A bronca entre os judeus e os Persas (iranianos, hoje), segundo o "livro sagrado" dos cristãos, remonta aos tempos de Ester, que casou com um rei persa, escondendo, por sugestão de Mordecai, sua ascendência hebreia.
Consta que um influente persa, ligado ao rei de então, tinha ogeriza aos hebreus, porque o orgulhoso Mordecai (ou Mardoqueu) rebelou-se e resistiu à ordem de ajoelhar-se perante o imperador. Tal admnistrador persa teria sido Hamã, que determinou a eliminação dos "cães raivosos" (essa é de Lutero, já no século XVI) judeus.
Tendo os judeus descoberto o plano de eliminá-los, adiantaram-se e mataram 75 mil inimigos e Ester conseguiu que Hamã caísse em desgraça, tendo sido enforcado, junto com seus filhos, na forca que ele próprio mandara construir.
Até hoje os judeus celebram a derrota infligida aos adversários, com um dia festivo conhecido como Purim.
Purim (פּוּרִים, plural de פּוּר pûr, "sorteio" em hebraico, do acadiano pūru)[1] é uma festa judaica que comemora a salvação dos judeus persas do plano de Hamã, para exterminá-los, no antigo Império Aquemênida tal como está escrito no Livro de Ester, um dos livros do Tanach.[2] Os judeus estavam exilados na Babilônia, desde a destruição do Templo de Salomão pelos babilônios e da dispersão do Reino de Judá. A Babilônia, por sua vez, foi conquistada pela Pérsia. A festa de Purim é caracterizada pela recitação pública do Livro de Ester por duas vezes, distribuição de comida e dinheiro aos pobres, presentes e consumo de vinho durante refeição de celebração (Ester 9:22); outros costumes incluem o uso de máscaras e fantasias e comemoração pública.
Wikipedia
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