
Philip Yang
É fundador do Instituto Urbem e senior fellow do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri). Foi diplomata de carreira e serviu em missões do serviço exterior brasileiro em Beijing e
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Alex Oliveira diz que nada deixaria um pai mais fora de controle do que ver a própria filha cair
29 de dezembro de 2025, 21:55 h
Alex Oliveira (Foto: Reprodução/Captura de tela/Redes sociais)
Deputado federal Kim Kataguiri volta a chamar Flávio Bolsonaro de corruptoFoto: ND Mais
Kim Kataguiri venceu Eduardo Bolsonaro na justiça, após o ex-deputado pedir indenização por danos moraisFoto: Reprodução/Facebook/NDHomem recebe multa de R$ 1.845 por cuspir no chão folha que voou dentro da boca
Homem é multado em R$ 1.845 por jogar lixo na rua — após cuspir uma folha que entrou em sua boca
30/12/2025 às 11h06
Foto do perfil do autor - Carolina Sott
Carolina Sott
Florianópolis
Homem multado por engolir folha
Homem de 86 anos é multado em R$ 1.845 após cuspir uma folha que entrou em sua boca em cidade turística na Inglaterra
Foto: New York Post/Reprodução/ND Mais
O que deveria ser apenas uma pausa para descanso terminou em um prejuízo salgado para Roy Marsh, um inglês de 86 anos. O idoso foi multado em £ 250 (cerca de R$ 1.845 na conversão atual) por “jogar lixo na rua” após um incidente inusitado: ele cuspiu uma folha que voou para dentro de sua boca.
O caso ocorreu em um estacionamento na cidade turística de Skegness, na costa leste da Inglaterra. Segundo relatou à BBC, Marsh caminhava pelo local quando o vento soprou um “grande junco” em sua direção.
“Eu cuspi, e assim que me levantei para ir embora, dois [agentes da lei] vieram até mim”, contou o aposentado.
Abordagem e indignação: homem multado por cuspir folha no chão
A princípio, Marsh não acreditou na gravidade da situação. Ao ser acusado pelos agentes de “cuspir no chão”, ele chegou a chamar um dos oficiais de “garoto bobo”, acreditando se tratar de um equívoco simples. No entanto, a punição veio de forma severa, e ele logo percebeu que a multa era real.
Roy Marsh, de 86 anos, foi multado em £250 por jogar lixo na rua depois de cuspir uma folha que voou para sua boca.Foto: Facebook/Jane Marsh Fitzpatrick
Roy Marsh, de 86 anos, foi multado em £250 por jogar lixo na rua depois de cuspir uma folha que voou para sua boca.
Foto: Facebook/Jane Marsh Fitzpatrick
“Tudo foi desnecessário e desproporcional”, desabafou Marsh. Ele ainda tentou recorrer para reduzir o valor para £ 150 (cerca de R$ 1.100), mas acabou sendo obrigado a pagar o montante total de £ 250.
Críticas ao rigor excessivo
A rigidez da punição gerou revolta entre as autoridades locais. O vereador Adrian Findley criticou a postura dos agentes, classificando-a como “mão pesada”, especialmente em uma cidade que vive do turismo. Para ele, falta bom senso nas fiscalizações:
“Eles estão indo longe demais”, afirmou Findley.
“Se eu viesse aqui de férias e recebesse uma multa de 250 libras, não gostaria de arriscar voltar.”
“É preciso haver discrição. Não podemos esperar que os idosos corram atrás de pacotes de batatas fritas na rua se estiver ventando.”
Marsh disse que a multa deveria ser reduzida para £150 (US$200) após um recurso, mas que ele ainda era obrigado a pagar o valor total.Foto: Facebook / Jane Marsh Fitzpatrick
Marsh disse que a multa deveria ser reduzida para £150 (US$200) após um recurso, mas que ele ainda era obrigado a pagar o valor total.
Foto: Facebook / Jane Marsh Fitzpatrick
Findley defende que os oficiais deveriam ter a sensibilidade de identificar o que é um “acidente genuíno” e permitir que o cidadão se desculpe ou corrija o erro antes de aplicar uma multa tão elevada.
O que diz o conselho local
Apesar das críticas, o Conselho Distrital de East Lindsey manteve sua posição. Em resposta à BBC, o órgão afirmou que os agentes abordam apenas quem é flagrado cometendo “crimes ambientais” e garantiu que as patrulhas seguem critérios rigorosos.
De acordo com o conselho, as fiscalizações “não são direcionadas a nenhum grupo demográfico específico” e “não são discriminatórias”. O episódio de Roy Marsh, embora pareça extremo, reflete uma tendência de fiscalização rigorosa no Reino Unido, onde casos semelhantes têm se tornado cada vez mais comuns.
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Mas o ato de cuspir já foi reprimido inclusive no Brasil, senão vejamos:
Fonte: PAULO CAVALCANTI - Eça de Queiroz, agitador do Brasil.
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O mais curioso está contido no trecho abaixo, que se transcreve (sic):
- E chamam ás Sentenças, Cuspir; dizendo; = "O fidalgo de tal parte tem cuspido que tem tal pessoa razão"; é como dizer: "al Senhor ou Juiz tem dado Sentença por Foam”. - ANDRÉ ALVARES D’ALMADA - Tratado breve dos rios de Guiné do Cabo-Verde. (1534)
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Finalmente, já houve quem se orgulhasse, até mesmo, de "cuspir sangue":
A ilha de SC era cheia de pequenos cursos d'água, que desciam livremente das encostas para as baias. Do morro do Mato Grosso (o nome revela a abundância de árvores de grande porte que protegiam as nascentes), que se estende das proximidades do Hospital de Caridade até as proximidades do Shopping Beira-mar, recolhia-se, inclusive, as águas que abasteciam a cidade.
Das encostas do Saco Grande, no distrito de Santo Antonio de Lisboa, em cujo sopé passa a SC-401, desciam incontáveis regatos.
Faz-nos lembrar o quadro descrito pelo escritor abaixo:
Os inúmeros montes e vales, centenas de filetes d’água a cascatear morro abaixo, o eterno verde escuro das laranjeiras e limoeiros, das árvores sussurrantes da floresta e das densas enrediças (...) - JOÃO SEVERIANO DA FONSECA - Viagem ao redor do Brasil.
Eles - os filetes de água - foram sendo afrontados pela ocupação humana, mas, de vez em quando, vingam-se dos ataques sofridos.
Estão aí os episódios de inundação, consequência inarredável da ocupação desordenada dos morros, que implicou em desmatamento e remoção do húmus que funcionava como esponja.
As águas, sem nada a segurá-las, passaram a descer com inaudita velocidade, os leitos naturais não mais as comportam e, consequentemente extravasam. O solo que fica entre as encostas e o mangue, cimentado e/ou asfaltado, não se presta mais à percolação.
Há muito tempo, na América do Sul, não se cogita de conflitos entre os países.
Mas agora que os EUA estão a amargar a perda da sua hegemonia sobre os seus tradicionais quintais, estamos a presenciar os governos - de direita e de esquerda - a empregar vultosas quantias dos orçamentos públicos para a aquisição de itens bélicos, em vez de destinarem tais valores - arrancados a forceps dos cidadãos/contribuintes - em serviços de interesses dos povos.
Como se estivessem presentes ameaças efetivas de invasão ou algo semelhante.
Malditos fabricantes de armas, dos quais Trump, Putin e outros potentados são meros lacaios.
Milei, Lula, Petro e outros, simulando antagonismos perigosos (incluindo a Venezuela), colocam-se a serviço da indústria bélica. Lamentável essa postura subserviente de todos eles.
Países capitalistas, principalmente os europeus, ante provável superação pela economia chinesa, também estão a fomentar conflitos, para venderem seus artefatos de destruição em massa.
Por detrás de todos, o nauseabundo sionismo, que manipula os governos como marionetes, independentemente da aparente ideologia que professem (de esquerda ou de direita). Os "governantes" do mundo não passam de servos dos financistas, que, no fundo, a tudo presidem.