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Advogado - Nascido em 1949, na Ilha de SC/BR - Ateu - Adepto do Humanismo e da Ecologia - Residente em Ratones - Florianópolis/SC/BR

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sábado, 16 de novembro de 2024

Decepção


Causa um desgosto indescritível ver Dino e Zanin votando, a cabresto dos interesses fraudulentos das igrejas e eleitoreiros do atual presidente da República, a favor da manutenção de crucifixos em Tribunais, mesmo que a Constituição diga que o Brasil é um estado laico.

Crucifixo na sala do Plenário do STF


É certo que a Cosntituição federal, já no seu preâmbulo, fala na "proteção de Deus", mas o próprio STF já manifestou-se sobre o assunto, decidindo que o preâmbulo não tem força de norma legal. Esta filigrana jurídica não impacta na ideia dos leigos, todavia. Pra eles, basta estar Deus referido na Constituição para relativizar os dispositivos que falam em laicidade estatal. E os espertalhões que colhem lucros estratosféricos do mercado religioso sabiam perfeitamente da importância da referência a Deus na Lei Maior, mesmo que somente no preâmbulo. 

Os votos dos citados ministros - no quais eu confiava que fariam diferença na mesmice do subalterno STF - baseiam-se em um pueril argumento: O cristianismo e seus símbolos fazem parte da formação da sociedade brasileira. Assim, a presença de itens como crucifixos em prédios públicos transcende a mera manifestação religiosa, representando na verdade a exteriorização da tradição cultural do Brasil.

A validar-se tal argumento, deveria permitir-se que o símbolo usado pelos silvícolas para representar Tupã - que desconheço qual era - teria muito maior legitimidade para enfeitar as paredes dos prédios públicos, porquanto bem antes da cultura cristianizada invadir estas plagas, imposta pelos jesuítas e membros de outras congregações, já cá os "índios" professavam seus valores culturais.

Em suma: parece que continuaremos a ser, em vez de uma democracia, essa mistura repugnante de teocracia e plutocracia, um país submisso à religião de matriz cristã e aos rentistas, que confundem-se em boa parte, já que o Vaticano, por exemplo, é notório dono de três bancas, pelo menos: IOR, Banca D'Italia e Banco Ambrosiano. Além de grande latifundiário.  

Arrematando, cumpre indagar: quem deu aos ministros do STF competência para decidir que matriz cultural deve ser tida como prevalente, legitimando sua valorização acima daquelas outras que compõem o mosaico brasileiro? 

Ocorreu-me a ideia de que o presidente Lulla, de olho nos votos dos cristãos (católicos, protestantes, espíritas) e até de judeus e maçons deístas, principalmente, tenha pedido aos ministros mencionados (ambos por ele nomeados) que votassem como o fizeram, não deixando que suas convicções ideológicas pessoais (Dino sempre declarou-se "comunista") impliquem negativamente no pleito futuro (2026). 
Quanto a Zanin, tem "cara"  de membro da TFP ou da Opus Dei, mas isso é outra história, pois, segundo a sabedoria popular, "quem vê cara não vê coração", ao que aduzo, nem vê a ideologia que permeia o comportamento do indivíduo.  




Caiado é um canalha pior que Bolsonaro?




Preparem-se para manifestações mais que maquiavélicas, vindas de um sujeito asqueroso - do espectro bolsonarista, isto é fascista - mas ainda pior que o Bozo.
O Bozo é um "malacabado" tosco e Caiado, boa pinta, rico, faz pose de civilizado, mas também não passa de um mequetrefe, rastaquera, envernizado por fora, mas grosso, cascudo como um tronco bruto de árvore.
Não tem votos para enfrentar o Lula em 2026, mas incomodará o suficiente para que pensemos que existe mesmo essa coisa que chamam de democracia, disfarce de um jogo que mascara a plutocracia, governo mundial orquestrado por banqueiros. 
Sua candidatura visará roubar votos de outro concorrente e imagino que só prejudicará eventual candidato do centro ou da direita, posto que quem é de centro-esquerda e de esquerda jamais sufragará o atual governador do estado de Goiás. 
Certamente ele contará com votos dos pobres de direita, com seu discurso de endurecimento do combate à criminalidade, que impacta com os limites de um estado de direito. É político do tipo que autoriza as forças de segurança a atirar antes e investigar os mortos depois. Em uma palavra: fascistão, que não faz a menor questão de disfarçar.  Bolsonaro já é mais do tipo "ensebado", covardão, que, na hora "h" sai pedindo arrego pro Michel Temer, por exemplo, ou fugindo, quando pode, para os EUA, de onde recebe as instruções tendentes a tumulturar a política brasileira,e prejudicando o desenvolvimento do país,  a qualquer custo. Bozo faz pose de patriota, mas não passa de um traidor e rematado entregista das riquezas nacionais. Se lhe permitirmos, voltará a professar a expressão "Brazil dos Estados Unidos", em vez de "Estados Unidos do Brasil".
De qualquer modo, as semelhanças entre Bolsonaro e Caiado são grandes e, com um ou com outro, a oposição estará representada por um legítimo protótipo de ditadorzinho sulamericano,  colonizado pelos estrangeiros e subserviente, sempre pronto a servir aos interesses dos grupos econômicos poderosos, mormente aqueles de sangue sionista.

sábado, 9 de novembro de 2024

ASSIM COMO BOLSONARO TEVE VOTOS ENTRE GAYS, NEGROS, MULHERES E NORDESTINOS, AOS QUAIS ESTIGMATIZA... Trump teve votos nas comunidades em que pretende deportar Machos latinos deram grande votação ao republicano

 VAI ENTENDER...



Deu certo.O investimento de Trump no macho man Hulk Hogan deu certo.Créditos: Reprodução NBC News

Por Luiz Carlos Azenha
Escrito en GLOBAL el 8/11/2024 · 12:39 hs

Donald Trump conseguiu uma votação muito acima do que se esperava entre os eleitores originários do México, da América Central e da América do Sul.

Os latinos ou hispânicos sempre fizeram parte da coalizão que empurrou os democratas à Casa Branca, especialmente por conta da militância histórica de líderes como o mexicano-estadunidense Cesar Chavez, que liderou a United Farm Workers of America, a poderosa central sindical de camponeses.

Desta vez, no entanto, Trump conseguiu 45% dos votos dos homens latinos e 16% dos homens negros, números bem acima dos que conquistou em suas campanhas de 2016 e 2020.


Dentre as mulheres negras, o republicano teve apenas 8%.


Macho man


Os rappers trataram o republicano como um "brother", tão perseguido pela Justiça quanto os próprios negros de fato o são.

Também elogiaram os gordos cheques de ajuda que o governo dos EUA enviou durante a pandemia de Covid 19.

Embora o dinheiro tenha sido aprovado pelo Congresso, Trump fez questão de assinar nominalmente os cheques, depois de insistir para que o valor fosse elevado a U$ 2 mil.

Quanto aos latinos, Trump se associou a lideranças religiosas evangélicas e católicas e prometeu defender os empregos da comunidade, afirmando que estavam ameaçados pela chegada descontrolada de ilegais.

A vitória de Trump entre os cubanos já era esperada (são 2,6 milhões cubano-americanos, especialmente na Flórida), uma vez que ainda hoje ele promete derrubar o governo de Cuba.

Trump venceu entre eles por 58% a 40%.

Surpreenderam, no entanto, os números de Trump entre mexicano-estadunidenses (33%) e eleitores originários de Porto Rico (37%).

São 38,5 milhões de descendentes de mexicanos aptos a votar nos EUA, com forte influência em todos os estados fronteiriços.

Há ainda 8,1 milhões de eleitores ligados a Cuba e Porto Rico.

Piada fez pouco efeito

Dez dias antes do pleito, num comício de Trump em Nova York, um comediante fez uma piada sugerindo que Porto Rico era "uma ilha de lixo" no meio do oceano.

Os democratas tentaram explorar o episódio, mas parece não ter dado resultado. Apesar de grande comunidade originária de Porto Rico na Pensilvânia, Trump triunfou no estado.

As políticas de Trump, se de fato adotadas, devem impactar fortemente a vida de milhões de imigrantes ilegais.

Hoje, eles vivem e muitas vezes trabalham para empresas de imigrantes legais, nas mesmas comunidades.

Deportação em massa vai mexer com a vida de todos.

Isso, porém, manteve o apelo relativo de Trump entre os aptos a votar: ele obteve 41% dos votos de eleitores originários da América do Sul e 35% da América Central.

Eleitores ilegais não podem votar nos EUA.

Em parte, o "racha" observado nos números tem relação com a existência de comunidades de imigrantes mais antigas, que buscam integração total adotando o patriotismo que embala o movimento político de Trump.

Há uma racha econômico entre estes imigrantes de classe média e os recém-chegados.

Ainda assim, o recorte de gênero é espantoso: 59% das mulheres latinas votaram em Kamala Harris.

A Fórum entrevistou uma imigrante ilegal brasileira que, apesar do risco de deportação, disse que votaria em Trump se tivesse o direito, por admitir que há uma grande onda de imigração na fronteira.


 

MAIS UM CANALHA EVANGÉLICO? - Esposa acusa Silas Câmara, presidente da bancada evangélica, de traição, alcoolismo e de ter um gabinete do ódio


Em uma postagem, ela revelava traições, alcoolismo, indiferença e até mesmo um gabinete do ódio que o deputado supostamente usaria para atacar inimigos
22 de outubro de 2024, 09:55 h

Deputado Silas Câmara tira selfie durante culto com Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução)


247 - A deputada federal Antônia Luciléia da Cruz Ramos (Republicanos/AC) expôs o seu marido, o deputado federal Silas Câmara (Republicanos/AM), presidente da Frente Parlamentar Evangélica. Em uma postagem no Instagram, ela revelava traições, alcoolismo, indiferença familiar e até mesmo um gabinete do ódio que o deputado supostamente usaria para atacar seus inimigos políticos. A reportagem é do portal Revista Cenarium.

A deputada federal narra na postagem que Silas Câmara estaria envolvendo os filhos do casal em conflitos políticos e o parlamentar teria instalado um “Gabinete do Ódio” na casa dela. A parlamentar continua o texto relatando que Silas Câmara teria um bar dentro de casa e revela que o marido pode ter problemas com alcoolismo.

“Porque destruí o que ve montou em minha casa, um bar? Respeita cara. Não sou mulher de bêbado, não! Sou esposa de um Pastor, diante dos olhos dos homens equilibrados e acredito de Deus sem razão [sic]”, disse.

Ao finalizar o texto do post contra o marido nas redes sociais, Antônia Luciléia pede respeito de Silas Câmara e cita expressões com conotações sobre a não tolerância de traições conjugais sob a ameaça de agir com o mesmo comportamento.

“Respeita meu irmão. Vou logo te avisando que não sou mulherzinha para ficar com palhaçada cheia de galhos e ficar com cara de choro, não ! Dou o troco na mesma moeda. Fica o registro ! [sic]”, concluía a esposa do deputado federal.

ESCRAVIDÃO OBREIRA NO BRASIL



ESCLAVITUD

Los fiscales que han rescatado a decenas de miles de personas del trabajo esclavo en Brasil
Según el Ministerio de Trabajo y Empleo, en 2023 fueron rescatados 3.190 trabajadores en esta situación en el país
Operaciones en el sur de Amazonas, en agosto de 2024.MTE

JORGE C. CARRASCO
06 NOV 2024 - 01:30 BRT


Su cuerpo colapsó bajo el tronco y el estruendo presagió la desdicha. Francisco Araújo Maciel pensó que se estaba muriendo. No lo vio venir ni recuerda exactamente cómo sucedió, pero en la mañana del 24 de abril, un pedazo de un árbol que estaba serrando le desgarró la clavícula al caerle encima, dando inicio a un calvario de más de siete horas que se extendió desde el corazón del bosque hasta el hospital más cercano, en el remoto sur del estado brasileño de Amazonas.

Algunos hombres que trabajaban junto a él encontraron su cuerpo desplomado en el piso, inconsciente. Retiraron el tronco de su pecho y pusieron a Araújo sobre un colchón en la parte trasera de un pequeño tractor improvisado. Sus huesos quebrados crujían mientras el grupo atravesaba la densa selva para llevarlo a un río cercano, donde lo colocarían en una lancha con destino hacia la ciudad de Manicoré. Poco antes de llegar, inspectores federales del trabajo los encontraron. “Al verlo, pensamos que tenía un pulmón perforado. Creí que no iba a resistir”, dice Magno Riga, auditor fiscal del trabajo. “No imagino cuánto sufrió. Tuvo muchísima suerte de sobrevivir”.

Los inspectores habían viajado desde Brasilia con el propósito de rescatar a 50 personas del trabajo esclavo en la selva. Araújo, de 45 años, y los otros hombres habían sido atraídos por reclutadores para laborar en lo que luego se convirtió en una de las mayores operaciones de deforestación ilegal de este año en la región, por la que se destruyeron cerca de 1.300 hectáreas de bosque amazónico entre enero y abril. Sin embargo, nada sucedió como les prometieron, y todos terminaron sometidos a condiciones análogas a la esclavitud moderna.

“Estas personas fueron puestas bajo las peores condiciones laborales por grupos criminales que se dedican a explotar las riquezas de la región, y que consecuentemente explotan a muchas personas de comunidades vulnerables”, dice Riga, que coordinó el rescate tras una denuncia de las autoridades locales. Los trabajadores, que venían de diversas ciudades de los estados norteños de Amazonas y Rondônia, estuvieron en el lugar durante casi tres meses. Dormían bajo carpas de lona, trabajaban jornadas interminables sin protección y, sin acceso a agua potable, tenían que cocinar, bañarse y beber agua enrojecida de un pequeño arroyo contaminado por el propio proceso de deforestación.

Además, se endeudaban al adquirir las motosierras para cortar los árboles, por las que les cobraban 3.000 reales (cerca de 490 euros), que les descontaban de sus salarios —sin consentimiento previo—, lo mismo que sucedía con la comida
.
Un tractor de rescate de Francisco Araújo, en Maricoré.MTE

“Sólo sufrimos humillación. Nos trataban mal”, dice Francisco Araújo Maciel, que fue operado en un hospital de Porto Velho y ha regresado a su casa en Humaitá, donde vive con su hermana y cerca de sus hijos de 5 y 8 años. Mientras se recuperaba en el hospital, Riga lo visitó en un par de ocasiones, y hasta ahora lo apoya para que pueda recuperar su dignidad y sus derechos, una parte fundamental del trabajo que hace su equipo.

Aunque Araújo obtuvo un seguro de desempleo especial durante tres meses por haber sufrido la condición de trabajo esclavo, ahora no puede trabajar en lo único que sabe debido a la discapacidad que le provocó el accidente, y está tratando de conseguir una incapacidad por invalidez. Pero, al no haber tenido contrato laboral firmado, encuentra dificultades para recibir los beneficios estatales. “Ya no puedo trabajar. Y no sé cómo voy a rehacer mi vida, porque no tengo estudios. Yo no sé leer, yo no sé escribir, sólo sé hacer trabajos manuales”, se lamenta.

El trabajo análogo a la esclavitud es una realidad presente en muchas regiones de Brasil. Aunque los números exactos de la esclavitud moderna son difíciles de medir, las autoridades se basan en las denuncias de malos tratos laborales: en 2023, fueron 3.422; un 61% más que en 2022 y el mayor número desde la creación de una línea telefónica específica para ello, en 2011. Según datos del Ministerio de Trabajo y Empleo del país sudamericano, en 2023 fueron rescatados 3.190 trabajadores en esta situación, el mayor número desde 2009, cuando 3.765 personas fueron rescatadas.

Brasil lucha activamente contra este problema desde los años noventa. En 1994, la Organización de Estados Americanos (OEA) presentó una petición contra Brasil por violación de derechos humanos en el caso de José Pereira, un trabajador que fue herido con disparos tras intentar huir de una hacienda en el Estado de Pará, donde a él y un compañero —que fue asesinado— les tenían como esclavos. 
Como respuesta, un año después, el país sudamericano creó el Grupo Especial de Fiscalización Móvil de Trabajo (GEFM), del Ministerio del Trabajo y Empleo, y en 2003 creó la Comisión Nacional de Erradicación del Trabajo Esclavo, la llamada “Lista Sucia” de empresas e individuos que son condenados por prácticas de trabajo esclavo, y alteró el código penal para endurecer las condenas por este tipo de crimen.

Magno Riga, que trabaja con derechos laborales hace 12 años, es uno de los funcionarios que coordina el GEFM. Este equipo trabaja en todo el país en operaciones de campo, interviniendo lugares donde hay sospechas de violaciones al código penal por trabajo esclavo. El grupo ha tenido que enfrentar amenazas de muerte, agresiones directas y hasta restricciones de movimiento, pero eso no les detiene. La organización ha rescatado a más de 60.000 personas en las últimas tres décadas. Sus casos van del trabajo esclavo doméstico en el sur de Brasil y malos tratos en plantaciones de soya en Goiás, hasta la explotación de personas en minas de oro en la Amazonia y la trata de migrantes vulnerables de países como Bolivia en fábricas de ropa irregulares de São Paulo.
Magno Riga y su equipo, en la región de Altamira.MTE

Uno de los enfoques recientes del GEFM es expandir su presencia en la Amazonia occidental, donde las denuncias de trabajo esclavo son escasas. Este problema se profundiza en los lugares donde el estado brasileño tiene más dificultades para llegar. Allí es difícil inspeccionar y castigar judicialmente a los dueños de sitios de minería y deforestación ilegales, que además de lucrar con el tráfico de madera y minerales tienden a vender de forma ilegal las tierras deforestadas para la ganadería.

“Muchos de estos criminales actúan de forma indirecta a través de diversos intermediarios. Eso dificulta la penalización de los principales infractores, aún más en regiones de difícil acceso”, comenta el comisario Adriano Sombra, jefe de un equipo especial de la Policía Federal brasileña que combate crímenes contra el medio ambiente en el Estado de Amazonas. “La única alternativa para proteger a estas comunidades es frenar por completo las actividades ilícitas. Pero el territorio es muy grande, y este sigue siendo un desafío”.

La vida de muchos de los trabajadores como Araújo está profundamente marcada por la historia de la explotación de la selva amazónica. En la primera mitad del siglo pasado, el gobierno brasileño fomentó la migración de la población a la Amazonia profunda con la intención de desarrollar la región — que ya estaba habitada por comunidades indígenas — mediante la explotación de sus riquezas.

Grandes autopistas como la Transamazónica se crearon destruyendo parte de la selva para conectar la región con el resto de Brasil. La minería, la ganadería y la explotación forestal fueron las raíces económicas de muchas de las nuevas ciudades. Construidas sin mucha planificación, algunas de estas ciudades condenaron a sus habitantes a la pobreza. La deforestación ahuyentó a los animales y redujo la producción de frutas como el açaí, mientras que la minería ilegal contaminaba las aguas y mataba a los peces. Por eso, la mayoría de trabajos disponibles en estas tierras son los mismos que las destruyen. “Yo tenía que trabajar para mantenerme, comprar alimentos, cosas para la casa. Por eso trabajé en lo ilegal”, dice Araújo que advierte que la naturaleza pasa factura. “Si la destruyes, tarde o temprano ella te cobra por lo que sufrió”.
El rescate de Francisco Araújo, en Maricoré.MTE

En muchos sitios de deforestación, como en el que intervino el equipo coordinado por Riga a finales de abril, se están utilizando incluso antenas satelitales de compañías como Starlink del billonario Elon Musk para solicitar refuerzos de forma rápida y avisar sobre operaciones de fiscalización, retrasando los esfuerzos de las autoridades. 
En operaciones en el sur del estado de Amazonas, es cada vez más común que los cabecillas de las operaciones desaparezcan antes de la llegada de los inspectores.

Pero Riga cree que el valor de su trabajo está en las vidas que cambia. El verdadero reto es provocar un cambio significativo que saque a esas personas de la vulnerabilidad que las lleva a la esclavitud. “Brasil tal vez sea el país más desigual. Esta es una construcción de siglos basada sobretodo en la esclavitud que formó al país, a su población”, dice él. “Mientras seamos un país de esclavizados y esclavizadores, será necesario que busquemos cambiar esta realidad”.

Reyes Mate, filósofo de la memoria: “Auschwitz puede repetirse”

 

 A este investigador de la memoria le alarma el auge de los nacionalismos. Su apuesta es desactivarlos “todos juntos” (el catalán, el vasco, el español) y apostar por la UE

Reyes Mate
El filósofo Reyes Mate este otoño en su casa de Madrid.JAIME VILLANUEVA

La deuda democrática con las víctimas del nazifascismo, con Auschwitz como ejemplo extremo, recorre el pensamiento del filósofo Reyes Mate (Pedrajas de San Esteban, Valladolid, 82 años). 

Autor de una veintena de ensayos en los que investiga la dimensión política de la razón, la religión y la memoria, no sorprende encontrarlo “alarmado” por el auge del nacionalismo (...)


https://elpais.com/ideas/2024-11-09/reyes-mate-filosofo-de-la-memoria-auschwitz-puede-repetirse.html

DIREITOS FEMININOS - La lucha por la agroecología y los derechos de las campesinas de Mariama Sonko: “Intentaron callarme, pero no lo lograron”


La senegalesa preside una organización regional que agrupa a 175.000 agricultoras de ocho países. Su sueño es que la tierra sea para quien la trabaja
Mariama Sonko, líder agroecologista senegalesa, posa en su almacén de semillas, en el pueblo de Niaguis, el 7 de marzo de 2024

SYLVAIN CHERKAOUI (AP)
Turín, Italia - 09 NOV 2024 - 01:30 BRT

Al casarse con 17 años por presiones familiares, Mariama Sonko se fue a vivir a Niaguis, el pueblo de su marido, un pequeño núcleo agrícola en la región de Casamance, al sur de Senegal. Allí empezó a trabajar la legumbre y se involucró en una asociación de campesinas. 
Constató con rabia que la tradición impedía a las mujeres poseer tierras y que solo podían aspirar a alquilarlas en condiciones abusivas. Ya podían decir las leyes lo que quisieran: el peso de la costumbre convertía su supuesto afán igualitario en papel mojado.

Hace unos 20 años, un episodio de injusticia sangrante soliviantó especialmente a la joven Sonko. Ella y un grupo de agricultoras habían alquilado unas hectáreas a un marabout, un líder religioso islámico. Tras años de duro trabajo —de desbrozar, arrancar malas hierbas, arar y sembrar de sol a sol— el marabout les comunicó que quería rescindir el alquiler. No por casualidad, el hombre tomó su decisión justo cuando la tierra empezaba a producir buenas cosechas. 
“Me indigné. Le dije que no podía echarnos precisamente al comprobar que nuestro esfuerzo estaba dando al fin sus frutos”, narra Sonko a este periódico en un parque de Turín, donde viajó a finales de septiembre para participar en Terra Madre, la feria organizada por el movimiento de alimentación sostenible Slow Food.

https://elpais.com/planeta-futuro/2024-11-09/la-lucha-por-la-agroecologia-y-los-derechos-de-las-campesinas-de-mariama-sonko-intentaron-callarme-pero-no-lo-lograron.html

























































































Sonko pagó cara su rebeldía frente al líder religioso. “Se formó un escándalo. Los notables del pueblo me acusaron de enfrentar a hombres y mujeres. Yo respondí que lo que se había hecho con nosotras estaba mal desde una óptica moral. Pero no sirvió de nada”. Pasó a ser una proscrita en Niaguis. Se le prohibió seguir participando en el movimiento asociativo y se le despojó de un cargo que ostentaba en el ayuntamiento. “Intentaron callarme, pero no lo lograron”, afirma orgullosa, con su pose firme, de movimientos escuetos, y su voz rotunda.

Sonko, que tiene actualmente 52 años, cuenta que, siempre que han intentado humillarla, en lugar de amilanarse, ella se ha venido arriba. Ocurrió cuando, de pequeña, visitaba a la familia de su madre en Dakar. Algunos niños la acosaban por ser jola, la etnia mayoritaria en Casamance, otros la llamaban “perra hambrienta”. “En la capital, hay quien nos considera unos salvajes. Siempre he sido físicamente fuerte. Me enfrentaba a ellos y, si era necesario, les pegaba para que entendieran que sería la última vez que me decían eso”, explica.
En África, la agroecología no es más que una forma de soberanía alimentaria de la que se han encargado tradicionalmente las mujeres

Cuando se produjo el incidente con el marabout, Sonko ya había alcanzado notoriedad en la región, entre otras cosas, por ser gestora en la federación de organizaciones de mujeres en Ziguinchor, una de las tres provincias en que se divide Casamance. “Seguí mi combate desde allí, sensibilizando y formando a compañeras”. En radios y foros. En conversaciones privadas y corrillos de campesinas. Siempre que tenía ocasión, Sonko esparcía su mensaje: la tierra, para quien la trabaja.
La solución

Años después, comenzó a observar con preocupación cómo la Alianza para la Revolución Verde en África (AGRA, por sus siglas en inglés), creada en 2006, estaba presionando para imponer un modelo agroindustrial en el continente. Sonko rechazaba la idea de un campo africano sembrado con semillas modificadas genéticamente y plagado de fertilizantes y pesticidas químicos. Poco a poco, fue cristalizando su causa personal, en la que convergen la lucha por los derechos de las mujeres y la defensa de un sistema de alimentación respetuoso con el medio ambiente. Sonko considera natural esta simbiosis ecofeminista: “En África, la agroecología no es más que una forma de soberanía alimentaria de la que se han encargado tradicionalmente las mujeres”.

En 2011, creó junto a 12 organizaciones de cinco países (Senegal, Burkina Faso, Guinea-Conakri, Mali y Ghana) el movimiento que hoy preside: Nous Sommes la Solution (Somos la solución, NSS, según sus siglas en francés). Sostiene que solo las mujeres podrán encabezar el remedio al problema de la agricultura hipertecnificada e intensiva, que describe como una absoluta catástrofe. “Amenaza con destruir todo lo que nuestros ancestros nos han legado, en especial los suelos fértiles y las semillas autóctonas”, recalca.

NSS agrupa actualmente a más de 800 organizaciones que representan a unas 175.000 campesinas de ocho países (a los cinco iniciales se sumaron posteriormente Costa de Marfil, Gambia y Guinea-Bisáu). A pesar de la lógica diversidad en un movimiento tan extenso, un objetivo sirve de eje: que las agricultoras sean propietarias de la tierra que cultivan y que produzcan a partir de los principios de la agroecología. Sin química ni deforestación. Sirviéndose de los saberes ancestrales y añadiendo a estos conocimientos científicos e innovaciones adaptadas al contexto.

Mientras se avanza en esta dirección, NSS pretende que brote entre los hombres una nueva mentalidad que “reconozca el papel de las mujeres como pioneras en el desarrollo del territorio”, continúa Sonko. A pesar de los avances, explica que en los campos de África occidental sigue imperando el “desprecio” hacia la figura femenina. Pervive una sólida inercia apuntalada, salvo excepciones, por un empeño en no cuestionar al status quo: “La mayoría de hombres piensa, sin más, que así se tienen que hacer las cosas porque así se han hecho siempre”.
Respeto al entorno y libertad

NSS rechaza el frente de batalla jurídico y blande armas de persuasión reforzadas con pura lógica. “Insistimos en los beneficios de que las mujeres puedan comprar o heredar tierras. Por ejemplo, porque así el patrimonio de la familia aumenta. Utilizamos este tipo de argumentos para que los hombres se abran”. Según ella, la estrategia está funcionando: “Gracias a nuestro trabajo, muchas mujeres de África occidental cultivan hoy sus propios terrenos”.
Insistimos en los beneficios de que las mujeres puedan comprar o heredar tierras. Por ejemplo, porque así el patrimonio de la familia aumenta. Utilizamos este tipo de argumentos para que los hombres se abran

En el debate estrictamente agrícola, NSS aduce la fuerza de los hechos. “El sector agroindustrial nos acusa de ser ignorantes, de estar trayendo pobreza... Lo mismo de siempre. Nosotras no entramos al trapo, no nos interesa una conversación en términos teóricos o abstractos. Simplemente, invitamos a visitar nuestras granjas para que la gente juzgue por sí misma”. Según Sonko, en las plantaciones que promueve el movimiento todo se armoniza bajo un “sistema sostenible, con biofertilizantes y bioprotectores, que produce buenos rendimientos”. El fin máximo pasa por alcanzar la soberanía alimentaria, aunque nadie corta las alas a aquellas mujeres que quieran volar más alto. No hay freno a la hora de expandir la producción para vender en mercados locales o internacionales. Solo existe una regla: “Servirse de técnicas que no contradigan la preservación del medioambiente”. A partir de ahí, “se puede crecer lo que una quiera”.

Sonko sigue viviendo en Niaguis, donde cultiva “un poco de todo” en su finca de tres hectáreas, forma sobre prácticas agroecológicas y alienta debates abiertos en torno al “papel de la mujer en las explotaciones familiares y la política local”. Ha llovido mucho desde que los notables del pueblo hicieran todo lo posible por silenciar a aquella joven de voz poderosa que hablaba demasiado.

quinta-feira, 7 de novembro de 2024

STJ permite registro de casamento religioso de 1894 para obtenção de cidadania italiana

 Um homem ingressou com ação judicial buscando o registro tardio do casamento de seus bisavós.

Da Redação

quinta-feira, 7 de novembro de 2024

A 3ª turma do STJ, por unanimidade, reconheceu os efeitos civis de casamento religioso de 1894 para possibilitar que descendente do casal cumpra requisito necessário para obter cidadania estrangeira.

O caso foi iniciado por um homem que entrou com ação judicial buscando o registro tardio do casamento de seus bisavós, realizado em São Paulo, com o objetivo de completar a documentação exigida para a cidadania italiana. O pedido foi inicialmente negado, com o argumento de que, após o decreto 181/1890 e a Constituição de 1891, o casamento civil tornou-se obrigatório, tornando inviável o registro de um matrimônio realizado apenas na Igreja. O TJ/SP, no entanto, reverteu essa decisão.

Em recurso ao STJ, o MP/SP defendeu que o casamento civil é uma iniciativa exclusiva dos cônjuges e exige habilitação prévia, conforme o artigo 1.525 do Código Civil.

Casamento realizado logo após mudanças legislativas

A relatora, ministra Nancy Andrighi, observou que, com a proclamação da República em 1889, o casamento civil foi estabelecido como a única forma matrimonial reconhecida pelo Estado, em detrimento do casamento religioso, devido ao caráter laico do novo regime. No entanto, a ministra destacou que essa mudança enfrentou forte resistência por parte da população católica e do clero.

Nancy Andrighi afirmou que, embora o Estado tenha adotado medidas legislativas para superar essa resistência, a adaptação social foi gradual, consolidando-se apenas anos depois, com a entrada em vigor do Código Civil de 1916.

Nesse contexto, a ministra considerou que é necessário proteger civilmente as famílias formalizadas por meio do casamento religioso, que, na época, era o instituto mais comum para formalização de matrimônios e que, hoje, é legal e constitucionalmente amparado. O casamento do casal foi celebrado poucos anos após a mudança legislativa e muito antes da consolidação do casamento civil.

Ausência de habilitação na época do casamento

A ministra também ressaltou que, uma vez realizada a habilitação prévia, a legislação atual permite que "qualquer interessado" registre o casamento religioso em cartório, conforme o artigo 1.516, parágrafo 1º, do Código Civil vigente. Ela pontuou que, embora o casamento seja um ato pessoal, o registro público não se limita aos próprios cônjuges quando acompanhado da habilitação prévia.

A relatora explicou que, quando um casamento religioso é celebrado sem as formalidades previstas no Código Civil atual, o registro deve ser feito pelo casal. No entanto, nesse caso, não se pode exigir um procedimento de habilitação inexistente na época, tampouco seria razoável exigir que os próprios nubentes registrem o casamento, uma vez que ambos já faleceram.

"Não há nos autos qualquer informação sobre causas de impedimento ou suspeição que, à luz da legislação atual, impediriam a habilitação, o que permite que descendentes interessados realizem o registro público. Por outro lado, evitando-se consequências jurídicas excessivas, deve-se limitar os efeitos civis do casamento religioso do casal exclusivamente para preencher o requisito necessário à obtenção da cidadania italiana."

O número do processo é mantido em sigilo devido a segredo judicial.

Informações: STJ.

 https://www.migalhas.com.br/quentes/419507/stj-permite-registro-de-casamento-religioso-de-1894-para-cidadania

Privatizações - Indignidades da justiça

A SABESP será mesmo privatizada pelo governo estadual, graças ao apoio do entreguista TJ de SP. 

Enquanto, em outros países, os serviços de água e energia têm suas privatizações revertidas, por aqui a justiça vendida dá aval para tais procedimentos. 

O povo que se ferre, né? 

Os desembargadores são apaniguados, ganhando, inclusive a maior parte do salário como penduricalhos, pra não terem que pagar imposto de renda, ao mesmo tempo em que condenam os outros por sonegação fiscal. 

Escândalo. Vergonha. Decisões atentatórias à denominada "dignidade da Justiça". 

quarta-feira, 9 de outubro de 2024

VALE TUDO

PL de Bolsonaro "adota" foice e martelo, elege com apoio do PT e vence com "candidato da suruba"

Vale tudo por uma prefeitura

Vale tudo.O 22 com a foice e o martelo, o comunista vestindo o 22 e o show que deu resultado para candidato liberal.Créditos: Reprodução
Escrito en POLÍTICA el 9/10/2024 · 05:59 hs



O prefeito Carrinho Cidreira, do PL, vestiu vermelho, aliou-se a uma comunista e, com o apoio do PT, reelegeu-se prefeito de Viana, no Maranhão, cidade de cerca de 50 mil habitantes.

Coalizões bizarras não são incomuns no interior: a de Carrinho reuniu PL, PCdoB, Patriotas, Pros, PT e PSB.

O ex-presidente Jair Bolsonaro chegou a fazer campanha por aliados no interior do Maranhão este ano.

Em Imperatriz, apoiou a candidata do Republicanos, Mariana Carvalho, que foi para o segundo turno com um vice do PL. Na ocasião, candidatos bolsonaristas de outras cidades vieram encontrá-lo.



Bolsonaro prometeu em Imperatriz voltar ao poder em 2026 e vestiu a camiseta amarela do Republicanos com o número 10, ao lado da primeira dama Michelle.

Michelle e a senadora Damares Alves, que também estava presente, fizeram um grande esforço para eleger mulheres conservadoras para prefeituras este ano.

A dupla se apresenta como defensora da família e dos valores cristãos.

No entanto, o ecumenismo do PL não rejeitou a "diabólica" foice e martelo em outra cidade.
22 com foice e martelo

Em Viana, que fica a 500 quilômetros de Imperatriz, o economista Carrinho Cidreira estampou o 22 do Partido Liberal em camisetas vermelhas, a cor da campanha. Ele participou de eventos em que partidários exibiam a foice e o martelo da vice Regina Machado, filiada ao PCdoB, o rosto do presidente Lula e a estrela do PT.

Além de Viana, o PT deu apoio a outros nove candidatos do PL, que se elegeram nas cidades de Luís Domingues, Estreito, Bom Jardim e Pio XII, Maranhão; Areia Branca e Itabaiana, Sergipe; Ipiranga e Três Barras, Paraná; e Ariranha, São Paulo.

Já o PL apoiou a candidata petista que venceu em Brejo, no Maranhão. Thamara Castro foi eleita com 12.186 votos, liderando a coalizão "Com o Deus e o povo, unidos venceremos", formada por PT, PCdoB, PV, PP, Republicanos, PL, PRD, União Brasil, PSDB e Cidadania.
PL e PT unidos

Houve uma única chapa PL-PT bem sucedida: em Estreito, cidade de 35 mil habitantes, o liberal Léo Cunha obteve a reeleição tendo como vice a petista professora Irenilde.

A chapa teve apoio do deputado federal comunista Márcio Jerry, mas neste caso foi ele quem vestiu a camiseta azul do 22, o Partido de Jair Bolsonaro.

O prefeito, que na verdade se chama Leoarren Túlio de Sousa Cunha, está sob investigação por ter promovido um show de Mahnu Batidão durante a pré-campanha, pelo qual pagou R$ 190 mil em dinheiro público.

Durante o evento, dançarinos simularam sexo entre si e o prefeito, filiado ao partido de Jair Bolsonaro, subiu ao palco e bebeu o que foi chamado de "cachaça com maconha". Depois de passar um lenço sobre seu órgão sexual, a cantora ofereceu a peça de tecido molhada ao prefeito, que vibrou.

O MPE do Maranhão entendeu que o evento, aberto a menores, teve "incitação ao uso de drogas" e também infringiu a lei por ter sido contratado sem licitação.

O prefeito defendeu-se dos que o definiram como "candidato da suruba" dizendo que foi o show mais bem sucedido da História de Estreito. Ele foi reeleito com 44% dos votos (8.948).

Maia, sua adversária bolsonarista-raiz, que concorreu pelo Republicanos, esteve no encontro com Bolsonaro, Michelle e Damares, vestiu a bandeira brasileira e ainda fez o M de Marçal. Ela teve 545 votos.