Primeiro os canalhas sionistas que comandam o poder bélico nos EUA e em Israel atacaram a Venezuela, sob o argumento de que objetivavam restabelecer a democracia e combater o narcotráfico.
Agora, os mesmos canalhas repugnantes atacaram o Irã e como não podem acusar o país de favorecer narcotráfico, limitaram-se a usar o argumento falacioso de defesa da democracia e também de prevenir hostilidades contra o povo de Israel.
Num, como noutro caso, o verdadeiro desiderato dos capitalistas, conservadores e corruptos é adonar-se do petróleo das nações atacadas, mas também, tentar reverter o desgaste da imagem a nível interno: Netanyahu, acusado de corrupção e Trump por seu envolvimento no caso Epstein, afora a loucura das tarifas impostas a parceiros comerciais, que tentam compensar um governo desastroso.
Mas não falta que os apoie, dentre outros os não menos canalhas Milei, da Argentina e Flávio Bolsonaro.
Obviamente, ao contrário do governo brasileiro, os cretinos da CONIB apoiam a ação sionista-ianque no Irã:
A Confederação Israelita do Brasil (CONIB) manifesta seu apoio a Israel e a sua população neste momento em que os Estados Unidos, com apoio de Israel e aliados da região e da Europa, lançam operações contra a ditadura teocrática do Irã. Há 47 anos, o regime iraniano adota uma política externa baseada na destruição de Israel, na desestabilização regional, no financiamento de grupos terroristas e na promoção da violência contra seus vizinhos e contra o próprio povo iraniano. O regime iraniano é hoje o principal patrocinador estatal do terrorismo, financiador do Hamas, do Hezbollah, dos Houthis, que não só buscam a destruição de Israel e dos judeus como oprimem as próprias populações sob seu domínio. O cenário atual é consequência direta dessa estratégia destrutiva do regime teocrático iraniano.
É fundamental distinguir o regime iraniano de seu povo, que recentemente se levantou contra o regime e foi brutalmente massacrado - com estimativas de mais de 30 mil iranianos mortos na repressão.
Fico imaginando a grita da mídia corporativa conservadora se o Irã tivesse bombardeado uma escola para meninas e matado 85 pessoas, como aconteceu com a ação militar perpetrada contra os persas.
Mais um detalhe: não vi nenhuma manifestação do Papa no sentido de condenar os ataques sionistas ao país vizinho e não duvido que, no fundo, apoie as medidas contra o regime dos aiatolás.
Nenhum comentário:
Postar um comentário