Perfil

Advogado - Nascido em 1949, na Ilha de SC/BR - Ateu - Adepto do Humanismo e da Ecologia - Residente em Ratones - Florianópolis/SC/BR

Mensagem aos leitores

Benvindo ao universo dos leitores do Izidoro.
Você está convidado a tecer comentários sobre as matérias postadas, os quais serão publicados automaticamente e mantidos neste blog, mesmo que contenham opinião contrária à emitida pelo mantenedor, salvo opiniões extremamente ofensivas, que serão expurgadas, ao critério exclusivo do blogueiro.
Não serão aceitas mensagens destinadas a propaganda comercial ou de serviços, sem que previamente consultado o responsável pelo blog.



quinta-feira, 8 de outubro de 2020

A VEZ DE RAFAEL CORRÊA


Vale lembrar que no governo de RAFAEL CORREA FOI PROMOVIDA UMA REVISÃO DA SUPOSTA DÍVIDA EXTERNA, O QUE OS BANQUEIROS NUNCA PERDOARÃO.

Eles detestam que suas mentiras e trapaças sejam expostas. Nem a "história" escrita pelos seus sabujos pode ser questionada, como no caso do Holocausto. Quem ouse questionar a Shoa (os chamados revisionistas) é "trucidado" pelos tribunais sabidamente manipulados por eles, como aconteceu no Brasil com o gaúcho Elwanger, que ousou escrever um livro intitulado "Holocausto - judeu ou alemão".
A "verdade" deles há que prevalecer, a qualquer custo. Não admitem contraditório, embora preguem hipocritamente a "democracia". 

Havendo contratado a técnica brasileira Maria Lúcia Fattorelli, o governo RAFAEL CORREA DEMONSTROU UM EXCESSO DE MAIS DE 70 POR CENTO NA ALEGADA DÍVIDA PUBLICA EQUATORIANA. 
Por óbvio, o poderoso sistema financeiro internacional não perdoaria o ex-presidente equatoriano por tamanha ousadia, que poderia converter-se num "mau exemplo" para os demais supostos devedores. 
A corja rentista partiu para cima dele com tudo, usando a "justiça", como no caso do Brasil, com a Lavajato.
E, a exemplo do que ocorreu com Lula, querem tirá-lo do processo eleitoral, por considerá-lo uma liderança perniciosa aos interesse dos eternos exploradores de todos os povos, os banqueiros.
O mesmo jogo sujo fizeram com Evo Morales, na Bolívia e ainda estão praticando com Cristina Kurchner, na Argentina.
É uma prática sobejamente conhecida da direita orquestrada pelos EUA, principalmente.
A banca judaica não admite confrontação e manipula a mídia, o Legislativo, o Ministério Público e a Magistratura, para que suas práticas gananciosas e fraudulentas não sofram reprimendas. Não se contenta com ganhos normais, exigindo lucros estratosféricos e gente que ousa enfrentá-la sofre processos e procedimentos hediondos, inescrupulosos, disfarçados de "devidos processo legais", para que os povos sejam convencidos de que os seus oponentes são mesmo bandidos, corruptos e merecem ser linchados publicamente, tendo suas vidas e carreiras políticas maculadas e findas, de preferência. 
Jornais como EL PAÍS, EL MERCÚRIO (Chile) e CLARIN (Argentina), de tendências notoriamente direitistas, são alguns dos meios de comunicação de que a banca se vale para macular a imagem dos acusados de "socialismo", "comunismo", esquerda corrupta, etc..., pouco importando que anos mais tarde, a Justiça - já anulada a participação política dos imputados - venha a reconhecer que as condenações de primeiro e segundo graus ocorreram sem base probatória.
O método inclui macular a honra de parentes com acusações inconsistentes, mas que passam por verdades (como no caso Lula), acusar os desafetos como traficantes (como no caso de Maduro, da Venezuela) e outras práticas asquerosas, inescrupulosas e mentirosas, além de partir para a violência física  contra os apoiadores dos acusados, como aconteceu no Brasil, onde uma militante da esquerda foi assassinada (Mariele), o ônibus de uma caravana de Lula foi metralhado, um militante petista foi até chicoteado por um fazendeiro gaúcho, em público. 
Vale também derrubar governos valendo-se de golpes (como nos caso Dilma e Morales), no afã de meter a mão em riquezas como petróleo, nióbio, lítio e outros elementos químicos preciosos para a indústria internacional, que come na mão da banca.
O vale tudo da banca não tem limites. Quem se opõe precisa ser "exemplarmente punido" e isto inclui a eliminação sumária, em alguns casos. Usa-se também uma avalanche de "fake news" (notícias falsas), que são disseminadas pelo Twiter e meios de comunicação e influência do gênero. Partem do princípio de que "plumas" (mentiras deslavadas) liberadas ao vento ninguém jamais conseguirá recolher no mesmo saco.
A novidade é o uso dos fiéis das igrejas neopetencostais, comandados por gente sem moral alguma (como Edir Macedo, Santiago, Malafaia, Soares e outros embusteiros), facilmente manipuláveis por sua conhecida ignorância e fanatismo, como tropa de choque, para acabar com os diabólicos "cumunistas". 
A Igreja Católica - sabidamente rentista, com seus vários bancos e mídia em operação no mundo todo - também não se omite e embora o Papa atual faça pose de centro-esquerdista, sua ala radical de direita (como a Opus Dei) é autorizada a agir, atacando os desafetos da banca por meio de órgãos como as Gazeta do Povo, de Curitiba, por exemplo

-=--=-=-=

Equador solicita à Interpol a prisão do ex-presidente Rafael Correa por corrupção

Dos 20 condenados por um caso de propinas, somente dois funcionários do Governo anterior estão na prisãoRafael Correa, ex-presidente do Equador, em 2019.MARIO GUZMÁN / EFE

SARA ESPAÑA

Guayaquil - 07 OCT 2020 - 19:40 BRT


A condenação a oito anos de prisão contra o ex-presidente Rafael Correa e a cúpula de seu Governo acabou com suas opções para voltar ao poder nas próximas eleições, mas até agora não havia afetado sua liberdade. Na quarta-feira, a Justiça equatoriana pediu à Interpol o alerta vermelho para que o ex-mandatário, residente na Bélgica, seja detido. Apesar da ratificação da sentença no final de agosto, somente dois de seus ex-colaboradores mais próximos já estão na prisão. Os outros estão foragidos e em paradeiro desconhecido.

O tribunal encarregado da execução da condenação mandou a notificação à Interpol contra 15 dos 20 condenados pelo caso Subornos, por fazer parte de uma rede criminosa que fazia doações de campanha ao partido Alianza PAIS para obter contratos públicos, de acordo com a tese da promotoria.

A Interpol já recusou em dezembro de 2018 outro pedido do Equador para capturar Correa, que vive na Bélgica desde que deixou o poder em 2017. Dessa vez, a Justiça justifica seu pedido no fato de que “existe sentença condenatória devidamente comprovada” e que “até o momento, tendo se passado 13 dias (até 6 de outubro de 2020) desde a data em que se pediu a localização e a captura” não se sabe sequer dos paradeiros dos sentenciados.

Além de Correa, entre os condenados para quem foi pedido alerta vermelho estão seus ex-ministros Walter Solís (foragido nos Estados Unidos), María de los Ángeles Duarte (refugiada na residência do embaixador argentino em Quito) e Vinicio Alvarado (foragido na Venezuela), além dos ex-parlamentares Viviana Bonilla (em paradeiro desconhecido) e Christian Viteri (também na Venezuela).

Os únicos dois membros da cúpula da administração equatoriana anterior que estão cumprindo sentença são Jorge Glas, ex-vice-presidente, e o ex-secretário jurídico da presidência, Alexis Mera. O primeiro já estava na prisão por uma condenação de seis anos pelo caso Odebrecht. E o segundo foi enviado à mesma prisão no final de agosto criticando que estava sendo preso “sem ter recebido um só centavo” e afirmando que o fazia “com honra”.

O caso veio a público em abril do ano passado graças à revelação do portal jornalístico MilHojas, em que eram revelados os nomes de membros do alto escalão do Governo de Correa e de empresários envolvidos em uma trama de propinas que, de acordo com a Procuradoria do Estado, gerou prejuízos ao país de 21 milhões de dólares (116 milhões de reais).

Fonte: https://brasil.elpais.com/internacional/2020-10-07/equador-solicita-a-interpol-a-prisao-do-ex-presidente-rafael-correa-por-corrupcao.html

quarta-feira, 7 de outubro de 2020

São Paulo atinge temperatura mais alta na história, aponta MetSul


Segundo o instituto europeu C3S, 2020 teve o setembro mais quente da história


7 out 2020 - 15:20


Lins (SP) | Foto: Divulgação/Prefeitura de Lins


A Metsul Meteorologia anunciou na tarde desta terça-feira (7) que o estado de São Paulo atingiu a maior temperatura já registrada pela Meteorologia em sua história.

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) no município de Lins, às 14h a cidade atingiu uma temperatura de 43,2°C. Essa é a medição mais alta em um município do estado e ainda pode aumentar no decorrer do dia.

A marca anterior era de 43,0°C no município de Iguape, em fevereiro de 1933. Segundo a Metsul, no ranking das 9 maiores máximas já registradas no estado paulista, sete ocorreram entre setembro e outubro de 2020.

A capital paulista também tem registrado números históricos. Na última sexta-feira, chegou a 37,4°C, a maior temperatura do ano e a segunda maior da história segundo as medições do Inmet, realizadas desde 1943. A cidade teve em setembro o mês mais quente de sua história.

Setembro quente

Não é só no Brasil que o calor tem atingido altas marcas. Segundo dados do centro de pesquisas Copernicus Climate Change (C3S), 2020 registrou o setembro mais quente na história em todo o mundo, superando o mesmo período em 2019. Há a expectativa de que 2020 encerre também com a marca do ano mais quente, superando 2016.

Fonte: https://revistaforum.com.br/brasil/sao-paulo-atinge-temperatura-mais-alta-na-historia-aponta-metsul/

terça-feira, 6 de outubro de 2020

LIXO TOGADO - A juíza mafiosa que instruiu o processo de Assange





por Manlio Dinucci [*]

Emma Arbuthnot é a juíza-chefe que, em Londres, instruiu o processo de extradição de Julian Assange para os Estados Unidos, onde o espera uma condenação a 175 anos de prisão por “espionagem”, isto é, por ter publicado, enquanto jornalista de investigação, provas dos crimes de guerra dos Estados Unidos, entre os quais vídeos de massacres de civis no Iraque e no Afeganistão. No processo, confiado à juíza Vanessa Baraitser, foram rejeitados todos os requerimentos da defesa.

Em 2018, depois de ter fracassado a acusação de violência sexual por parte da Suécia, a juíza Arbuthnot recusou-se a anular o mandado de prisão, de maneira a que Assange não pudesse conseguir asilo no Equador. Arbuthnot rejeitou as conclusões do Grupo de Trabalho das Nações Unidas sobre a detenção arbitrária de Julian Assange. Também não foram ouvidas e levadas em conta as afirmações do responsável da ONU contra a tortura: “Assange, detido em condições extremas e não justificadas de isolamento, apresenta os sintomas típicos de uma prolongada exposição a tortura psicológica”.

Em 2020, enquanto milhares de detidos eram transferidos para prisão domiciliária como medida contra o coronavírus, Assange foi mantido na cadeia, exposto ao contágio em condições físicas muito débeis. No tribunal, Assange não pode contactar com os seus advogados, é mantido numa gaiola de vidro blindado e ameaçado de expulsão se abrir a boca. O que existe por detrás deste extremo rigor?
A mafia da guerra

A juíza Arbuthnot usa o título de “Lady”, uma vez que é casada com Lorde James Arbuthnot, conhecido como um “falcão” dos conservadores, antigo ministro das Adjudicações da Defesa, ligado ao complexo militar-industrial e aos serviços de espionagem. Lorde Arbuthnot é, designadamente, presidente da Comissão Consultiva britânica da empresa Thalès, multinacional francesa especializada em sistemas militares aeroespaciais e membro da comissão equivalente da empresa Montrose Associates, especializada em inteligência estratégica (cargos generosamente pagos). Lorde Arbuthnot integra a Henry Jackson Society (HJS), um influente “think tank” ou grupo de pressão transatlântico ligado ao governo e aos serviços de espionagem dos Estados Unidos.

No passado mês de Julho, o secretário de Estado norte-americano, Michael Pompeo, usou da palavra em Londres numa mesa-redonda da HSJ: desde que foi diretor da CIA em 2017, Pompeo acusa o website WikiLeaks, fundado por Assange, de ser “um serviço de espionagem do inimigo”. Uma campanha no mesmo sentido é conduzida pela Henry Jackson Society, que acusa Assange de “semear dúvidas sobre a posição moral dos governos democráticos ocidentais com o apoio de regimes autocráticos”.
À imagem da Santa Inquisição

No Conselho Político da mesma HSJ, ao lado de Lorde Arbuthnot, esteve até há pouco Priti Patel, atual ministro do Interior do Reino Unido, a quem está atribuída a extradição de Assange. A este grupo de pressão que conduz uma campanha de intoxicação pela extradição de Assange, sob a direcção de Lorde Arbuthnot e outras personalidades influentes, está substancialmente associada a juíza Lady Arbuthnot. Foi nomeada magistrada-chefe pela rainha em setembro de 2016, depois de WikiLeaks ter publicado em Março os documentos mais comprometedores para os Estados Unidos. Entre eles os emails da secretária de Estado Hillary Clinton revelando o verdadeiro objetivo da guerra da NATO contra a Líbia: impedir que este país utilizasse as suas reservas de ouro para criar uma moeda pan-africana alternativa ao dólar e ao franco CFA, a moeda imposta pela França a 14 ex-colónias africanas.

O verdadeiro “delito” pelo qual Assange é julgado é o de ter aberto uma brecha no muro da omertà (secretismo mafioso) político-mediático que encobre os interesses reais que jogam a cartada da guerra operando no “Estado profundo”. É este poder oculto que submete Assange a um processo, instruído por Lady Arbuthnot, que faz lembrar os da Santa Inquisição em termos de tratamento do acusado. Se for extraditado para os Estados Unidos, Assange será submetido a “medidas administrativas especiais” muito mais duras que as britânicas: ficará isolado numa pequena cela; não poderá contatar a família nem falar, nem mesmo através dos seus advogados uma vez que estes serão incriminados se derem conhecimento de qualquer das suas mensagens. Por outras palavras, será condenado à morte.

O original encontra-se em Il Manifesto e a tradução em www.oladooculto.com/noticias.php?id=856

Este artigo encontra-se em https://resistir.info/ .

Fonte: http://www.patrialatina.com.br/a-juiza-mafiosa-que-instruiu-o-processo-de-assange/


segunda-feira, 5 de outubro de 2020

A dignidade do animal na Constituição


por Juiz Manoel Franklin Fonseca Carneiro — publicado 8 horas atrás


Sempre que tratamos do direito de um animal a não ser maltratado, abusado, mutilado ou mesmo ser morto criminosamente, surge a questão de se pretender equiparar animais a pessoas, o que é um enorme erro, fruto de séculos de indiferença à sorte dos animais, o que remonta à Idade Antiga, quando filósofos gregos, como Aristóteles e Platão, definiram que aqueles seres vulneráveis foram criados para servir ao homem e, por isso, não havia nenhum limite para o exercício desse poder, em que pese o pensamento dos filósofos vegetarianos Pitágoras e Plutarco, que acabaram vencidos em suas ideias. A situação se manteve na Idade Média, com Tomás de Aquino e Agostinho, apesar dos apelos de Francisco de Assis, tido como padroeiro dos animais.

Nas Idades Moderna e Contemporânea prevaleceu e ainda se manifesta viva a teoria de Renée Descartes, que equiparou os animais a máquinas e que assim seus gemidos não significariam dor, mas sim um mal funcionamento das suas estruturas, tendo dito que seria inútil se importar com os gritos dos cachorros dissecados vivos, tendo o próprio Descartes praticado essas vivissecções, pensamento esse que repercutiu no mundo científico, tendo o médico Claude Bernard afirmado que o cientista não se preocupa com os gritos e nem com o sangue derramado dos animais em laboratórios, o cientista produz ciência.

Mas uma voz se levantou e deu origem ao reconhecimento que os animais também têm direitos, o filósofo inglês Jeremy Bentham, após analisar a situação dos animais à luz da teoria utilitarista, concluiu que “não importa se os animais são capazes de pensar, mas sim que eles são capazes de sofrer” e com esse pensamento deu origem ao direito dos animais, por serem aqueles seres capazes de sofrer, não importando que sua inteligência seja inferior à do ser humano, pensamento que ainda está em evolução e encontra forte resistência das pessoas que ainda consideram os animais como objetos, fenômeno que é denominado antropocentrismo, que paulatinamente vai sendo substituído pelo biocentrismo, em que toda forma de vida é respeitada.

A capacidade de sofrer, tanto fisicamente, sentindo dor, fome e sede, como emocionalmente, podendo experimentar situações de depressão, ansiedade e estresse, já foi definitivamente comprovada pela ciência, tendo vinte seis dos mais renomados neurocientistas do mundo, inclusive com a participação do astrofísico inglês Stephen Hawkins, se reunido na renomada Universidade de Cambridge/Inglaterra e, após estimular setenta e oito áreas cerebrais subcorticais de mamíferos, aves e até invertebrados como o polvo, publicaram a Declaração de Cambridge de 2012, concluindo que o funcionamento das estruturas neuroanatômicas, neuroquímicas e neurofisiológicas dos animais é tão próximo do que ocorre nas mentes humanas que aqueles seres possuem consciência da sua existência e são capazes de sentir emoções, que serão boas ou ruins, de acordo com suas mentes, e não conforme nossa percepção ou interesse.

E se os animais podem sofrer eles têm o direito de não sofrer, que nada mais é do que o conceito de DIGNIDADE, significando que humanos e também os animais têm dignidade, não ocorrendo, como muitos entendem, uma equiparação entre nós e aquelas outras formas de vida, o que é igual é o direito de não sofrer em razão da crueldade humana, e está claro que os direitos para que nós humanos não tenhamos sofrimento são mais complexos, temos os direitos de família, herança, salário mínimo, educação, previdência, direito a voto, e evidentemente direitos que tais não se aplicam aos animais, a estes são aplicados os direitos que lhes são próprios, denominados “5 Liberdades”, que são as seguintes: 1) fisiológica – direito de não sentir fome nem sede; 2) saúde – direito de não sentir dor, de não viver em ambientes insalubres, e de ser livre de doenças, tendo direito a assistência veterinária; 3) psicológica – direito de não sofrer medo, angústia e estresse; 4) ambiental - ser mantido em espaço suficiente para se movimentar e se abrigar; e 5) comportamental - direito de poder expressar seu comportamento natural, que a natureza lhes ensinou. Como exemplo dessa liberdade comportamental, os elefantes têm o instinto de tomar banho de terra e depois de água, para formar uma lama que os protege do sol e de insetos, e mesmo que sejam mantidos em cativeiro, o que não deveria acontecer, sentem uma enorme necessidade de manter esse comportamento. E nem precisa dizer que o comportamento natural de um pássaro é voar!

Então já sabemos que dignidade é um conceito que está intrinsecamente ligado ao sofrimento, como dizia o filósofo Kant, dignidade é ter valor intrínseco, é não ser instrumento para a satisfação de outro, dignidade é simplesmente o direito de não sofrer, e esse direito os animais também têm, assim existe dignidade humana e dignidade animal, e uma não existe sem a outra, a única diferença é que os direitos para garantir nossa dignidade são mais numerosos e mais complexos do que aqueles relativos aos animais.

Na Constituição Federal a dignidade do ser humano está escrita logo no artigo primeiro, inciso terceiro, sendo um dos fundamentos da estrutura política do nosso País, e a dignidade dos animais está prevista no artigo 225 e seu parágrafo primeiro, inciso sétimo, quando diz que é direito de todos ter um meio ambiente ecologicamente equilibrado, que, na parte que respeita aos animais considerados como indivíduos, é o direito daqueles de não serem submetidos à crueldade humana, significando que direito animal é também direito humano, é cláusula pétrea, não admite retrocessos, nesse sistema político-jurídico só se anda para a frente, e a principal consequência desse dispositivo constitucional é que animais não são coisas, pela razão óbvia que uma coisa não sofre, estando assim absolutamente inconstitucional, nessa parte, o art. 82, do nosso arcaico Código Civil.

A consequência dessa intepretação das disposições civilistas sob o prisma constitucional é que o bem-estar de um animal sempre deve ser observado, mesmo que seja utilizado para produção, e isso já é reconhecido há pelo menos duas décadas pelo Governo Federal, mas o ramo do direito civilista em que esse reconhecimento do animal como sujeito de direitos mais se aplica é inquestionavelmente no direito de família, nos casos de dissolução de vínculos, para que seja determinada a guarda do animal, direito de visitas e pensão para o sustento do pet¸ não podendo, sob nenhuma hipótese, ser o animal de estimação partilhado como se fosse um bem do casal, o que infelizmente ainda se vê em algumas decisões judiciais. Essa é a posição do Superior Tribunal de Justiça - STJ e do Instituto Brasileiro de Direito de Família – IBDFAM (Enunciado 11), considerando a realidade social de que em mais de 44% dos lares brasileiros há pelo menos um cachorro ou gato, todos queridos pelos seus tutores, a propósito, existem mais animais de estimação do que pessoas de até 14 anos de idade (IBGE).

Portanto, o respeito à dignidade dos animais, a par de constituir direito constitucional de última geração, aprimorando os valores morais da sociedade, o que já é muito, também espelha a maneira como nós mesmos nos tratamos, estando provado pela psiquiatria forense, com base no estudo pioneiro do médico psiquiatra John Marshall MacDonald (1963), seguido por vários outros cientistas nos Estados Unidos e no mundo, que quem comete crimes violentos contra animais também irá fazê-lo contra os seus próprios semelhantes, é a denominada “Teoria do Link”, utilizada pelo FBI para traçar o perfil de assassinos seriais desde o final da década de 70, o que levou a Associação de Psiquiatria Americana (American Psychiatric Association), em seu Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais – DSM, a considerar, desde 1987, a crueldade contra animal como transtorno de conduta.

As estatísticas impressionam. Estudos demonstram que nos EUA e no Brasil entre 70 a 80% das pessoas que cometeram crimes violentos contra animais também o fizeram contra pessoas, e que setenta por cento dessas pessoas também cometeram abuso infantil, o que tem levado setores da Polícia Militar do Estado de São Paulo, com base em tese de mestrado do seu integrante Robis Nassaro, a sugerir ações integradas no combate aos maus tratos a animais, violência doméstica e abuso infantil, e nesse contexto surgiu a Lei 14.064/2020, vigente a partir de 30-09-2020, que alterou o art. 32, da Lei dos Crimes Ambientais (Lei 9.605/98), aumentando a pena dos crimes de maus tratos contra cães e gatos para de 2 a 5 anos de reclusão, permanecendo a pena mais branda em relação aos demais animais, situação que deve ser aprimorada em futuro não muito distante.

Concluímos, destarte, que os animais, assim como os humanos, têm o direito de não sofrer, têm dignidade, e que o respeito às outras formas de vida que coabitam nosso pequeno planeta serve para aprimorar os valores morais da sociedade e refletem nosso comportamento com nossos próprios semelhantes. Direitos humanos sem direitos aos animais são incompletos, pois o que está em jogo é o sofrimento, e não a natureza dos seres que sofrem, e em segundo lugar, a integridade e coerência moral do agente, não a qualidade moral do paciente. Direitos animais são uma extensão dos direitos humanos, ambos visam garantir as necessidades primárias de seres que se importam originariamente com o que lhes ocorre, ambos tratam de seres que são fins em si mesmos, ambos são respostas à vulnerabilidade dos indivíduos dependentes entre si. Direitos humanos sem considerar os animais são incompletos, pois direitos humanos, como afirmou Cavalieri, não são apenas humanos. Por isso, de acordo com a nossa Constituição, uma tese sobre direitos animais também é sobre direitos humanos, ela é sobre o mínimo devido a seres vivos que são sujeitos, não objetos; que são alguém, não algo.

Manoel Franklin Fonseca Carneiro é Juiz de Direito titular da 1ª Vara Criminal do Gama e especialista em Direito Animal pela Escola da Magistratura Federal do Paraná.



Clique aqui e confira outros artigos de magistrados e servidores do TJDFT.


© Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios – TJDFT
Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total desta publicação, desde que citada a fonte.

Justiça britânica anula decisão que proibia Venezuela de acessar reservas de ouro em Londres


Decisão havia sido tomada em favor do autoproclamado presidente Juan Guaidó; tribunal iniciou investigação para determinar quem ter direito sobre ativos



5 de out de 2020 às 11:20


O Tribunal de Apelação britânico concedeu recurso ao Banco Central da Venezuela sobre seu direito a acessar 31 toneladas de ouro depositadas no Banco da Inglaterra. Essa instância anulou a decisão judicial, anunciada no dia 2 de julho, que reconhecia Juan Guaidó como presidente constitucional venezuelano e dava direito aos seus representantes de usufruir dos bens públicos venezuelanos depositados no território britânico. 

No veredicto emitido nesta segunda-feira (05/10), a justiça reconhece a possibilidade de que o Estado britânico reconheça um presidente "de direito", que nesse caso seria Guaidó, e outro "de facto", que seria Maduro. No entanto, havia que definir qual das duas figuras realmente estabelece laços oficiais com o Reino Unido. 

Por isso, o tribunal determinou que se realize uma investigação para explicar as relações diplomáticas entre as duas nações e determinar quem seria o chefe de Estado com pleno direito de gerenciar os ativos públicos no exterior.

O Reino Unido é um dos 50 países que reconhece o deputado venezuelano como presidente interino da Venezuela desde 2019, por isso bloqueou o acesso das autoridades oficiais do país aos seus ativos públicos.

BCV/Reprodução
Tribunal de Apelação britânico concedeu recurso ao Banco Central da Venezuela


Em janeiro de 2019, o Escritório de Assuntos Exteriores da Commonwealth (FCO - pela sigla em inglês) havia solicitado ao Banco da Inglaterra o acesso ao ouro venezuelano por Guaidó. Segundo o governo britânico, a Unidade de Reconstrução da Venezuela foi criada no ano passado para "coordenar o enfoque do Reino Unido e seus esforços internacionais para responder a grave situação econômica e humanitária da Venezuela".

O valor depositado equivale a cerca de 1,8 bilhões de euros (aproximadamente R$12 bilhões) e o governo de Nicolás Maduro deseja direcioná-los para um fundo de combate à covid-19, gerenciado pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

Segundo o governo venezuelano, o bloqueio imposto pelos Estados Unidos e pela União Europeia já gerou um prejuízo de cerca de 30 bilhões de dólares.

Fonte: https://operamundi.uol.com.br/politica-e-economia/66968/justica-britanica-anula-decisao-que-proibia-venezuela-de-acessar-reservas-de-ouro-em-londres

Covid de Trump é facada de Adélio?





Gustavo Conde é linguista.

O linguista e colunista do 247, Gustavo Conde, afirma que Trump perde para Bolsonaro no talento para mentir. Ele diz: "falta um Carlos Bolsonaro a Trump. Falta um Olavo de Carvalho a Trump. Falta uma imprensa brasileira a Trump. Ele recebe a sorte grande de contrair covid às vésperas das eleições americanas - e escapar de todos os debates como fez Bolsonaro no Brasil - e enfia essa felicidade no próprio nariz"

5 de outubro de 2020, 12:36 h Atualizado em 5 de outubro de 2020, 12:51
Trump com covid e facada de Bolsonaro (Foto: Reprodução)

Chocado. É assim que eu me sinto sendo obrigado a constatar que Bolsonaro dá uma verdadeira aula a Trump no quesito ‘comunicação eleitoral de guerra’.

Claro que no quesito ‘interesse do Brasil’, Trump vence de goleada, mas quem se preocupa com o Brasil nesses últimos tempos?  

O negócio é eleição e perpetuação no poder.  

O irônico é que no lodaçal da capitalização da mentira, a malandragem e a ginga brasileira superam a dureza e a falta de traquejo dos americanos. Seria o caso de comemorar? 

Viva o Brasil! Nós mentimos melhor do que eles! 

Peço vênia a esse mundo de blefes e imposturas - em que a mentira é a deusa-mãe, - para abrir mão de uma expressão em desuso: “verdade seja dita”. Portanto… Verdade seja dita: dói constatar que a inteligência macunaímica, tão incensada por intelectuais underground do pedaço, brasileiríssima, é superior em gênero, número e grau ao cientificismo bem comportado dos gringos.  

A assessoria de Trump erra em todos os níveis: diz que ele está bem, diz que ele está mal. O próprio Trump não sabe como proceder e viola os protocolos da “comunicação de guerra”, tentando parecer saudável e bem disposto.  

A prisão de Steve Bannon deve ter feito mal para o bunker de comunicação eleitoral do bilionário-presidente.  

Pausa para celebrar o nosso glorioso Bolsonaro. Esse sabe mentir! Esse fez de uma facada autopremeditada, real ou não, o passaporte para a usurpação tranquila e segura do poder. Merece o Oscar e o Nobel - e o Pulitzer também, já que plantou a notícia falsa mais importante da década em todos os jornais do país sem que qualquer um desses jornais contestasse absolutamente nada.  

Falta um Carlos Bolsonaro a Trump. Falta um Olavo de Carvalho a Trump. Falta uma imprensa brasileira a Trump.  

Ele recebe a sorte grande contrair covid às vésperas das eleições americanas - e escapar de todos os debates como fez Bolsonaro no Brasil - e enfia essa felicidade no próprio nariz.  

Convenhamos e atestemos: Tom Jobim estava certo. O Brasil não é para amadores. Os amadores estão todos nos EUA. Aqui, é Macunaíma, cara pálida! 


Fonte: https://www.brasil247.com/blog/covid-de-trump-e-facada-de-adelio

"A Petrobrás acabou."

Guilherme Estrella, ex-diretor de exploração e produção da Petrobrás 
O pai do pré-sal lamenta: 

 "A nossa Petrobrás acabou. Está de costas para o Brasil. Não tem mais interesse no Brasil, a não ser tirar muito dinheiro, tirar recursos daqui e exportar recursos", afirmou o geólogo Guilherme Estrella, ex-diretor de exploração e produção da Petrobrás e considerado o "pai do pré-sal". "Estamos vendendo ativos, sendo esquartejados não para o capitalismo produtivo"

Fonte: https://www.brasil247.com/

sábado, 3 de outubro de 2020

Crise fecha 50 mil empresas do setor de turismo no Brasil, diz estudo

 

O setor turístico explorou apenas 26% do seu potencial de geração de receitas nos meses de crise, deixando de faturar R$ 207,85 bilhões entre a segunda quinzena de março e o fim de setembro

AE
Agência Estado
postado em 03/10/2020 13:31






(crédito: ED ALVES/CB/D.A PRESS)

O restaurante Albertina, na zona Oeste de São Paulo, retrata o atual cenário do setor turístico no país. Atropelado pelos efeitos da pandemia, o estabelecimento anunciou em julho passado o encerramento de suas atividades, depois de mais de cem dias de portas fechadas. "Ninguém quer fechar, porque significa demitir pessoas e desistir de um investimento econômico, pessoal e profissional. É uma decisão pesada, mas às vezes é necessário, precisa ser feito", contou o chef Bruno Alves, que agora se dedica a jantares para grupos fechados.
Um estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), obtido com exclusividade pelo Estadão/Broadcast, mostra que a situação de Alves está longe de ser isolada. Segundo a entidade, com a fuga dos habituais visitantes 50 mil estabelecimentos turísticos tiveram de fechar as portas de março a agosto. São bares, restaurantes, hotéis, pousadas, agências de viagens e serviços de transportes, cultura e lazer.
O número representa a extinção de 16,7% dos estabelecimentos turísticos do País, especialmente bares e restaurantes (com o fechamento de 39,5 mil pontos), hotéis, pousadas e similares (5,4 mil) e transporte rodoviário (1,7 mil).

"Tem gente fazendo obra em hotel porque não adianta abrir agora, melhor esperar a pandemia passar, abrir tem custos associados. O setor aéreo preocupa muito também, porque a crise pode levar a uma concentração ainda maior do mercado, com reflexos nos preços das passagens aéreas", disse o economista Fabio Bentes, responsável pelo estudo da CNC, que teve dados compilados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Todas as unidades da Federação perderam empresas turísticas, com destaque para São Paulo (redução de 15,2 mil estabelecimentos), Minas Gerais (5,4 mil), Rio de Janeiro (4,5 mil) e Paraná (3,8 mil).
Ainda de acordo com o estudo, em seis meses de pandemia foram fechados 481,3 mil empregos formais no setor ligado ao turismo. "O impacto dessa mortandade de empregos no mercado de trabalho é gigantesco. O setor tinha 3,4 milhões de trabalhadores formais antes da pandemia. Houve uma destruição de quase 14% dos empregos no setor", avaliou Bentes.
O restaurante Albertina tinha sete funcionários e três sócios. O Caverna, bar da zona Sul do Rio, teve o mesmo destino, com a dispensa dos 10 empregados contratados com carteira assinada e mais quatro temporários de fim de semana. "Só delivery não segura o faturamento. Com a reabertura dos primeiros estabelecimentos, voltaram a cobrar o aluguel cheio, a conta de luz também, os custos subiram muito e o delivery perdeu a atratividade", contou Pedro Aliperti, sócio Caverna, que leiloou objetos de decoração do bar para saldar as dívidas. "Não saio zerado, mas pelo menos não estou devendo nada a ninguém."
Ociosidade
O setor turístico explorou apenas 26% do seu potencial de geração de receitas nos meses de crise, deixando de faturar R$ 207,85 bilhões entre a segunda quinzena de março e o fim de setembro, calculou a CNC. O pior momento ocorreu em março e abril, quando o volume de serviços turísticos prestados no país despencou 68,1%, conforme apurado pela Pesquisa Mensal de Serviços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em julho, o setor ainda operava 56,6% aquém do patamar pré-pandemia. "Há dentro do setor turístico perdas muito importantes na parte de locação de automóveis, alojamento e alimentação, agências de viagens, serviços de buffet, criação artística", enumerou Rodrigo Logo, gerente da pesquisa do IBGE.
Segundo Manoel Linhares, presidente nacional da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH Nacional), as medidas do governo voltadas para sustentação do emprego e concessão de crédito ajudaram a evitar perdas maiores no setor, mas a ocupação na rede de hotelaria permanece baixa. "A ocupação média está em 20% da capacidade total. O hoteleiro precisa de 50% de ocupação para pagar os custos, então ele teve que diminuir gastos, dispensar funcionário", justificou Linhares.
"Vendas internacionais estão fracas. No doméstico, beiramos 70% de um ano atrás", contou Leonel Andrade, presidente CVC Corp, dona da operadora de viagens CVC, ao comentar o prejuízo líquido de R$ 1,151 bilhão no primeiro trimestre de 2020.
A companhia acredita que deva ganhar mercado, uma vez que o tamanho da companhia em relação à concorrência dá mais condições de resistir ao momento difícil. "Provavelmente, vamos ganhar marketshare com a crise, mas não é algo para celebrar."
A ABIH prevê uma retomada lenta e gradual do setor e aposta numa campanha para convencer o brasileiro a voltar a viajar pelo país. "A recuperação virá pelo turismo regional, de pouca distância, mais rodoviário. A hotelaria está preparada para receber com segurança, os profissionais estão treinados em todos os protocolos para proteger a saúde do turista", disse Linhares.
Perda generalizada
Com o setor de hotelaria afetado pela pandemia do coronavírus, Alfredo Miguel viu o seu negócio ser atingido também. Dono do Grupo Bonjardim, que presta serviços de restaurante para redes de hotéis, ele reduziu de 300 para 80 a sua equipe de funcionários, mas não precisou fechar nenhuma das 15 unidades. "Estamos sendo bastante prejudicados também. Mas vamos levar enquanto der." Segundo ele, não foi possível pegar o crédito oferecido pelo governo porque o faturamento estava acima do permitido para a liberação.

O Bonjardim tem um contrato vigente com um hotel em Salto (SP), mas as atividades foram suspensas e a retomada ainda é uma incerteza. Por isso, os 15 funcionários dessa unidade tiveram de ser dispensados no começo de abril. Miguel vislumbra uma melhora do setor com a chegada de uma vacina. "Se a vacina vier em dezembro, a coisa sara. Mas se vier só em março, aí (a melhora) é só para junho do ano que vem", disse.

O presidente do SinHoRes Osasco - Alphaville e Região, Edson Pinto, tem a mesma opinião. "A questão da vacina é fundamental para a retomada da confiança, mas temos em São Paulo os melhores protocolos higiênico-sanitários do Brasil e a melhor performance na sua execução prática."
A falta de clientes também é um grande problema para Martin Jensen, diretor-presidente da Queensburry, agência de turismo de luxo. A equipe, que antes era de 116 funcionários, caiu para 24, e a empresa entrou em recuperação judicial. "Depois de março, não tive nenhuma venda completa do pacote internacional. E houve mais de mil cancelamentos de viagens. Março foi um dilúvio, um tsunami, um pesadelo."

Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/economia/2020/10/4879815-crise-fecha-50-mil-empresas-do-setor-de-turismo-no-brasil-diz-estudo.html

Vizinho flagra cadelas sendo agredidas a pauladas no DF e dona é presa Mulher foi detida em casa, no Recanto das Emas, após denúncia de maus-tratos contra duas cadeles.

 Agressora foi gravada, em vídeo, batendo nos animais com cabo de rodo

TS
Tainá Seixas
postado em 02/10/2020 21:28 / atualizado em 02/10/2020 23:37

(crédito: Material cedido ao Correio)

Uma mulher de 31 anos foi presa em flagrante por maus-tratos de animais nesta sexta-feira (2/10), no Recanto das Emas. Trata-se da primeira prisão em flagrante pelo crime no DF, após sanção presidencial, na quarta-feira (30/9), de nova legislação que aumentou a pena para este tipo de delito

A agressora foi gravada em vídeo golpeando duas cadelas com um cabo de rodo. A violência foi registrada por vizinho, após ouvir os animais em sofrimento. A testemunha fez a denúncia à ativista Ana Paula Vasconcelos, advogada do Fórum Animal, que registrou boletim de ocorrência na 27ª Delegacia de Polícia Civil (Recanto das Emas).

Na casa, foram apreendidos três cães: as duas cadelas flagradas recebendo golpes e um pitbull. "No local, nós constatamos a situação de maus-tratos a que eles estavam submetidos. As cadelas estavam em uma caixa de ferro, sem circulação de ar, sem água nem comida. O ambiente era bem insalubre e uma das cadelinhas estava machucada. Com essa situação, a autora foi autuada em flagrante", relata a delegada Sibele de Oliveira Marques.

As cachorras foram encaminhadas ao Hospital Veterinário Dr. Antônio Clemenceau, com suspeitas de lesões internas devido à violência sofrida. Os três animais ficarão aos cuidados de ongs de Proteção. A mulher foi levada à 27ª DP, onde ficará detida até audiência de custódia, que deve ocorrer neste sábado (3/10).

Para Ana Paula Vasconcelos, a nova lei é uma conquista na luta pelos direitos dos animais. "Por muito anos, nós tínhamos a sensação de impunidade. As pessoas cometiam as piores atrocidades, assinavam termo circunstanciado e iam para casa. Com a nova legislação, está sendo feita um pouco de justiça por esses animais que sofrem tanto na mão de humanos covardes que insistem em cometer esse tipo de barbaridade", avalia a advogada.

A lei aumenta a pena desses crimes para reclusão de dois a cinco anos e proibição de guarda quando praticado ato de abuso, maus-tratos ou mutilação contra cães e gatos. Anteriormente, o crime de maus-tratos de animais era considerado de menor potencial ofensivo, com pena de três meses a um ano de detenção.

https://www.correiobraziliense.com.br/cidades-df/2020/10/4879700-vizinho-flagra-cadelas-sendo-agredidas-a-pauladas-no-df-e-dona-e-presa.html

Trump é tratado com Remdesivir, não com cloroquina

Acho que o prefeito de Itajaí deveria sugerir que o ianque fosse medicado como ozônio

-=-=-=-=

Por Fernando Brito
- 3 de outubro de 2020



Originalmente publicado por TIJOLAÇO

Por Fernando Brito

Para Donald Trump, que cansou de “prescrevê-la” aos norte-americanos, nada de cloroquina. Está sendo medicado com Remdensivir, segundo comunicou ontem o comandante Sean Conley, da Marinha e médico da Casa Branca desde 2018.

O antiviral, desenvolvido originalmente para combater do vírus ebola, é um dos dois aprovados pela Food and Drug Administration o órgão regulador dos EUA, neste caso para o tratamento de pacientes em estado grave. Não há resultados consistentes sobre sua eficácia, mas os EUA compraram, em junho, praticamente todo o estoque mundial da droga.

En quanto isso, crescem as suspeitas de que o “espalha” do vírus nos círculos presidenciais se deu na sexta-feira da semana passada, na cerimônia de anúncio de Amy Coney Barrett como indicada para a Suprema Corte, realizada no Jardim das Rosas da Casa Branca, onde os convidados sentaram-se próximos e bem poucos usavam máscaras. Entre os desprotegidos, o próprio marido de Barret e seus sete filhos, que se sentaram ao lado de Melania Trump, a primeira dama, todos de rosto descoberto.

Pelo menos sete dos convidados sentados até a terceira fileira de cadeiras tiveram, até agora, testes positivos revelados, numa versão norte-americana da “festa da Covid” da posse de Luís Fux.

Fonte: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/trump-e-tratado-com-remdesivir-nao-com-cloroquina-por-fernando-brito/