas", acrescentou.
A judoca, que entrou em desespero ainda no tatame e precisou de mais de uma hora para conseguir conter o pranto, xingou duramente usuários do Twitter que a criticaram em sua conta (@Rafaelasilvaa) pelo erro. Sob orientação da Confederação Brasileira de Judô, o Twitter dela foi bloqueado e depois a judoca usou o site para se desculpar.
"Não estou justificando, apenas explicando", disse a técnica, que consolou a judoca após a luta. "A orientação é ficar longe das mídias sociais, mas é um jeito mais rápido de você encontrar com a família, e aí você dá de cara com ofensas desse tipo".
Nesta terça-feira, o atacante da Seleção Brasileira Neymar, que também disputa a Olimpíada, mandou uma mensagem de apoio à Rafaela no Twitter. "Sei como vc se sente!! Agora é ficar ao lado dos que te amam de verdade e treinar mto para realizar seu sonho no Rio 2016 !!", escreveu o jogador em sua conta (@Njr92).
A polícia britânica prendeu um homem nesta terça depois que posts ofensivos foram enviados ao saltador britânico Tom Daley, que não conseguiu obter uma medalha em seu primeiro evento nos Jogos.
Daley, cujo pai Robert morreu de câncer no ano passado, repetiu uma mensagem do usuário @Rileyy_69 para seus seguidores que dizia: "Você decepcionou seu pai, espero que saiba disso". O saltador respondeu: "Depois de dar tudo de mim... vejo idiotas me mandando isso." Mais tarde o usuário se desculpou.
Em outros incidentes envolvendo o Twitter na Olimpíada, o jogador de futebol suíço Michel Morganella e uma saltadora tripla grega Paraskevi Papachristou foram expulsos dos Jogos por comentários considerados inadequados nas redes sociais.
Fonte: TERRA
HSBC reduz lucro e reserva após caso de lavagem dinheiro
O diretor-geral do banco, Stuart Gulliver, pediu perdão pelos erros da empresa em matéria de luta contra a lavagem de dinheiro; multas podem alcançar a cifra de US$ 1 bilhão
O banco britânico HSBC anunciou nesta segunda-feira (30) uma queda do lucro líquido de 8,2% no primeiro trimestre, após provisionar US$ 2,2 bilhões para pagar multas nos Estados Unidos por suspeitas de lavagem de dinheiro e para indenizar clientes do Reino Unido no caso de vendas forçadas de seguros.
O banco também colocou em reserva US$ 700 milhões para fazer frente às multas que terá que pagar nos Estados Unidos em um caso de lavagem de dinheiro, mas reconheceu que o montante pode ser significativamente mais elevado.
"Pedimos perdão por nossos erros em matéria de luta contra a lavagem de dinheiro", disse o diretor-geral do banco, Stuart Gulliver.
Uma investigação do Senado dos Estados Unidos concluiu que o banco e sua filial norte-americana ocultaram operações com o Irã de US$ 16 bilhões em seis anos, violando as regras de transparência.
A filial mexicana do banco também teve que pagar na semana passada uma multa de 379 milhões de pesos (US$ 27,5 milhões) imposta pela Comissão Nacional Bancária e de Valores (CNBV) do México por suas falhas na luta contra a lavagem.
Especialistas estimam que as multas que terão que ser pagas pelo HSBC às autoridades norte-americanas podem alcançar US$ 1 bilhão.
O recuo dos resultados do HSBC também se explica por outra provisão, de US$ 1,3 bilhão, para compensar seus clientes em litígios relacionados com vendas forçadas de seguros.
O HSBC e outros bancos britânicos terão que compensar seus clientes por um produto chamado "PPI", que durante muito tempo era vendido diretamente aos clientes sem consultá-los, uma prática que foi condenada pelo Alto Tribunal de Londres.
Os bancos britânicos também terão que reservar dinheiro para pagar as pequenas e medias empresas em um caso de venda de produtos para afirmar as variações dos tipos de juros, que foram denunciados pela autoridade britânica dos mercados financeiros (FSA) ao final de junho.
O lucro antes de impostos subiu 11%, para US$ 12,740 bilhões, graças à cessão de ativos.
O HSBC também disse ter recebido um pedido de informação pelos reguladores britânicos no caso das manipulações bancárias do Libor e Euribor.
Fonte: GAZETA DO POVO
Subserviente, judoca muçulmana recebe autorização para lutar de véu
Concessão inédita evita que saudita cumpra a ameaça de abandonar os Jogos
31/07/2012 | 07:53 | GAZETA DO POVO
A judoca saudita Wodjan Ali Seraj Abdulrahim Shahrjani lutará com um véu adaptado nos Jogos Olímpicos de Londres. A autorização foi concedida nesta terça-feira (31) pelo COI e pela Federação Internacional de Judô, informou o canal Sportv.
O impasse foi criado porque as regras do judô não permitem que um atleta lute com o rosto coberto. Shahrjani, que é muçulmana, pediu para usar o "hijab" assim que chegou a Londres. Diante da negativa inicial da FIJ, o pai da judoca chegou a ameaçar tirar a filha da Olimpíada. A pressão dele e da opinião pública internacional pesaram para a mudança de decisão.
Shahrjani sobe ao tatame na sexta-feira (3) na categoria pesado. Ela será a primeira judoca a lutar em uma Olimpíada com véu. Segundo dados do COI, cerca 35% dos atletas inscritos em Londres-2012 são muçulmanos.
Fonte: GAZETA DO POVO
Capital do México e seus arredores oferecem ao visitante cultura, diversão, história e religiosidade
Pelo visto, o apelo à religião é diretamente proporcional às mazelas sociais e ao volume de crimes. A ineficácia do Estado serve à religião, esta mãe (ou madrasta?) daquele. O Estado cria gente sem rumo, que vira clientela da religião. Como nós brasileiros, o povo mexicano continua submetido à servidão católica.
Aqui temos N. S. Aparecida (falsa até no nome) e lá a Virgem de Guadalupe, cuja história é também plena de fraudes escandalosas.
Aqui temos N. S. Aparecida (falsa até no nome) e lá a Virgem de Guadalupe, cuja história é também plena de fraudes escandalosas.
Quanto mais gente desesperançada, por força da assistência estatal ineficiente, mais pessoas apelam a "Deus", ou a "santos" ou vão para o outro pólo: o crime.
Ou você conhece outro país onde a criminalidade esteja mais presente? O Brasil está chegando perto, mas não sei se já se pode equiparar ao México.
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Visto para brasileiros é emitido na hora, via internet, e tem validade de 6 meses
A Plaza de la Constituición é cercada pela Catedral Metropolitana e pelo Palácio Nacional, além de ser a terceira maior do mundo
Foto: Lúcio Charão / Agencia RBS
Entre passado e futuro, a história do México é escrita em diferentes cores e dialetos. A sua trajetória é marcada por belas paisagens, danças e músicas folclóricas, antropologia e misticismo. Dominado há séculos pelos espanhóis, o povo mexicano - mestiço de brancos hispânicos e índios - não sucumbiu à colonização e se tornou independente em 1836. É nesse mosaico cultural que também se tece a história da capital do país, a Cidade do México, que tem 17 milhões de habitantes.
Rodeada por uma exuberante vegetação e construções de concreto, a capital é árida. Do alto de seus 2.240 metros acima do nível do mar, a escassez de ar não é um empecilho, nem mesmo para quem não está habituado a enfrentar altitudes.
A EFERVESCÊNCIA DO CATOLICISMO
Devotos de joelhos cumprindo promessas. Pessoas de todos os cantos do mundo. É assim o cenário encontrado por quem passa pelo complexo religioso de Guadalupe. A Basílica, principal atrativo do local que reúne quase 10 igrejas católicas, foi construída há 35 anos. Em formato de círculo, pode abrigar 10 missas ao mesmo tempo: uma no templo principal e outras nove em capelas com som independente situadas no segundo andar. Com 89% da população nacional declarada católica, a efervescência dessa religião também é vista à frente da imponente Basílica, onde uma estátua de bronze do papa João Paulo II impera rodeada por igrejas e fiéis. Ainda nesse complexo religioso, o que não faltam são imagens de Nossa Senhora de Guadalupe, a padroeira do México, homenageada em 12 de dezembro.
MISTO DE CORES E DANÇAS
O rufar dos tambores na apresentação do Balé Folclórico da Cidade do México é impressionante. A beleza da variedade de cores mesclada à vastidão de ritmos que soam dos instrumentos deixa qualquer espectador boquiaberto. Índios, baterias, chocalhos, lenços, inúmeras trocas de roupa, sombreros, sapateadores, entre outros adereços protagonizam uma viagem pela história do México. A maestria dos músicos e dançarinos com instrumentos como violões, acordeões, baterias, cavaquinhos e violinos é digna de uma nova visita à apresentação de pouco mais de uma hora. O turista não imagina que a estrutura revitalizada do prédio do Palácio Nacional de Bellas Artes – com mais de 150 anos de existência – foi, um dia, um abrigo para tratamento de doentes.
TERCEIRA MAIOR PRAÇA DO MUNDO
Um mar de gente se acotovela no pulsante coração da Cidade de México. No centro dessa multidão, uma imponente bandeira com 35 metros tremula com o sopro do vento. Ao redor, a Catedral Metropolitana, os prédios do Palácio Nacional, onde o presidente Felipe Calderón despacha diariamente, e a sede do governo, onde 12 ministros trabalham. Trata- se da Plaza de la Constituición, a terceira maior de convívio público do mundo, com 150 mil metros quadrados. A vasta estrutura de concreto, quase sempre abarrotada de turistas e ávidos vendedores ambulantes, perde em tamanho apenas para a Praça Vermelha, em Moscou ( Rússia), e a Praça da Paz Celest ia l, em Pequim ( China).
TRÂNSITO DA METRÓPOLE EXIGE MUITA PACIÊNCIA
Um passeio ao longo dos 14 quilômetros da Avenida Paseo de La Reforma – que corta a cidade de leste a oeste – proporciona uma viagem aos 4 mil anos de história mexicana: um misto de cores, artes, danças, antropologia, misticismo e música. Esse tour por uma das principais vias da Cidade do México – há, ainda, a Avenida Insurgentes, que tem 33 quilômetros e cruza o município de norte a sul –, onde se avistam cocares e sombreros, permite também que o visitante experimente pimentas de diferentes sabores e vislumbre estátuas que falam por si só. Porém, metrópole de trânsito caótico, uma das maiores capitais da América Latina pede paciência ao turista, respondendo a ele que a calma vale a pena. Caso a volta pelo exótico território do Distrito Federal seja de metrô, a recomendação pode ser, mais uma vez, tranquilidade. Os 180 quilômetros de túneis que cortam a capital são o meio de transporte mais importante e barato. Cerca de 6 milhões de pessoas se espremem diariamente utilizando o subterrâneo da Cidade do México para chegar a diferentes regiões do município.
DE OLHO NO BRASIL
Donos do 14 º Produto Interno Bruto ( PIB) do mundo, os mexicanos têm no turismo sua terceira fonte de renda. Em 2010, o país recebeu 22,4 milhões de turistas, que injetaram US$ 11,8 milhões. A previsão do governo é otimista sobre o crescimento do PIB, e com planos que colocam os brasileiros no topo da lista de pretensões. – Não somos apenas sol e praia. Queremos mostrar ao mundo o mosaico que é o México. Temos cultura, diversão, história. Em 2008, tivemos 76,5 mil turistas brasileiros. Para 2018, a projeção é de 553 mil pessoas – garante o diretor do Conselho Nacional de Promoção Turística, Elijio Serna Najera.
MUSEU NACIONAL DOLORES OLMEDO
Foto: Lúcio Charão/ Agência RBS
Dono de um rico acervo de arte popular, arte pré- hispânica, pinturas de Angelina Beloff, Diego Rivera e Frida Kahlo, o Museu Nacional Dolores Olmedo é um destino quase imperdível. Situado em uma área distante 25 quilômetros da Cidade do México, já no bairro de La Noria, a mansão que até 2002 era o endereço da socialite Dolores Olmedo é repleta de cachorros, pavões, áreas verdes, palcos e uma centena de salas de exposição. Ostentando 150 obras de Rivera e 26 de Frida, as coleções de pinturas a óleo e a casa que as abriga estão avaliadas em US$ 450 milhões. Retratos da violência, como assassinatos, abortos e sangue, e exposições de teor mais brando, como autorretratos de Frida, além de fatos do cotidiano antigo do México, compõem o museu. Dolores Olmedo, ou Dona Lola, tinha 20 anos quando conheceu Rivera, então com 42 anos, amigo de sua mãe. O pintor ficou tão encantado com a jovem que imediatamente pediu licença à amiga para que a filha posasse para ele. Ali nasceu uma relação amorosa que duraria quase 30 anos, até a morte de Rivera, aos 71 anos.
OS MURAIS DE DIEGO RIVERA
Um dos ícones das artes plásticas do México, Diego Rivera ( 1886- 1957), que pintou mais de 3 mil quadros, tem uma exposição permanente no Palácio Nacional. São mais de 10 murais do pintor, emoldurados nas paredes do histórico prédio erguido em 1551. Boa parte dos 4 mil metros quadrados de obras de Rivera, distribuídas no palácio intitulado como A Epopeia do Povo Mexicano, revisitam o país em várias épocas, que vão desde os confrontos entre índios e espanhóis, a poligamia, o alcoolismo e as belezas naturais, entre elas, as pirâmides de Teotihuacán. Os homens da Polícia Federal, espalhados por todo o prédio do palácio, restringem uma série de objetos na entrada ( que é gratuita), como óculos escuros, canetas e lápis e flashes na hora de fotografar.
O MÉXICO VISTO PELO PASSADO
Composto por cinco grandes salas, o Museu Nacional de Antropologia, na Cidade do México, funciona de terça a domingo. O belíssimo prédio, desenhado pelo arquiteto mexicano Pedro Ramires Vasquez, que projetou, entre outras obras, o Estádio Azteca e a Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe, reúne milhares de anos da mística história mexicana. Culto à água, ao fogo, ao vento, aos dragões e às serpentes. Esculturas sem cabeça, monumentos esotéricos, personagens que teriam vida após a morte e civilizações que até hoje deixam lacunas sobre seu modo de viver se apresentam por meio de cerâmicas e máscaras no museu, que propicia uma verdadeira viagem no tempo. Há, ainda, um belo lago artificial com carpas e tartarugas em meio às salas.
CENTRO HISTÓRICO
A Rua Madero, onde há o calçadão do Centro Histórico da Cidade do México, é um misto de cores, cheiros, limpeza, tecnologia e antiguidade. O convite aos turistas fica por conta das lojas que vendem desde produtos artesanais e suvenires até grifes com artigos que passam da casa dos US$ 10 mil. Há, ainda, fartas opções de gastronomia mexicana à disposição em diferentes restaurantes.
UMA VOLTA DE TURISBUS
Que tal um city tour com um vento no rosto? O turisbus – ônibus de dois andares, cuja parte superior é aberta – opera 365 dias por ano. O tour oficial, guiado em seis línguas, é uma boa forma de conhecer boa parte da capital mexicana em poucas horas.
BEM- VINDO A TEOTIHUACÁN
O mistério envolto na vida mexicana é posto à prova em Teotihuacán, a 42 quilômetros da Cidade do México. Em meio a pelo menos 20 pirâmides, o visitante depara com o local que foi o centro econômico mexicano pré-hispânico por mais de 1,1 mil anos. A comunidade teve 180 mil habitantes que acreditavam piamente no significado da origem do nome Teotihuacán: cidade onde homens se convertem em deuses. O apogeu dessa era foi 50 anos após sua fundação, em 450 a. C. Já o término da existência desse povo, que vivia da caça e da pesca para sobreviver, foi em 1100 d. C. As pirâmides da Lua, com 40 metros de altura, e a do Sol, com 63 metros e 365 degraus, são os principais atrativos. Aos turistas, recomenda- se que, no dia da visita, usem protetor solar e estejam descansados, uma vez que o ar rarefeito da latitude deixa uma sensação de cansaço incomum.
O PAÍS EM NÚMEROS
:: 113,7 milhões de habitantes
:: 14 ª economia mundial
:: Mais de 5 mil quilômetros de praias às margens dos oceanos Atlântico e Pacífico
:: 62 etnias
:: 57 aeroportos internacionais
:: 28 aeroportos nacionais
:: Destino número 1 de chegada de cruzeiros
:: 623 mil leitos de hotel
:: 40 sítios arqueológicos espalhados pelos 32 estados do território
:: 174 áreas naturais protegidas
Fonte: ZERO HORA
“Dinheiro de plástico” pode ser uma armadilha para o consumidor Economia - 31 de julho de 2012 - Deixe seu comentário Postada por: Redação Que é prático ninguém duvida. Mas para usar o chamado dinheiro de plástico, ou cartão de débito, o consumidor deve dobrar a atenção para não pagar tarifas que muitas vezes desconhece. De acordo com o Banco Central, as organizações financeiras só podem cobrar cinco taxas referentes à prestação de serviços do cartão. Na lista de tarifas que podem ser cobradas estão anuidade, taxa para emissão de 2ª de via do cartão, encargo para a retirada em espécie na função saque e no uso do cartão para pagamento de contas. Ou seja, o banco não pode cobrar pelo uso do cartão de débito, a não ser que ultrapasse o limite. A determinação é do ano passado, mas só entrou em vigor em 1º de junho. Para se proteger, é importante que o consumidor verifique se a organização financeira já se adaptou a nova regulamentação. Em caso de cobrança indevida, o cliente deve procurar a agência responsável pelo atendimento e buscar a solução do problema. Caso não resolva, é recomendado que procure um órgão de defesa do consumidor ou ainda faça denuncia junto ao Banco Central.
Que é prático ninguém duvida. Mas para usar o chamado dinheiro de plástico, ou cartão de débito, o consumidor deve dobrar a atenção para não pagar tarifas que muitas vezes desconhece. De acordo com o Banco Central, as organizações financeiras só podem cobrar cinco taxas referentes à prestação de serviços do cartão.
Na lista de tarifas que podem ser cobradas estão anuidade, taxa para emissão de 2ª de via do cartão, encargo para a retirada em espécie na função saque e no uso do cartão para pagamento de contas. Ou seja, o banco não pode cobrar pelo uso do cartão de débito, a não ser que ultrapasse o limite.
A determinação é do ano passado, mas só entrou em vigor em 1º de junho. Para se proteger, é importante que o consumidor verifique se a organização financeira já se adaptou a nova regulamentação.
Em caso de cobrança indevida, o cliente deve procurar a agência responsável pelo atendimento e buscar a solução do problema. Caso não resolva, é recomendado que procure um órgão de defesa do consumidor ou ainda faça denuncia junto ao Banco Central.
Fonte: CONSULADO SOCIAL
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