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Advogado - Nascido em 1949, na Ilha de SC/BR - Ateu - Adepto do Humanismo e da Ecologia - Residente em Ratones - Florianópolis/SC/BR

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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

QUEM É FLÁVIO BOLSONARO, NA VERDADE?

Embora tenha sido derrotado no pleito, o homem que simboliza os preconceituosos e gosta de chamar o seu rival de "Nine" (o nove dedos) tem os dez dedos, mas moral nenhuma para apontar os outros como corruptos e bandidos.

Quando ele for - a exemplo do pai - condenado pela Justiça, gostarei muito de ver os bolsonaristas repetirem o refrão "bandido bom é bandido morto".

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Quem é Flávio Bolsonaro: acusações de corrupções milionárias e histórico sombrio com milicianos

Banco Master, Dark Horse, Rachadinhas e Plataforma de Apostas até seu histórico sombrio com milicianos no Rio de Janeiro.
19/10/26 • 17:58


Histórico sombrio de Flávio Bolsonaro tem relação com milícias do Rio de Janeiro - Foto: Reprodução de redes sociais


Resumo da notícia ​


Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, é investigado por lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção. Somente no Supremo Tribunal Federal (STF), ele chega ao pleito eleitoral alvo de dois inquéritos com movimentações bilionárias em esquemas criminosos. Nas investigações, o nome Flávio Bolsonaro aparece ao lado do advogado Willer Tomaz, já publicamente seu amigo, em uma rede de empresas e apostas que movimentou cerca de R$ 1,4 bilhão. No caso Dark Horse, as investigações mostram que Flávio Bolsonaro não recebeu do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, os R$ 62,9 milhões para financiar de forma oficial e privada o filme de seu pai, mas os repasses foram escondidos, sem contratos ou valores declarados. Outros episódios suspeitos, como a compra de uma mansão de R$ 6 milhões quitando o financiamento integral em 3 anos, com supostas parcelas de R$ 20 mil mensais, que quase totalizavam a sua remuneração foram integrados à investigação. O senador ainda carrega um passado sombrio, acusado de desvios de salários na Alerj, no esquema “Rachadinhas”, e fortes vínculos públicos com milicianos, que são grupos armados criminosos do Rio de Janeiro.

Confira, abaixo, um compilado organizado pelo GGN dos inquéritos e suspeitas contra o candidato Flávio Bolsonaro (PL):
Dark HorseAcusações: Suspeita de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção.
Relator no STF: Ministro André Mendonça.
Entenda o caso: A Polícia Federal investiga irregularidades no financiamento do filme Dark Horse, obra audiovisual que retrata seu pai, Jair Bolsonaro. A investigação foi aberta após vir a público um áudio em que Flávio negociava um repasse milionário com o então banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. O financiamento do filme de Flávio Bolsonaro envolve, ainda, outros personagens e transações suspeitos. Paulo Calixto é o administrador e representante legal de um fundo internacional, o Havengate Development Fund LP, com sede no Texas, EUA, que recebeu as transferências de cerca de R$ 60 milhões de Vorcaro para financiar a produção, transferidos em seis operações entre fevereiro e maio de 2025. Calixto é também advogado que atua na defesa de Eduardo Bolsonaro. Nas investigações também aparece Fabiano Zettel, cunhado e operador financeiro de Vorcaro e amigo de Flávio Bolsonaro, como elo de conexão.
Defesa e desdobramentos: Flávio Bolsonaro nega irregularidade e sustenta que os recursos arrecadados para o filme vieram exclusivamente de patrocínio privado legal. Mas a PF apura se os valores declarados como patrocínio privado ocultavam o uso ilegal de verbas públicas (como emendas parlamentares) ou benefícios indevidos em razão de seu mandato. Além disso, informações entregues pelo liquidante da massa falida do Master, Eduardo Bianchini, comprovam que não há qualquer documento, contrato ou comprovação de financiamento privado pelo banco ao filme e que os valores, portanto, foram entregues pelo ex-banqueiro “debaixo do tapete”. O GGN revelou em reportagem recente que, sob a relatoria de André Mendonça, a investigação contou com irregularidades e pouco avançou.
Mansão Milionária
Investigação: Flávio Bolsonaro levantou suspeitas da Polícia Federal dentro do Caso do Banco Master com a compra de uma casa de luxo avaliada em R$ 6 milhões, localizada em região nobre do Lago Sul, em Brasília.
Entenda o caso: A investigação faz parte do inquérito da Operação Compliance Zero, que investiga o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o Banco Master e o BRB, apontando suspeitas de favorecimento. Na compra, realizada em 2021, Flávio Bolsonaro e sua esposa deram uma entrada de R$ 2,87 milhões e financiaram os R$ 3,1 milhões restantes pelo banco estatal BRB, à época sob a presidência de Paulo Henrique Costa, posteriormente preso no caso Master. A principal suspeita da compra da mansão é a incompatibilidade de renda de Flávio: a parcela do financiamento era de R$ 18 a 20 mil mensais, que equivalia a quase 80% do salário líquido de senador na época, que era de aproximadamente R$ 24,9 mil. O senador justificava o complemento orçamentário por meio de ganhos de seu escritório privado de advocacia e uso de recursos da venda de um imóvel.
Quitação Relâmpago: Além disso, apesar de ter contraído uma dívida estruturada para durar 30 anos, Flávio Bolsonaro quitou integralmente os R$ 3,1 milhões do empréstimo em apenas três anos, o que acelerou o interesse da PF em rastrear a origem exata do dinheiro utilizado para encerrar o saldo devedor. Até hoje, Flávio não explica completamente como pagou a mansão milionária, apenas que foi “dentro da legalidade”.
Willer Tomaz
Acusações: Suspeita de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção.
Relator no STF: Ministro Alexandre de Moraes.
Entenda o caso: A investigação nasceu de uma apuração da PF no Rio Grande do Sul sobre crimes financeiros de plataformas de apostas e sistemas digitais de pagamento. O foco é o advogado Willer Tomaz, amigo pessoal de Flávio Bolsonaro, e as movimentações realizadas por suas empresas e contas bancárias, no montante de R$ 1,4 bilhão. Ao investigar os dados na nuvem de Tomaz, os investigadores encontraram e-mails, documentos pessoais e registros financeiros de que Flávio Bolsonaro figurava como “usuário master”, o que concede a ele acesso operacional, de uma conta bancária da Alcazar Holdings, empresa do advogado e sediada na Ilha da Madeira, em Portugal. A empresa é uma das envolvidas no crime financeiro. Ainda, em polêmica recente, uma funcionária de Willer Tomaz encaminhou um pedido ao banco Santander, em 2025, para desvincular Flávio da conta empresarial, buscando retirar as suspeitas contra o senador. Segundo a investigação, e-mails e registros apreendidos pela PF mostram também viagens conjuntas de Flávio e Willer ao exterior, incluindo deslocamentos entre Portugal e França, em 2025, custeadas pelas empresas do advogado. A PF também examina a disponibilização de imóveis e estruturas por Willer Tomaz para atividades da campanha de Flávio em São Paulo.
Defesa: A assessoria do senador declarou que as acusações são infundadas e que sua relação com o advogado restringe-se à esfera da amizade pessoal, alegando também que o vazamento do inquérito tem motivação político-eleitoral. O advogado também nega que tenha movimentado R$ 1,4 bilhão com a Blaze ou realizado saques em plataformas de apostas no exterior.
Escândalo das RachadinhasAcusações: Lavagem de dinheiro, peculato (desvio de dinheiro público) e organização criminosa. O caso foi arquivado.
Entenda o caso: O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) acusou Flávio Bolsonaro de liderar um esquema de recolhimento ilegal de parte dos salários de assessores de seu gabinete na época em que era deputado estadual (ALERJ), utilizando uma franquia de uma loja de chocolates da Kopenhagen e transações imobiliárias para lavar os recursos. A investigação e testemunhas revelaram que o atual candidato à Presidência contratava funcionários de sua confiança, incluindo familiares do miliciano Adriano da Nóbrega, como assessores da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), para receber parte dos salários deles. O dinheiro em espécie, vivo, era desviado e colocado na loja de chocolates para dar aparência legal ao dinheiro. Entre 2015 e 2018, os investigadores constataram que a loja recebeu 1.512 depósitos em dinheiro vivo. Auditorias apontaram que a chocolataria registrava lucros extraordinariamente lineares e regulares ao longo de todo o ano. Em 2020, Fabrício Queiroz, ex-policial militar e amigo de Flávio Bolsonaro foi preso, acusado de operar o esquema. Queiroz movimentou cerca de R$ 1,2 milhão em operações consideradas atípicas pelo Coaf.
Quem é Mariana: Mas as informações do inquérito das “Rachadinhas” revelam que Fabrício não era o centro do esquema, que acontecia já antes de sua presença. A chefe de gabinete de Flávio anterior a Fabrício Queiroz, Mariana Lúcia da Silva Ramos Mota, já arrecadava os valores repassados pelos assessores de Flávio Bolsonaro até março de 2008. Somente entre janeiro de 2007 e março de 2008, ou seja, em menos de um ano, Mariana recebeu 15 transferências bancárias originadas da conta de um ex-assessor do gabinete. O montante somou R$ 39,4 mil, o que equivalia a cerca de 45% dos vencimentos dele. Além disso, a filha de Mariana, Catarina Ramos Mota, que era sócia em uma empresa de Ana Cristina Valle, ex-mulher de Jair Bolsonaro, foi nomeada assessora na Alerj.
Desfecho judicial: A defesa de Flávio Bolsonaro trabalhou para que os tribunais superiores anulassem as principais bases da investigação por erros formais e técnicos, conseguindo arquivar o processo. Os advogados alegaram que a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Flávio Bolsonaro e dos demais investigados não foi devidamente fundamentada e a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) concordou, esvaziando legalmente a acusação. Na prática, a Justiça considerou que as provas não foram obtidas de maneira correta, mas não que eram inverídicas. Flávio Bolsonaro não foi condenado por esse episódio, mas o arquivamento não significou a sua inocência.

Passado sombrio e vínculo com miliciano Adriano da Nóbrega

A acusação mais emblemática dentro do caso das Rachadinhas envolveu o ex-capitão do Bope Adriano da Nóbrega, apontado como chefe do Escritório do Crime, uma das milícias mais violentas do Rio de Janeiro.

Emprego de familiares: Flávio Bolsonaro empregou em seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) a mãe de Adriano (Raimunda Magalhães) e a então esposa do miliciano (Danielle Mendonça da Costa). Segundo a denúncia do MP-RJ (posteriormente arquivada), as duas familiares de Adriano participavam do esquema de “rachadinha” e teriam repassado cerca de R$ 400 mil para as contas administradas pelo operador Fabrício Queiroz.

Financiamento de prédios da milícia: Relatórios de inteligência financeira indicaram que parte dos valores recolhidos na “Rachadinha” do gabinete de Flávio teria sido usada para financiar e lucrar com construções ilegais de edifícios controlados pela milícia nas regiões de Rio das Pedras e Muzema.
Homenagens oficiais: Além disso, enquanto exercia mandato na Alerj, Flávio concedeu a Medalha Tiradentes, a maior honraria da casa, a Adriano da Nóbrega quando este se encontrava preso sob acusação de ser um dos maiores matadores do Rio de Janeiro.

“Nosso senador”: Emendas parlamentas a milicianos

A Polícia Federal investiga o repasse de verbas públicas por meio de emendas parlamentares pelo senador Flávio Bolsonaro a figuras ligadas a milícias:O caso “Peixe”: Já como senador, a PF apura a destinação de uma emenda parlamentar no valor de R$ 200 mil enviada pelo gabinete de Flávio Bolsonaro a pedido de Robson Calisto, conhecido como “Peixe”. Peixe foi condenado por integrar a milícia armada dos irmãos Brazão e no envolvimento logístico no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. A investigação analisa se houve desvio na aplicação desse recurso público. Flávio Bolsonaro repassou o dinheiro supostamente para a organização de futebol infantil em uma região de influência política dos Brazão, mas a PF e o TCU identificaram que o dinheiro público teria sido integralmente desviado para um escritório de advocacia. Em mensagens apreendidas, os milicianos chamavam Flávio Bolsonaro de “nosso senador”. A defesa afirma que as emendas seguiram a legislação e que a fiscalização dos recursos cabe aos órgãos executores e aos ministérios competentes.

Outras entidades: Relatórios investigativos apontaram que outras emendas apresentadas pelo senador abasteceram contratos com institutos indicados por lideranças regionais suspeitas de serem de domínio de milícias e ONGs consideradas “inexistentes” pela Receita Federal.
Os criminosos no entorno de Flávio

O histórico público do senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), reúne conexões com diversas pessoas investigadas ou condenadas por corrupção, lavagem de dinheiro e milicianos. Abaixo, listamos especificamente estes nomes e a relação de Flávio Bolsonaro com cada um:
Núcleo das Milícias e do Caso Marielle FrancoAdriano da Nóbrega: Ex-capitão do BOPE e chefe do Escritório do Crime (grupo de extermínio da milícia fluminense), morto na Bahia em 2020. Flávio Bolsonaro empregou a mãe (Raimunda Magalhães) e a ex-esposa de Adriano (Danielle Mendonça) em seu gabinete na Alerj. Investigações apontaram que as duas repassavam salários para o operador do gabinete e que a verba retroalimentava a construção de prédios ilegais da milícia em Rio das Pedras. Flávio também condecorou Adriano duas vezes na Alerj. A defesa alega que as nomeações foram de responsabilidade de Fabrício Queiroz e que Adriano era um policial sem máculas na época.
Robson Calisto Fonseca (“Peixe”): Ex-policial militar condenado por integrar a milícia armada liderada pelos irmãos Chiquinho e Domingos Brazão (mandantes do assassinato de Marielle Franco). Investigações da PF de 2026 revelaram que, a pedido de “Peixe”, Flávio Bolsonaro assinou uma emenda parlamentar de R$ 200 mil direcionada a uma ONG de futebol infantil na Zona Sudoeste do Rio, reduto dos Brazão. A PF e o TCU detectaram que os fundos públicos foram integralmente desviados para um escritório de advocacia. Nas mensagens de áudio interceptadas, os criminosos referiam-se a Flávio como “nosso senador”. Flávio alega que o envio de emendas segue critérios técnicos e que ele não possui gerência sobre desvios posteriores.
Irmãos Brazão (Chiquinho e Domingos): Políticos condenados como mandantes do atentado contra Marielle Franco. Embora não haja acusação de autoria intelectual contra o senador, o grupo político de Flávio Bolsonaro mantinha amplas alianças territoriais com os Brazão na Zona Oeste do Rio.
Discursos de blindagem às milícias: No início dos anos 2000, Flávio Bolsonaro utilizou a tribuna da Alerj em diversas ocasiões para defender a atuação das chamadas “milícias autodefesas”, classificando-as como movimentos espontâneos de policiais para garantir a segurança de comunidades contra o tráfico, dissociando-as de grupos criminosos.
Voto contra a CPI das Milícias: Flávio Bolsonaro foi um dos parlamentares que se posicionou de forma contrária à instalação da histórica CPI das Milícias na Alerj em 2008, coordenada pelo então deputado Marcelo Freixo, que acabou por indiciar mais de 200 políticos, policiais e criminosos envolvidos com o controle de taxas ilegais de gás, TV a cabo e transporte.
PMs seguranças: os policiais militares gêmeos Alan e Alex Rodrigues de Oliveira, que atuaram na segurança de Flávio Bolsonaro em agendas públicas durante a campanha eleitoral ao Senado de 2018, foram presos na Operação Quarto Elemento, do MP-RJ, por organização criminosa de PMs. Eles eram irmãos de uma assessora próxima de Flávio, que também atuava como tesoureira de seu partido à época.
Legislação sobre munições: Já no Senado, o parlamentar manteve pautas de segurança que geram forte controvérsia e oposição. Flávio é autor e defensor de um projeto de lei que extingue a obrigatoriedade da marcação e rastreamento de lotes de cápsulas de munição adquiridas por órgãos de segurança pública. Partidos como o PT acusam o senador de “legislar a favor do crime organizado” com a proposta, uma vez que o fim do rastreamento inviabiliza que a perícia identifique se munições desviadas de arsenais oficiais foram usadas por milícias em homicídios. Flávio Bolsonaro defende-se afirmando que as regras atuais engessam o trabalho policial e que a alteração é apenas um “detalhe técnico” desvirtuado pela oposição.
Escândalo Master e Dark HorseDaniel Vorcaro: Ex-controlador do extinto Banco Master, Vorcaro foi preso sob acusação de fraudar bilhões no sistema financeiro. Mensagens reveladas pela imprensa apontam que Flávio Bolsonaro (que chamava o banqueiro de “irmão” em áudios) negociou com ele um repasse de R$ 134 milhões (US$ 24 milhões à época) para custear o longa-metragem. Metade do valor foi transferida por fundos no Texas. Flávio sustenta que se tratou de um acordo puramente privado de patrocínio e que a verba é lícita.
Willer Tomaz: Advogado e amigo pessoal do senador, tornou-se alvo de outro inquérito no STF em outubro de 2026, sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes. Ao cruzar dados de Tomaz com um esquema de apostas e plataformas de pagamento, a PF indicou Flávio Bolsonaro como “usuário master” de contas bancárias da empresa Alcazar Holdings, pertencente ao advogado, além de apontar que as firmas de Tomaz pagaram passagens aéreas e cederam imóveis de campanha ao senador.
Fabiano Zettel: Cunhado e apontado pela PF como principal operador financeiro de Daniel Vorcaro no mercado. O apartamento cedido por Willer Tomaz para a campanha de Flávio Bolsonaro em São Paulo pertencia originalmente a Zettel antes de ser transferido ao advogado. Diversas conexões apontam amizade entre Zettel e Flávio Bolsonaro.
Paulo Calixto: Advogado que atua na defesa de Eduardo Bolsonaro, Calixto aparece nos registros como administrador e representante legal do fundo internacional Havengate Development Fund (com sede no Texas), que recebeu o dinheiro de Vorcaro, solicitado por Flávio, para o filme Dark Horse.

CADÊ O VALDEMAR?

Ele, que é presidente do PL e já foi apontado como parceiro do Bozo no desfrute da Micheque, eleita esta última senadora, pouco se importa com o destino de Flávio, o qual, aliás, não se dá muito bem com a mulher do pai?

Alguém viu o Valdemar questionando o resultado das urnas? 

Nem o ministro da casa civil de Bolsonaro, Ciro Nogueira (cuja re-candidatura resultou inexitosa) e ainda o Ônix Lorenzoni, mas sobretudo o ex-vice do Bozo, o general Mourão, parecem querer agora evitar o contágio dos milicianos da Barra da Tijuca.  

Espero, sinceramente, que chegue a vez do baba-ovos que reelegeu-se governador de SC tomar o coice (duplo) que lhe cabe também.

E o Seifer?   Sei lá onde anda o bestunto!  Estará cuidando de liberar mais algum caminhão apreendido com uma carga ilícita de erva? 

Como disse o Malacheia, "deus esolhe as coias ruins" para se juntarem, mas parece que nem deus consegue evitar que a traição campeie entre eles. 

A SOBERBA É UMA M....

Tendo conseguido eleger um irmão (Carlucho) e a mulher do pai (Micheque) como Senadores, mais um irmão do pai como deputado e até um filho (o Zero Quatro) visivelmente descerebrado, como deputado federal, dois deles graças a eleitores de SC e, de quebra, emplacado uma diferença de cerca de 2 milhões de votos sobre Lula, no primeiro turno, o presunçoso Flávio Rachadinha e tomador de mansão alheia deixou-se dominar pela soberba e, por tal vacilo, acabou de levar uma dolorosa lição de política de um velho que reune experiência e carisma com os quais nenhum Bolsonaro poderá equiparar-se. Afinal, quem se habituou a renhidas pelejas políticas desde os tempos em que, como sindicalista, tinha que peitar advogados das multinacionais e a poderosa FIESP, como é o caso de Lula, tem uma bagagem invejável e vislumbra, em situações de desespero, com certa facilidade, alguns pulos de gato.

A soberba do "rachadinha" irá lhe custar bastante caro, porquanto culminou com a perda de foro privilegiado e imunidade.

E agora não terá um Vocaro (que dizem ser apenas pau mandado de um grande traficante espanhol de nome Oliver Ortiz de Zarate Martin) a socorrê-lo com aporte de vultosas quantias. A fonte secou, não só para ele como para seu arrogante irmão Eduardo Bananinha, ao que tudo indica.  

Com ele, cairão nas malhas da Justiça, um certo advogado e vários outros políticos presunçosos que o clã Bolsonaro enredou com o fito de eleger seus membros. 

Amarga lição tomaram também Esperidião Amin e sua esposa Ângela, os quais irão para a lata fedorenta do ostracismo, porque não terão mais tempo de aprender que os milicianos do RJ são traidores por vocação inarredável. Saiu o casal de políticos catarinenses de modo melancólico da política, o que, principalmente para o vaidoso "Dão", deve ter sido muito doloroso. 

De uma coisa tenho certeza: depois da preterição de Esperidião pelo carioca Carluxo (aquele do "Gabinete do Ódio"), muitos aliados dos Bolsonaro em nosso Estado estarão, permanentemente, com as barbas de molho, com "um olho no pastor e outro no culto".

BRASIL, FAROL DO MUNDO

Respiramos, pero sin bajar la guardia

La victoria de Lula muestra que aún es posible despertar el instinto de supervivencia de un pueblo y convierte a Brasil en un faro para un mundo acechado por la extrema derecha

Luiz Inácio Lula da Silva celebra la victoria electoral, este domingo.AMANDA PEROBELLI (REUTERS)

Nunca antes en la historia de Brasil se había producido una remontada como esta. Nunca antes en la historia de este país, como le gusta decir a Luiz Inácio Lula da Silva, se había visto algo tan bonito. Ni siquiera el movimiento por la redemocratización tras 21 años de dictadura movilizó a tanta gente anónima como ahora, para derrotar al fascismo que representa la familia Bolsonaro. Fue Maria, fue João, fue Ana, fue José contra el Meta de Mark Zuckerberg, que hasta la ONU señaló que había reducido el alcance de las publicaciones a favor de Lula. Fue Raimunda, fue Francisco, fue Carolina, fue Paulo quienes convencieron a los indecisos de que el bolsonarismo no es de derechas, y mucho menos conservador, sino fascismo. Y ahora Lula, reelegido, debe su mandato al pueblo, como debe ser. Porque en las últimas tres semanas lo que se ha visto en Brasil ha sido la democracia ejerciéndose en toda su plenitud para impedir que el bolsonarismo volviera al poder, corrompiera la Constitución, llevara la selva amazónica al punto de no retorno y se arrodillara ante Donald Trump.

La democracia en Brasil ha vencido en un mundo en el que el fascismo avanza. La democracia por la que muchas brasileñas y brasileños luchamos, por la que lucharon nuestros padres y abuelos; la democracia por la que muchos sufrieron brutales torturas por defenderla, otros siguen desaparecidos hasta hoy y otros fueron asesinados por agentes del Estado. La democracia que comenzó a enmendar la violencia estructural contra los negros con el Estatuto de Igualdad Racial y las cuotas raciales en las universidades. La democracia que sacó a Brasil del mapa del hambre. La democracia que permitió que los más pobres llegaran a la universidad. La democracia que fortaleció los derechos de los pueblos indígenas y de las poblaciones tradicionales. La democracia que garantizó el programa social Bolsa Familia. La democracia que salvó lo que aún queda de la Selva Amazónica, del Cerrado, del Pantanal, de la Selva Atlántica, de la Caatinga y del Pampa. La democracia que creó el SUS, el mayor sistema sanitario público, universal y gratuito del mundo. La democracia que garantizó el derecho de cada persona a vivir su orientación sexual y a formar familias con diferentes composiciones de género, respetando las diferencias y con la certeza de que la diversidad es una riqueza. La democracia que impulsó la cultura más allá de los salones de las élites. La democracia que nos permitió ser quienes somos.

Tras haber visto el bando progresista paralizado durante tantos años, inmovilizado ante tantos horrores que cometió Jair Bolsonaro cuando era presidente y el Congreso a lo largo de tantas legislaturas, el sorprendente despertar tras la primera vuelta de las elecciones convierte a Brasil en un faro para el mundo. Porque es posible despertar el instinto de supervivencia de un pueblo. Y la mayoría de las brasileñas y los brasileños tomaron las calles, las de asfalto y las digitales, para luchar por la vida. Como si el Brasil más bello se hubiera reencontrado consigo mismo.

Hay que celebrarlo, pero sin bajar la guardia. La lucha seguirá siendo muy difícil. Lo que Brasil ha conquistado el 25 de octubre es aplazar lo peor. Lula tendrá que hacer frente a cuatro años muy duros, en una coyuntura nacional y mundial dramática y a una edad muy avanzada. El presidente reelegido tendrá que hacer frente a un Congreso dominado por el bolsonarismo. Por sí solo, Lula no puede detener la avalancha fascista que corroe las instituciones. El movimiento que ha garantizado su permanencia en el poder tendrá que mantenerse y ampliarse. Ya no un “ejército de Lula”, sino comunidades de reflexión y acción. Las campañas en las redes sociales son necesarias, pero hace falta mucho más que eso: hace falta debatir y planificar estrategias. Hace falta construir un éxito para 2030. Y quizás lo más difícil: hace falta que el Brasil que ha ganado escuche a los casi 60 millones de brasileños que votaron a Flávio Bolsonaro, porque tienen algo que decir que no se puede ignorar.

Por muy espectacular que haya sido esta remontada en el gravísimo momento actual, hay que entender que se trata de una victoria importante, pero puntual. La democracia brasileña sigue corriendo un gran peligro. Ahora, el desafío es saber si la potencia redescubierta de un pueblo será capaz de mantener la movilización que exige el día siguiente.

UMA REAÇÃO IMPROTELÁVEL

Uma medida imperiosa a ser tomada, com todo vigor, pelo governo Lula, é repudiar os desaforos do "motosserra" argentino, um sujeito tresloucado, agressivo e desrespeitoso. Nosso presidente deve dar resposta à altura das ofensas proferidas pelo corrupto sionista argentino. Esta providência é de grande urgência. Aquele nazi-fascista é de uma ousadia nauseante. Mais desrespeitoso que Trump, do qual não passa de sabujo.

E assim como Milei apoiou a candidatura de Flávio, Lula precisa - por ocasião das eleições argentinas - empenhar-se em ajudar a derrotar Milei, até para o bem do povo argentino, o qual não merece padecer sob o tacão dos sionistas.

PARA DESESPERO DOS IANQUES...

....Lula conquistou a 1ª vitória da esquerda na América Latina desde que Trump voltou ao poder.

A vitória de Lula é primeira eleição presidencial vencida pela esquerda na região, desde que Trump voltou à Casa Branca em 2025: na Colômbia, no Peru, na Costa Rica, em Honduras, no Chile, na Bolívia e no Equador, triunfaram candidatos conservadores. A Argentina foi a primeira a lamber o rabo do "baio melado" norte-americano e seus sequases.

O que o governo Lula precisa fazer, portanto, imediatamente, é correr com os gringos da base de Alcântara e da Amazônia, por exemplo.

Os colonialistas ianques (assim como ingleses, franceses, alemães, chineses e israelenses) vão se infiltrando e se adonando da soberania brasileira, de modo ostensivo e já está mais que na hora de por fim a tais abusos.

A nenhum país estrangeiro deve-se facilitar a infiltração em nosso território. Muito pelo contrário, deve-se reprimir (respeitando-se as regras do comércio internacional e do respeito mútuo) manobras que tendem a resultar na apropriação das nossas riquezas minerais, dentre outras.

Para legitimar medidas de contenção da ganância estrangeira, basta que se lembre que eles não permitem que isso aconteça nos respectivos quintais. 

Então, por que motivo devemos tolerar que tomem conta do Brasil? 

Lula tem adotado uma medida muito efetiva no sentido de reduzir a dependência do Brasil em relação às denominadas grandes potências, abrindo mercados para o agro brasileiro, de maneira determinada e digna de aplausos. Essa política de angariar novos parceiros comerciai - rompendo com a dependência em relação aos EUA, Argentina e países da Europa Ocidental - é digna de nota.  Precisa ser intensificada, com todo empenho do governo federal. 

Outra medida imperiosa a ser tomada, com todo vigor, pelo governo Lula, é repudiar os desaforos do "motosserra" argentino, um sujeito tresloucado, agressivo e desrespeitoso. Nosso presidente deve dar resposta à altura das ofensas proferidas pelo corrupto sionista argentino. Esta providência é de grande urgência. Aquele nazi-fascista é de uma ousadia nauseante. Mais desrespeitoso que Trump. 

E assim como Milei aspoiou a candidatura de Flávio,  Lula precisa - por ocasião das eleições argentinas -  empenhar-se em ajudar a derrotar Milei, até para o bem do povo argentino que não merece padecer sob o tacão dos sionistas. 

QUEM NÃO GOSTA DE DISTRIBUIÇÃO DE RENDA, SENDO POBRE...

....É RUIM DA CABEÇA, MIOLO MOLE, DESCEREBRADO. 

A RENDA DISTRIBUIDA VOLTA A CIRCULAR NO MERCADO, FAVORECENDO, INCLUSIVE, PEQUENOS COMERCIANTES DE BAIRRO. 

OS BENEFÍCIOS SOCIAIS IMNPLEMENTADOS PELA ESQUERDA NÃO VÃO PARAR EM PARAÍSOS FISCAIS.   FICAM DENTRO DO PAÍS, ESTIMULANDO O DESENVOLVIMENTO E A DIMINUIÇÃO DAS DISPARIDADES ENTRE AS CLASSES SOCIAIS. 

ATÉ O VEIO DA HAVAN SABE MUITO BEM DISTO.

FLÁVIO NA PAPUDA, EM BREVE

E não terá como pedir prisão domiciliar, não, apesar de doente da cabeça, como todo o clã, aliás. 

Vai fazer dancinha, como fez durante a debochada campanha? 

Vai virar putinha dos outros presos, isso sim.

OS MILICIANOS IRÃO QUESTIONAR SOMENTE A VITÓRIA DE LULA OU TAMBÉM AS ELEIÇÕES DOS GOVERNADORES DA DIREITA ELEITOS EM SEGUNDO TURNO?

 Esta é a reflexão a ser feita.

A escolha da governadora do Distrito Federal, por exemplo? 

O DESESPERO DO MILICIANO DA BARRA DA TIJUCA ...



...E SEUS PATRÕES IANQUES - destaque para o nojento MARCO RUBIO - é que o "rachadinha" agora perdeu o foro privilegiado (imunidade) e os processos criminais contra ele irão decolar.

Tenho muita fé que vá parar atrás das grades como o pai dele. Essa gente abominável precisa responder - respeitando-se o devido processo legal - pelos seus excessos e delitos.

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Flávio Bolsonaro ficará sem mandato pela primeira vez em 24 anos e está na mira da PF

Sem foro privilegiado a partir de 2027, senador do PL terá de responder a dois inquéritos do STF sobre repasses suspeitos e lavagem de dinheiro
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Guilherme LevoratoPublicado em 26 de outubro de 2026 às 06:29



Flávio BolsonaroCrédito: REUTERS/Brian Snyder
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247 – O desfecho da eleição presidencial vencida pelo presidente Lula (PT) reservou um cenário inédito na carreira política do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A partir de fevereiro de 2027, quando a nova legislatura assume as cadeiras no Senado Federal, o parlamentar perderá o mandato e o foro privilegiado, ficando sem um cargo público pela primeira vez em 24 anos.

A trajetória do filho de Jair Bolsonaro (PL) na política fluminense começou em 2003, ocasião em que assumiu a função de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. A perda da imunidade parlamentar, marcada para o dia 31 de janeiro de 2027, ocorre justamente em meio ao avanço de duas investigações conduzidas pela Polícia Federal e que tramitam sob sigilo no Supremo Tribunal Federal (STF).

Sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, um dos inquéritos foca em um esquema de proporções bilionárias envolvendo lavagem de capitais, remessa ilegal de divisas e ocultação de patrimônio. A apuração concentra atenção no advogado Willer Tomaz, apontado como amigo próximo do senador. A PF desconfia de uma eventual sociedade dissimulada entre ambos — alegação rechaçada pelos dois —, além de apontar o parlamentar como “usuário master” de uma conta bancária mantida por uma das empresas de Tomaz.

O outro front judicial, sob a responsabilidade do ministro André Mendonça, debruça-se sobre movimentações financeiras nebulosas destinadas à produção do longa-metragem Dark Horse. Nesse procedimento, os investigadores analisam a origem e a destinação de cerca de R$ 64 milhões transferidos pelo empresário Daniel Vorcaro. Diante da maturidade das apurações sobre os empreendimentos do advogado parceiro, a saída do Congresso Nacional coloca o senador em uma posição de acentuada fragilidade perante a Justiça.