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Advogado - Nascido em 1949, na Ilha de SC/BR - Ateu - Adepto do Humanismo e da Ecologia - Residente em Ratones - Florianópolis/SC/BR

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segunda-feira, 5 de outubro de 2026

E O FASCISTA PAULO ALCEU....

 ....se deu mal.

Saiu da NDTV e não se elegeu. Bem que merecia tomar na tarraqueta. 

SE FLÁVIO VENCER....

 ....os venezuelanos que migraram para o Brasil e foram bem recebidos pelo governo humanista de Lula irão sentir um forte ardume.

Arrisco dizer que termos a implementação de uma política, à semelhança doaquela implementada por Trump, no sentido de escorraçá-los de volta para a pátria de Bolívar. 

No passado, Flávio já esculhambou até com os nordestinos brasileirtos que migravam para o sul. Não é um bom sinal...

CONTAMINAÇÃO POR AGROTÓXICOS

 


TOMARA QUE NÃO, MAS...

Se o bestunto da Barra da Tijuca, apoiado pelos incontáveis descerebrados eleitores brasileiros, vir a triunfar e El Niño bater forte, inundando nosso Estado e o RS, principalmente, poderemos ver o presidente, a exemplo do animal do mito, proclamando: "E daí, não sou Noé".!!!

Ainda bem que o Lula andou incentivando a indústria naval de SC, coisa que o Bozo nunca cogitou, pois, pa  o último, a única embarcação que vale a pena é a moto aquática, cm um macho na garupa.

ATÉ MAIS VER, ESPERIDIÃO e ÂNGELA

O senador Esperidião Amin não conseguiu reeleger-se. A sua esposa, Ângela Amin, ex-prefeita de Florianópolis e ex-deputada federal, também não terá mandato no próximo ano. É o fim de um tempo, uma hecatombe bolsonarista histórica.

Ser batido por um vereadorzinho inexpressivo do RJ (o tal do Carluxo, que sequer é catarinense) deve estar doendo muito para o Dão que, oportunista, tentou encostar-se na onda bolosonarista para continuar a eleger-se, com Ângela a reboque.

Nenhum dos dois foi sufragado suficientemente, vítimas do "politicídio" que lhes impôs o clã da Barra da Tijuca. 

Mas, uma coisa é certa: o casal estará, nos bastidores, a vibrar com as asneiras dos capadócios e sevandijas Jair Renan e Carluxo estarão a fazer no Congresso.

Gostemos, ou não - eu nunca gostei, confesso - do Dão, há que se reconhecer que, em matéria de preparo, como administrador e legislador, não é possível cogitar-se de compará-lo com o Carluxo ou com o Jair Renan, duas notórias nulidades.

Talvez, a título de consolo, seja Esperidião cogitado para um ministério. Ou ambos estarão politicamente mortos e incinerados.

SE FLÁVIO TRIUNFAR, com certeza, viraremos um EVANGENAZISTÃO

Se o escrutínio de votos, no segundo turno, apontar para uma vitória de Flávio Bolsonaro ("deus nos livre"- E olha que sou agnóstico!!!) deveremos assistir a uma reviravolta em algumas áreas mais polêmicas, a começar, certamente,  pela ambiental. 

Quando Lula conquistou o mandato que se está finalizando, reverteu diversas medidas que regulavam o processo administrativo ambiental, revertendo medidas que o Bozo implementara. 

Afora o campo ambiental, como está para ser implementada uma revisão do Código Civil, certamente o governo da oligarquia miliciana irá reforçar medidas tendentes a cristalizar limites do direito de propriedade, inclusive utilizando-se de projetos de emendas constitucionais. 

É certo que a Constituiçao Federal sacramenta várias "cláusulas pétreas" (por exemplo, a que reconhece a função social da propriedade e da posse), mas o governo de extrema-direita, agindo como marionete dos ianques (Flávio, sabujo, entreguista e traidor que é - a fruta não cai longe do pai, digo, do pé - após o resultado do primeiro turno, foi correndo para os braços  dos seus tutores norte-americanos e sionistas), a exemplo de Milei, da Argentina e tantos outros recém-eleitos mandatários sul-americanos), estará a lamber os pés do inescrupuloso pedófilo (assim o dizem os registros do caso Epstein).

No que tange ao STF, duvido que o marginalzinho da Barra da Tijuca vá ter peito de implementar medidas que mexam com os brios e/ou interesses dos ministros, porquanto o 01 e muitos outros da familícia têm telhado de vidro 3 mm e, certamente,  Fakin, Alexandre, Dino e Zanin (com Toffoli não se pode contar) estão colecionando ("de a par" com a Polícia Federal e PGR) dossiês que trarão à luz, em momentos cruciais, os mais diversos crimes cometidos pelo candidato da direita, muitos por inspiração do fascista-mor, seu pai, que está preso.

A maior batalha que se pode vislumbrar será a travada pela reversão do julgamento que jogou o mequetrefe pai  na masmorra. Mas já há coisa julgada na condenação dele, de sorte que - a não ser que Flávio, convidando os ianques para uma intervenção - vire o país de cabeça para baixo, implementado uma anistia, com o apoi da boiada, obviamente. 

De sorte que, se Flávio mantiver o mesmo desempenho no segundo turno, veremos sérios retrocessos nas políticas públicas implementadas pela esquerda e o país entrará em novo período obscurantista, sem a menor dúvida., até porque o marginalzinho da Barra da Tijuca contará com maioria  no Congresso. Se a soltura de Bolsonaro for realizada, veremos um patético espetáculo do gado em transe. 

Finalmente, não estranhem de duplicarem as células nazistas que já operam em nosso Estado, esse evangenazistão, impulsionadas por aquela nojenta da tiarinha. 





É RAZOÁVEL ACREDITAR-SE EM CRISE NA NOSSA ECONOMIA - VEJA AS VENDAS DE AUTOMÓVEIS NOVOS EM SETEMBRO


Vendas de veículos novos têm melhor setembro da história; veja RANKING dos mais vendidos

Emplacamentos somaram 509,7 mil unidades no mês, alta de 1,15% sobre agosto e de 8,32% na comparação anual, segundo dados da Fenabrave.


Por Redação g1 — São Paulo

05/10/2026 11h35 Atualizado há 4 horas




Carros circulam em São Paulo. — Foto: Alexandre Meneghini/Reuters


Os emplacamentos de veículos novos somaram 509.686 unidades em setembro, informou a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) nesta segunda-feira (5). Veja o ranking dos mais vendidos.

O número representa alta de 1,15% em relação a agosto e de 8,32% na comparação com setembro do ano passado. Foi o melhor resultado para um mês de setembro da série histórica.

No acumulado do ano, foram emplacados 4,23 milhões de veículos, aumento de quase 15% em relação ao mesmo período do ano passado.

As vendas de automóveis e comerciais leves somaram 268.721 unidades em setembro, alta de 2,13% em relação a agosto e de 16,16% na comparação com setembro do ano passado.

Segundo o presidente da Fenabrave, Arcelio Junior, o desempenho foi impulsionado pela concorrência e por programas de estímulo ao setor, como o Move Brasil e o Carro Sustentável.

"O mercado continua demonstrando demanda por veículos novos, mesmo em um ambiente ainda complexo de crédito", destacou.

A Fenabrave manteve suas projeções para 2026, mas informou que poderá revisá-las em novembro.

"Os resultados atuais nos indicam um fechamento de ano melhor do que o esperado, para a maior parte dos segmentos, mas vamos aguardar o desempenho de outubro, que pode apontar ajustes no mercado", acrescentou Arcelio Junior.

Veja o ranking de veículos mais vendidos em setembro

Fiat Strada: 16.002 unidades
Volkswagen Polo: 11.095 unidades
BYD Dolphin Mini: 9.385 unidades
Volkswagen T-Cross: 9.339 unidades
Volkswagen Tera: 8.725 unidades
Fiat Argo: 8.603 unidades
Fiat Pulse: 7.150 unidades
Chevrolet Onix: 7.133 unidades
GWM Haval H6: 6.433 unidades
Fiat Mobi: 6.395 unidades

*Com informações da agência de notícias Reuters.

sábado, 3 de outubro de 2026

TSE CASSOU DELTAN DALANGNOL

 O safado da República do Paraná teve o que estava merecendo. Alvíssaras. Ainda existem juízes no Brasil. 

BRIGA DE FOICE PELO MERCADO BRASILEIRO DE AUTOMÓVEIS

USAR A EXPRESSÃO "BRIGA DE FOICE" (coisa tão antiga) PARA REFERIR COMPETIÇÃO EEM SEGUIMENTO TÃO MODERNO é paradoxal, para dizer o mínimo. Mas, o uso da exspressão, de forma simbólica, obviamente, é válida. 
Vamos ao que interessa - Consulta feita à IA do GOOGLE revela:

O ranking acumulado das marcas de automóveis e comerciais leves mais vendidas no Brasil é liderado de forma isolada pela Fiat, seguida pela Volkswagen e pela Chevrolet. [1]

Os dados consolidados mais recentes da Fenabrave apontam o seguinte Top 10 de montadoras no Brasil: [1]


PosiçãoMontadoraPrincipais Modelos de Destaque
1º 🇮🇹 Fiat Strada (veículo mais vendido do país), Argo, Mobi.
2º 🇩🇪 Volkswagen Polo, T-Cross, Tera.
3º 🇺🇸 Chevrolet Onix, Tracker, Onix Plus.
4º 🇨🇳 BYD

Dolphin Mini (fenômeno de vendas), Dolphin, Song Pro.
5º 🇰🇷 Hyundai HB20, Creta.
6º 🇯🇵 Toyota Hilux, Corolla Cross, Corolla.
7º 🇫🇷 Renault Kwid, Kardian.
8º 🇺🇸 Jeep Compass, Renegade.
9º 🇯🇵 Honda HR-V, City.
10º 🇨🇳 Caoa Chery Tiggo 7, Tiggo 5X.


Destaques do RankingDisputa Chinesa e Eletrificada: A BYD consolidou-se na 4ª colocação geral do mercado brasileiro, superando marcas extremamente tradicionais como Hyundai e Toyota. O Dolphin Mini figura de forma consistente no Top 3 de modelos mais vendidos do país. [1, 2, 3]
GWM e Novas Marcas: Logo abaixo do Top 10, marcas como a GWM (impulsionada pelo sucesso do Haval H6) e a Nissan travam disputas diretas por posições de mercado. No segmento de luxo/premium, a recém-chegada Denza (braço de luxo da BYD) surpreendeu ao atingir a vice-liderança de vendas mensais em sua categoria. [1, 2, 3, 4, 5]

-=-==

A Mercedes-Benz lidera o ranking de vendas acumuladas de montadoras de caminhões no Brasil em 2026, de acordo com os dados da Fenabrave até o mês de agosto. [1, 2]

Ranking das Montadoras de Caminhões (Acumulado Jan–Ago/2026)
  1. Mercedes-Benz — 19.014 unidades
  2. Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO) — 18.917 unidades
  3. Volvo — 12.820 unidades
  4. Scania — 7.624 unidades [1]
Destaques do Mercado
  • A disputa pela liderança está acirrada entre a Mercedes-Benz e a Volkswagen, separadas por uma margem muito estreita no acumulado do ano. [1, 2]
  • O modelo de caminhão mais emplacado de forma isolada no acumulado de 2026 é o leve/médio VW Delivery 11.180, seguido de perto pelo pesado Volvo FH 540. [1]

Sim, as montadoras asiáticas (especialmente as chinesas) estão em forte expansão no mercado brasileiro de caminhões. Embora elas ainda não configurem no "top 4" das líderes de volume geral da Fenabrave, há uma "segunda onda" muito mais agressiva focada principalmente em caminhões elétricos, logística urbana e nichos pesados de mineração. [1, 2, 3]
As principais marcas asiáticas atuando de forma oficial no Brasil são:
1. Principais Marcas Asiáticas no Brasil
  • Foton: É uma das marcas chinesas mais tradicionais no país e lidera essa nova frente. A matriz assumiu o controle direto da operação brasileira, expandindo a rede de concessionárias e trazendo uma linha completa que vai desde comerciais leves até cavalos mecânicos pesados. [1, 2]
  • JAC Motors: Conhecida inicialmente pelos carros de passeio, a JAC Motors reestruturou sua estratégia e passou a vender uma linha própria de caminhões a diesel (do leve ao pesado), além de ser pioneira em frotas de caminhões 100% elétricos para distribuição urbana. [1]
  • BYD: A gigante das baterias e carros elétricos também atua fortemente no segmento de pesados no Brasil. A BYD comercializa caminhões 100% elétricos focados em logística urbana, coleta de lixo e operações em portos e condomínios logísticos. [1]
  • Sinotruk: A marca, que fez sucesso no início dos anos 2010 com os pesados Howo, estruturou uma nova fase de atuação direta no mercado nacional com caminhões pesados de última geração. [1, 2]
  • XCMG e Sany: Tradicionais fabricantes chinesas de máquinas amarelas (construção), ambas vendem caminhões pesados focados em aplicações severas fora de estrada, como mineração e infraestrutura, além de cavalos mecânicos elétricos de alta capacidade. [1, 2]
O Próximo Grande Passo
Toda essa ofensiva asiática ganha ainda mais visibilidade na Fenatran 2026 (o maior salão de transporte da América Latina), onde marcas como BYD, Foton, JAC, Sany e Sinotruk confirmaram presença de forma conjunta para desafiar o status quo das montadoras europeias. [1]

Montadoras asiáticas ganham espaço nos EUA e avanço chinês aumenta pressão sobre rivais locais


Publicado 03/10/2026 • 08:30 | Atualizado há 1 hora


Por Lara Madeira, com AFP

Montadoras asiáticas devem responder por mais da metade das vendas de veículos novos nos EUA no terceiro trimestre, enquanto GM, Ford e Stellantis perdem participação.
A GM segue líder, mas a Toyota encurtou a distância; no terceiro trimestre, as vendas da americana caíram 5,5%, enquanto as da japonesa avançaram 0,6%.
A eventual entrada de fabricantes chinesas, como BYD, Geely e SAIC, pode ampliar a pressão competitiva sobre as montadoras tradicionais dos Estados Unidos.

Toyota / Divulgação

Toyota Corolla 2026. Montadoras asiáticas ampliam participação no mercado dos Estados Unidos, enquanto fabricantes tradicionais americanas perdem espaço.

As montadoras asiáticas seguem ganhando espaço no mercado automotivo dos Estados Unidos, enquanto as tradicionais fabricantes americanas perdem participação de mercado. O cenário pode se tornar ainda mais competitivo caso as empresas chinesas consigam ampliar sua presença no país, segundo análise da AFP.

As marcas asiáticas devem responder por mais da metade das vendas de veículos novos nos EUA no terceiro trimestre, pelo segundo período consecutivo, aproximando-se de níveis recordes de participação, segundo Charlie Chesbrough, economista sênior da Cox Automotive.

Ao mesmo tempo, General Motors, Ford e FCA/Stellantis, grupo responsável por marcas como Chrysler, Jeep e Dodge, devem ficar com pouco mais de 36% do mercado, o menor nível já registrado.

A vantagem das fabricantes asiáticas está ligada, entre outros fatores, à maior presença no segmento de veículos híbridos, que ganhou em procura diante da volatilidade dos preços da gasolina.

A GM ainda lidera as vendas nos Estados Unidos, mas a Toyota reduziu a distância. A participação da montadora americana caiu de 17,4% em 2025 para 16,7% nos primeiros nove meses deste ano, enquanto a japonesa avançou de 15,2% para 15,6%, segundo a Cox Automotive.

No terceiro trimestre, as vendas da GM recuaram 5,5%, para 670.974 veículos. As da Toyota cresceram 0,6%, para 633.223 unidades.

O movimento também aparece na disputa entre Ford e Hyundai-Kia. A fabricante americana perdeu vendas e participação de mercado, enquanto o grupo sul-coreano avançou, embora ainda não o suficiente para tirar a Ford da terceira posição.


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Fabricantes chinesas podem ampliar concorrência

A pressão sobre as montadoras tradicionais americanas pode aumentar com a eventual entrada de fabricantes chinesas.

Em setembro, o presidente Donald Trump afirmou que aceitaria carros chineses no mercado americano desde que as empresas instalassem fábricas nos Estados Unidos e contratassem trabalhadores locais.

A declaração provocou reação de entidades que representam montadoras, fabricantes de autopeças e concessionárias, que pediram ao governo americano que mantivesse o mercado fechado às companhias chinesas.

Peter Nagle, especialista da Mobility Global, estima que fabricantes como BYD, Geely e SAIC poderiam vender até 1,7 milhão de veículos nos Estados Unidos até 2038, o que equivale a cerca de 11% do mercado, segundo a AFP.

Atualmente, a importação de carros chineses não é proibida, mas tarifas e taxas alfandegárias tornam a operação pouco competitiva.

A Alliance for Automotive Innovation, que reúne fabricantes presentes nos Estados Unidos, também pediu ao Congresso uma proibição permanente à venda, à importação e à fabricação de veículos chineses no país, citando preocupações com a segurança nacional e com o uso de softwares e equipamentos conectados.