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quinta-feira, 8 de outubro de 2026

EUA DEVEM 40 TRILHÕES DE DÓLARES




Washington depende da demanda por títulos do Tesouro para rolar sua dívida; com juros acima de US$ 1 trilhão ao ano e países diversificando reservas para além do dólar, cresce a pressão sobre um dos pilares do poder econômico dos Estados Unidos

Adrian Korczyński


6 de outubro de 2026
às 15:29

Tradução: Isabelle Paiva





Nos EUA, quarenta trilhões de dólares já não são uma projeção nem um alerta sobre o futuro. É a realidade atual do balanço do Tesouro.

Este não é um problema abstrato que Washington deva administrar. É uma realidade estrutural com consequências diretas para o sistema financeiro global. Tampouco é abstrato para os governos estrangeiros, os bancos centrais e os investidores que possuem uma parte substancial dos títulos do Tesouro emitidos ao público. Eles acompanham os números com a mesma 
atenção que o próprio Departamento do Tesouro.
Donald J. Trump – Flickr

Os Estados Unidos não se tornaram a Grécia, mas a semelhança estrutural é cada vez mais difícil de ignorar: um sistema político que adia repetidamente decisões fiscais difíceis enquanto o peso da dívida continua crescendo.
O alerta que foi ignorado

Durante sua primeira campanha presidencial, Donald Trump advertiu que uma dívida nacional próxima de 24 trilhões de dólares representaria o “ponto de não retorno” dos Estados Unidos. “É quando nos tornaremos a Grécia”, disse. “É quando nos tornaremos um país irrecuperável”. Desde que Trump fez esse alerta, a dívida federal total aumentou em mais de 16 trilhões de dólares.
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Trump não foi o primeiro a alertar sobre a trajetória do endividamento dos Estados Unidos, nem será o último. Seus sucessores, tanto republicanos quanto democratas, deram continuidade ao mesmo padrão de gastos que ele criticou como candidato e que depois presidiu como presidente.

A dívida cresceu sob cada administração, em épocas de prosperidade e de crise, em tempos de guerra e de paz, com uma coerência bipartidária. O mecanismo dos gastos deficitários não é uma falha do sistema; é o próprio sistema.
Quando os juros se tornam o problema

A magnitude do problema é difícil de compreender porque os números perderam toda relação com a realidade. A relação dívida/PIB está atualmente em torno de 123%, um nível que um dia foi considerado um sinal de alerta para as economias desenvolvidas, mas que, nos Estados Unidos, foi quase completamente normalizado.

Os déficits anuais permanecem em torno de 2 trilhões de dólares, mesmo quando o desemprego é baixo e a economia não está em recessão. A diferença estrutural entre as receitas e os gastos do governo não é um fenômeno temporário provocado por medidas emergenciais, mas está incorporada ao orçamento.
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Uma das mudanças mais importantes no orçamento federal é o aumento dos pagamentos de juros. Com mais de um trilhão de dólares anuais, os pagamentos de juros agora rivalizam com os gastos em defesa e consomem mais recursos federais do que muitas funções governamentais importantes somadas. Quanto mais o governo se endivida, maior é a carga de juros, o que reduz a margem fiscal disponível para todo o resto e torna cada vez mais difícil evitar novos empréstimos. Esse mecanismo não requer malícia nem incompetência; requer apenas a continuidade das políticas existentes.

Os Estados Unidos não são a Grécia, e suas vantagens são muito maiores. Mas o mecanismo de adiamento político é conhecido: continuar se endividando é mais fácil do que enfrentar as decisões fiscais e de gastos necessárias para mudar o rumo.
O dilema do dólar

O erro fundamental em grande parte do debate ocidental sobre a desdolarização é a suposição de que o dólar precisa ser primeiro substituído por outra moeda única.

Não é assim.
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Um sistema financeiro multipolar não exige que o renminbi se transforme em um novo dólar. O desenvolvimento mais significativo é a fragmentação gradual de um sistema no qual uma proporção cada vez maior do comércio internacional, das reservas e das transações financeiras já não exige o dólar.

Esse processo já está em andamento.

China e Rússia ampliaram o uso de suas moedas nacionais no comércio bilateral. A Índia tem promovido a liquidação em moeda local com parceiros selecionados. Os bancos centrais aumentaram suas reservas de ouro, ao mesmo tempo em que diversificam seus investimentos em uma gama mais ampla de ativos e moedas. Sistemas de pagamento regionais, acordos bilaterais de swap cambial e mecanismos alternativos de liquidação se desenvolvem paralelamente à arquitetura financeira ocidental.

Nenhum desses acontecimentos, considerado individualmente, acabará com o papel global do dólar. No entanto, em conjunto, eles estão mudando o cenário.
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A questão já não é simplesmente qual moeda poderia substituir o dólar.

A pergunta mais importante é quantas transações podem ser realizadas gradualmente sem ele.

O papel da China é particularmente importante nesse processo. O renminbi não precisa se tornar a principal moeda de reserva do mundo para adquirir uma importância cada vez maior. A magnitude da economia chinesa, suas relações comerciais e sua posição central nas redes econômicas da Eurásia e do Sul Global permitem que a moeda amplie gradualmente seu papel, especialmente no comércio e nas transações bilaterais.

Para muitos governos, o atrativo não é ideológico.

É prático.

Um governo não precisa acreditar que Pequim representa um modelo político melhor do que Washington para preferir um sistema financeiro no qual o acesso ao comércio e aos pagamentos dependa menos de uma única potência externa.

Esse é o significado mais profundo da desdolarização.

Não se trata do colapso repentino do dólar.

Trata-se da construção gradual de um mundo no qual o dólar já não seja o ponto de partida automático.
A mudança silenciosa nas reservas mundiais

A erosão já se torna visível no comportamento dos bancos centrais estrangeiros. Na última década, a composição das reservas oficiais foi gradualmente diversificada. As reservas de ouro aumentaram, algumas economias importantes reduziram sua exposição aos títulos do Tesouro e os bancos centrais demonstraram maior interesse em diversificar suas reservas entre uma gama mais ampla de ativos e moedas. O processo é desigual e não equivale a um abandono iminente do dólar. Mas a direção é bastante clara.

O ritmo dessa diversificação se acelerou após o congelamento dos ativos russos em 2022, o que demonstrou que os ativos mantidos dentro do sistema financeiro ocidental poderiam ser utilizados como arma contra Estados soberanos. Para muitos governos, a lição não foi que os títulos do Tesouro dos Estados Unidos haviam se tornado repentinamente arriscados do ponto de vista de crédito, mas que as reservas depositadas em instituições financeiras ocidentais poderiam implicar riscos políticos e jurisdicionais que antes haviam sido mais fáceis de ignorar.
O cálculo multipolar

De Pequim e Moscou a algumas regiões do Golfo, o cálculo inclui cada vez mais a mesma pergunta: quanta riqueza nacional deve permanecer concentrada dentro de um sistema financeiro regido, em última instância, pelas decisões fiscais, pela política monetária, pelo regime de sanções e pela jurisdição legal de Washington? A Índia optou por sua própria versão, mais cautelosa, de diversificação por meio da liquidação em moeda local e de uma gestão mais ampla das reservas. Essa mudança não é ideológica, mas atuarial.

O mundo multipolar surgido nas últimas duas décadas não é simplesmente uma reconfiguração geopolítica, mas também financeira. Os países do BRICS, os Estados do Golfo e outras economias importantes vêm desenvolvendo sistemas de pagamento alternativos, acordos bilaterais de swap cambial e mecanismos de liquidação que prescindem do dólar. No Ocidente, esses esforços costumam ser descritos como tentativas de enfraquecer o dólar, mas essa interpretação é enganosa. Trata-se, na realidade, de tentativas de reduzir a vulnerabilidade diante de um sistema no qual as decisões fiscais e monetárias, a política de sanções e a jurisdição financeira de um país podem ter consequências desproporcionais para todos os demais. A distinção é crucial. É a diferença entre um ataque e uma apólice de seguro.
O ponto de não retorno

Com 40 trilhões de dólares, a dívida nacional dos Estados Unidos já não é apenas um problema interno dos Estados Unidos. É um componente central do sistema financeiro global e uma obrigação do governo dos Estados Unidos, direta ou indiretamente, com investidores de todo o mundo. Aqueles que possuem esses títulos não estão prestes a se desfazer deles tomados pelo pânico. No entanto, perguntam-se cada vez mais se o retorno que obtêm compensa adequadamente os riscos que assumem. Para muitos deles, a resposta é cada vez menos clara.

O limiar que Trump descreveu como o ponto de não retorno dos Estados Unidos foi ultrapassado, e de forma contundente. Os Estados Unidos não se tornaram a Grécia, mas a semelhança estrutural é cada vez mais difícil de ignorar: um sistema político que adia repetidamente decisões fiscais difíceis enquanto a dívida continua crescendo. A diferença, por enquanto, reside no fato de que os Estados Unidos emitem a moeda de reserva mundial, o que lhes confere uma margem de manobra maior do que a de qualquer outro país.

A duração dessa situação já não depende apenas da política fiscal dos Estados Unidos. Também depende de quanto da carga crescente os investidores nacionais continuarão sendo capazes de absorver e da rapidez com que o restante do mundo decidirá que a dependência de um sistema financeiro endividado e utilizado como arma política se tornou um risco que convém mitigar.


As opiniões expressas neste artigo não refletem, necessariamente, a opinião da Diálogos do Sul Global.

Alexandre determina prisão de Eduardo Bolsonaro após fim dos recursos

 


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta quarta-feira (7/10) a expedição de mandado de prisão contra o ex-deputado Eduardo Bolsonaro para o cumprimento da pena de quatro anos e dois meses de reclusão, em regime inicial semiaberto, por coação no curso do processo. A decisão foi tomada após o encerramento da possibilidade de recursos contra a condenação.

eduardo bolsonaroMarcelo Camargo/Agência Brasil
Condenação de Eduardo Bolsonaro transitou em julgado, mas ele segue foragido nos EUA

Alexandre também ordenou o cancelamento de todos os passaportes brasileiros de Eduardo e determinou que o diretor-geral da Polícia Federal adote as providências administrativas para efetivar a perda do cargo de escrivão da corporação, já estabelecida na condenação.

O mandado de prisão será encaminhado à PF e deverá ser incluído no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP).


Pressão sobre autoridades

Eduardo foi condenado por unanimidade pela 1ª Turma do STF por articular e incentivar sanções de um Estado estrangeiro contra autoridades brasileiras, entre elas ministros do Supremo e o procurador-geral da República. Segundo os autos, o objetivo era pressionar os responsáveis pela Ação Penal 2.668 e interferir no processo para beneficiar o pai dele, Jair Bolsonaro.

O colegiado concluiu que Eduardo utilizou o cargo de deputado federal e manifestações em redes sociais, entrevistas e plataformas digitais para intimidar autoridades envolvidas no julgamento.

Para o STF, a articulação de sanções com a finalidade de influenciar decisões judiciais configurou grave ameaça. O entendimento foi de que o crime de coação no curso do processo se consuma com a violência ou a ameaça, sem necessidade de que o autor alcance o resultado pretendido.

Além da prisão, a condenação estabeleceu multa de 50 dias-multa, cada um equivalente a dois salários mínimos.

Fim dos recursos

O acórdão condenatório foi publicado em 1º de julho. A defesa apresentou embargos de declaração, rejeitados também por unanimidade pela 1ª Turma. A decisão sobre o recurso foi publicada em 22 de setembro.

Na análise dos embargos, o colegiado afastou a existência de omissões, contradições ou obscuridades e rejeitou a aplicação da atenuante de confissão espontânea. Segundo a Turma, Eduardo se ausentou deliberadamente da instrução, permaneceu fora do Brasil em local incerto e continuou a praticar as condutas pelas quais foi condenado durante a tramitação da ação.

O trânsito em julgado ocorreu em 3 de outubro e foi certificado pela Secretaria Judiciária do STF no dia 5. Com isso, o ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal, determinou o início da execução da pena.

Cargo e direitos políticos

A perda do cargo de escrivão da PF foi fundamentada na duração da pena e na violação dos deveres da função pública. Na decisão desta quarta-feira, Alexandre ordenou que a corporação formalize imediatamente a medida.

O magistrado também determinou o envio de uma certidão da condenação à Procuradoria-Geral da República para que seja ajuizada a execução da multa.

O Tribunal Superior Eleitoral deverá ser comunicado sobre a suspensão dos direitos políticos de Eduardo enquanto durarem os efeitos da condenação definitiva, conforme o artigo 15, inciso III, da Constituição.

Clique aqui para ler a decisão
AP 2.782

Karla Gamba

é correspondente da revista Consultor Jurídico em Brasília.

Dr. JOSÉ ROBERTO DE CASTRO NEVES ...

 ...é um advogado e o autor de um livro muito interessante, intitulado "Como os advogados salvaram o mundo", publicado pela Editora Nova Fronteira/RJ/2018.

Discorrendo sobre a obra mencionada, outro portento da advocacia nacional, o Dr. TÉCIO LINS E SILVA, observou: (...) Os magistrados e membros do Ministério Público deveriam ser obrigados a ler o livro, como nossa legítima defesa, para pararem de pensar em nos decapitar e cortar as nossas mãos, para não terem que ouvir que a liberdade, a democracia, o devido processo legal e tantas outras questões vitais para a cidadania devem-se  a nós, advogados, com muito orgulho. 

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

E O FASCISTA PAULO ALCEU....

 ....se deu mal.

Saiu da NDTV e não se elegeu. Bem que merecia tomar na tarraqueta. 

SE FLÁVIO VENCER....

 ....os venezuelanos que migraram para o Brasil e foram bem recebidos pelo governo humanista de Lula irão sentir um forte ardume.

Arrisco dizer que termos a implementação de uma política, à semelhança doaquela implementada por Trump, no sentido de escorraçá-los de volta para a pátria de Bolívar. 

No passado, Flávio já esculhambou até com os nordestinos brasileirtos que migravam para o sul. Não é um bom sinal...

CONTAMINAÇÃO POR AGROTÓXICOS

 


TOMARA QUE NÃO, MAS...

Se o bestunto da Barra da Tijuca, apoiado pelos incontáveis descerebrados eleitores brasileiros, vir a triunfar e El Niño bater forte, inundando nosso Estado e o RS, principalmente, poderemos ver o presidente, a exemplo do animal do mito, proclamando: "E daí, não sou Noé".!!!

Ainda bem que o Lula andou incentivando a indústria naval de SC, coisa que o Bozo nunca cogitou, pois, pa  o último, a única embarcação que vale a pena é a moto aquática, cm um macho na garupa.

ATÉ MAIS VER, ESPERIDIÃO e ÂNGELA

O senador Esperidião Amin não conseguiu reeleger-se. A sua esposa, Ângela Amin, ex-prefeita de Florianópolis e ex-deputada federal, também não terá mandato no próximo ano. É o fim de um tempo, uma hecatombe bolsonarista histórica.

Ser batido por um vereadorzinho inexpressivo do RJ (o tal do Carluxo, que sequer é catarinense) deve estar doendo muito para o Dão que, oportunista, tentou encostar-se na onda bolosonarista para continuar a eleger-se, com Ângela a reboque.

Nenhum dos dois foi sufragado suficientemente, vítimas do "politicídio" que lhes impôs o clã da Barra da Tijuca. 

Mas, uma coisa é certa: o casal estará, nos bastidores, a vibrar com as asneiras dos capadócios e sevandijas Jair Renan e Carluxo estarão a fazer no Congresso.

Gostemos, ou não - eu nunca gostei, confesso - do Dão, há que se reconhecer que, em matéria de preparo, como administrador e legislador, não é possível cogitar-se de compará-lo com o Carluxo ou com o Jair Renan, duas notórias nulidades.

Talvez, a título de consolo, seja Esperidião cogitado para um ministério. Ou ambos estarão politicamente mortos e incinerados.

SE FLÁVIO TRIUNFAR, com certeza, viraremos um EVANGENAZISTÃO

Se o escrutínio de votos, no segundo turno, apontar para uma vitória de Flávio Bolsonaro ("deus nos livre"- E olha que sou agnóstico!!!) deveremos assistir a uma reviravolta em algumas áreas mais polêmicas, a começar, certamente,  pela ambiental. 

Quando Lula conquistou o mandato que se está finalizando, reverteu diversas medidas que regulavam o processo administrativo ambiental, revertendo medidas que o Bozo implementara. 

Afora o campo ambiental, como está para ser implementada uma revisão do Código Civil, certamente o governo da oligarquia miliciana irá reforçar medidas tendentes a cristalizar limites do direito de propriedade, inclusive utilizando-se de projetos de emendas constitucionais. 

É certo que a Constituiçao Federal sacramenta várias "cláusulas pétreas" (por exemplo, a que reconhece a função social da propriedade e da posse), mas o governo de extrema-direita, agindo como marionete dos ianques (Flávio, sabujo, entreguista e traidor que é - a fruta não cai longe do pai, digo, do pé - após o resultado do primeiro turno, foi correndo para os braços  dos seus tutores norte-americanos e sionistas), a exemplo de Milei, da Argentina e tantos outros recém-eleitos mandatários sul-americanos), estará a lamber os pés do inescrupuloso pedófilo (assim o dizem os registros do caso Epstein).

No que tange ao STF, duvido que o marginalzinho da Barra da Tijuca vá ter peito de implementar medidas que mexam com os brios e/ou interesses dos ministros, porquanto o 01 e muitos outros da familícia têm telhado de vidro 3 mm e, certamente,  Fakin, Alexandre, Dino e Zanin (com Toffoli não se pode contar) estão colecionando ("de a par" com a Polícia Federal e PGR) dossiês que trarão à luz, em momentos cruciais, os mais diversos crimes cometidos pelo candidato da direita, muitos por inspiração do fascista-mor, seu pai, que está preso.

A maior batalha que se pode vislumbrar será a travada pela reversão do julgamento que jogou o mequetrefe pai  na masmorra. Mas já há coisa julgada na condenação dele, de sorte que - a não ser que Flávio, convidando os ianques para uma intervenção - vire o país de cabeça para baixo, implementado uma anistia, com o apoi da boiada, obviamente. 

De sorte que, se Flávio mantiver o mesmo desempenho no segundo turno, veremos sérios retrocessos nas políticas públicas implementadas pela esquerda e o país entrará em novo período obscurantista, sem a menor dúvida., até porque o marginalzinho da Barra da Tijuca contará com maioria  no Congresso. Se a soltura de Bolsonaro for realizada, veremos um patético espetáculo do gado em transe. 

Finalmente, não estranhem de duplicarem as células nazistas que já operam em nosso Estado, esse evangenazistão, impulsionadas por aquela nojenta da tiarinha. 





É RAZOÁVEL ACREDITAR-SE EM CRISE NA NOSSA ECONOMIA - VEJA AS VENDAS DE AUTOMÓVEIS NOVOS EM SETEMBRO


Vendas de veículos novos têm melhor setembro da história; veja RANKING dos mais vendidos

Emplacamentos somaram 509,7 mil unidades no mês, alta de 1,15% sobre agosto e de 8,32% na comparação anual, segundo dados da Fenabrave.


Por Redação g1 — São Paulo

05/10/2026 11h35 Atualizado há 4 horas




Carros circulam em São Paulo. — Foto: Alexandre Meneghini/Reuters


Os emplacamentos de veículos novos somaram 509.686 unidades em setembro, informou a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) nesta segunda-feira (5). Veja o ranking dos mais vendidos.

O número representa alta de 1,15% em relação a agosto e de 8,32% na comparação com setembro do ano passado. Foi o melhor resultado para um mês de setembro da série histórica.

No acumulado do ano, foram emplacados 4,23 milhões de veículos, aumento de quase 15% em relação ao mesmo período do ano passado.

As vendas de automóveis e comerciais leves somaram 268.721 unidades em setembro, alta de 2,13% em relação a agosto e de 16,16% na comparação com setembro do ano passado.

Segundo o presidente da Fenabrave, Arcelio Junior, o desempenho foi impulsionado pela concorrência e por programas de estímulo ao setor, como o Move Brasil e o Carro Sustentável.

"O mercado continua demonstrando demanda por veículos novos, mesmo em um ambiente ainda complexo de crédito", destacou.

A Fenabrave manteve suas projeções para 2026, mas informou que poderá revisá-las em novembro.

"Os resultados atuais nos indicam um fechamento de ano melhor do que o esperado, para a maior parte dos segmentos, mas vamos aguardar o desempenho de outubro, que pode apontar ajustes no mercado", acrescentou Arcelio Junior.

Veja o ranking de veículos mais vendidos em setembro

Fiat Strada: 16.002 unidades
Volkswagen Polo: 11.095 unidades
BYD Dolphin Mini: 9.385 unidades
Volkswagen T-Cross: 9.339 unidades
Volkswagen Tera: 8.725 unidades
Fiat Argo: 8.603 unidades
Fiat Pulse: 7.150 unidades
Chevrolet Onix: 7.133 unidades
GWM Haval H6: 6.433 unidades
Fiat Mobi: 6.395 unidades

*Com informações da agência de notícias Reuters.