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Advogado - Nascido em 1949, na Ilha de SC/BR - Ateu - Adepto do Humanismo e da Ecologia - Residente em Ratones - Florianópolis/SC/BR

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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Quem matou JOANA D'ARC? - O lado impiedoso do Cristianismo, é claro

1431: Joana D'Arc morre na fogueira

Joana D'Arc foi queimada numa fogueira em praça pública a 30 de maio de 1431 na cidade francesa de Rouen. A jovem filha de camponeses liderou a luta contra a ocupação inglesa em 1429, na Guerra dos Cem Anos.

Napoleão Bonaparte certa vez disse: "Um francês pode fazer milagres ao ver a independência do país ameaçada". Ainda hoje, Joana D'Arc é um símbolo nacional para os franceses. Vários livros com sua biografia e diversos filmes foram lançados sobre a ingênua, porém corajosa filha de lavradores do interior da França.
Joana D'Arc nasceu em Domrèmy-la-Pucelle na noite de Epifania de 1412. Já em vida, havia se tornado uma lenda, as pessoas queriam vê-la e tocá-la. Em 1429, entrou para a história da França ao escrever uma carta ao chefe da ocupação inglesa:
"Rei da Inglaterra, autointitulado regente do Império Francês, entregue à virgem enviada por Deus, imperador do céu, a chave de todas as cidades que Sua Alteza tomou dos franceses. Se não o fizer, Sua Alteza já o sabe, eu sou general. Em todo lugar na França que encontrar da sua gente, vou expulsá-la."
Teria sido ousadia ou ingenuidade a oferta feita por Joana, então com 16 anos, ao seu rei, Carlos 7º, de expulsar os invasores ingleses de Orleans e assim ajudá-lo a garantir-se no trono da França? Ao se apresentar como enviada divina, ajudou a projetar seu nome na história.
Oficialmente, ninguém contestava a necessidade de expulsar os britânicos. Mesmo assim, o rei e seus consultores preferiram mandar averiguar quem era aquela jovem. Doutores, religiosos, guerreiros, ninguém encontrou ressalvas à pura Joana, apenas o bem, a inocência, a humildade, a honestidade e a submissão.
Enviado por Deus
Joana apareceu para salvar os franceses justamente no momento em que eles acreditavam que apenas um milagre poderia ajudá-los. E a Joana vestida de guerreiro, um enviado de Deus, incorporou esta esperança. O povo via nela a concretização de um antiga profecia, segundo a qual a França seria salva por uma virgem. Uma propaganda ideal para a corte. Era a oportunidade para motivar suas tropas, que a esta altura estavam com a imagem um tanto desgastada.
Joana, a salvadora. Com o passar dos séculos, ela foi chamada de tudo: bruxa, prostituta, santa, feminista, nacionalista, heroína. Pelo ultraconservador Le Pen, na França atual, ela foi inclusive usada como símbolo contra os invasores modernos. E, na tela, é apresentada como um tipo de adolescente rebelde, altruísta, apegada aos ideais.
Mas, retrocedendo na história: depois que ela foi sabatinada por uma comissão da corte, recebeu o uniforme completo de cavaleiro e começou a lutar pela libertação. Orleans estava sitiada pelos ingleses há seis meses. Uma tropa de cinco mil homens pretendia forçar os 30 mil habitantes a se entregar. Apesar de não ser um integrante ativo nos planos dos militares franceses, o espírito de luta de Joana – e talvez apenas sua presença – trouxe a vitória aos franceses.
No dia 8 de maio de 1429, ela foi festejada pelos moradores de Orleans como enviada divina. E seguiram-se ainda muitas vitórias até a coroação de Carlos 7º em Reims. Os ingleses, derrotados, iniciaram uma conspiração contra Joana, que acusavam de bruxaria. Ela foi presa em 1430 e condenada pela Inquisição a morrrer na fogueira, depois de 20 meses de julgamento.

Jens Teschke (rw)

Fonte: DEUTSCHE WELLE

Igreja Católica aposta em megatemplo para 100 mil



 A igreja não é "isenta" de IPTU, mas goza de imunidade, segundo a Constituição Federal, em relação a todos os impostos, é bom que se esclareça.

Além da imunidade quanto aos impostos, ainda usufrui de outras benesses, com relação a outros tributos, instituídos a níveis estadual  e municipal.

Não bastasse tais favorecimentos, o poder público, a toda hora, libera recursos para restauro de templos e eventos religiosos.

Os que, instegrantes do Executivo, Legislativo e Judiciário, patrocinam este verdadeiro festival de privilégios, não fazem outra coisa senão causar danos à nação, em benefício do Império Vaticano.

Para mim, com toda a franqueza de que costumo me utilizar, todos, (governantes, magistrados, membros do Ministério Público, membros dos Tribunais de Contas) que não combatem tais absurdos praticam alta traição aos interesses do País e crime de lesa pátria.

Nas ações populares que estou movendo, dou combate incessante a alianças tão perniciosas.
No fundo, recrimino mais seriamente os membros do Ministério Público, cuja responsabilidade é de defender os interesses metaindividuais (pois são pagos para isto) e, não raro, bandeiam-se para o lado da ICAR, como se tivessem sido cooptados, envergonhando a instituição que integram.
Aqui em SC, cito o caso típico do Dr. AOR STEFFENS MIRANDA, que não conheço pessoalmente, mas que afirmo, com todas as letras, presta enorme desserviço à sociedade, ao confrontar as ações por mim propostas (ao contrário de vários outros que as apóiam), dizendo entender perfeitamente lícito o restauro de templos católicos (tombados) com dinheiro público.
Tal posicionamento é uma excrecência repugnante. Cheira a exercício de advocacia administrativa, a qual, todavia, não posso comprovar, ainda.

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Agora a matéria da FOLHA:

por Daniel Roncaglia, da Folha

Quinze anos após surgir como fenômeno católico, Marcelo Rossi, 44, está perto do mais importante projeto da sua carreira de padre-cantor. Até dezembro, ele espera celebrar a 1ª missa na igreja que tenta erguer desde 2006 na zona sul de São Paulo.

Chamado de Santuário Theotókos ("Mãe de Deus" em grego), o espaço poderá receber até 100 mil pessoas -o maior em capacidade da Igreja Católica no país.

A obra segue a tendência da ala carismática da igreja, como o movimento Canção Nova, que tem estrutura própria e um centro de evangelização para 70 mil pessoas em Cachoeira Paulista (SP).

O santuário é feito com o dinheiro que Marcelo Rossi recebe de doações e de seus produtos. Mesmo com a vendas dos 10 milhões de discos e das 4 milhões de cópias de seu livro "Agapé", a construção se arrasta há seis anos.

Os valores não são revelados pela Associação do Terço Bizantino, que administra a construção. Só de IPTU do terreno no período, a dívida passa de R$ 1 milhão, segundo a prefeitura.

O presidente da associação, Dráusio Barreto, afirma que o padre decidiu fazer a nova igreja para abrigar seu público com conforto.

Sobre o IPTU, Barreto, que também trabalha como secretário dos Serviços da prefeitura, lembra que igrejas são isentas da cobrança. A ideia é recorrer da dívida.

"O padre ainda celebra missas no chão de fábrica", diz, lembrando que atual sede é um galpão adaptado.

Na manhã de domingo, cerca de 8.000 fiéis ocupavam a antiga fábrica adaptada em uma das quatro missas semanais em São Paulo.

"Para quem aqui o "Agapé" se tornou livro de cabeceira?", perguntou Rossi na missa da noite de quinta-feira. "É dez", completou diante do sinal positivo do público.

Desde 2007, o padre diz todo ano que irá inaugurar a igreja em dezembro. "Ele acredita, pela providência divina, que isso vai acontecer de verdade. O problema é que temos de fazer a obra a conta-gotas", diz Barreto.

O arquiteto Rui Ohtake, que projetou o novo santuário, afirma que apenas com a cobertura e o piso cimentado a igreja já pode funcionar.

Além do palco de 430 m2, a igreja terá mais de 500 banheiros e estacionamento para 2.000 carros.

Mais próxima das casas de espetáculos, a igreja do padre faz parte da orientação que ganhou força na Igreja Católica após o Concílio do Vaticano, em 1962.

Esse tipo de megaestrutura não é exclusividade dos católicos. A Igreja Universal do Reino de Deus está fazendo uma sede que pretende reproduzir o Templo de Salomão, na zona leste. Segundo o bispo Edir Macedo, a igreja irá ocupar 70 mil m2 de área construída. No Rio, a Universal já dispõe de um templo para 12 mil fiéis.

A Igreja Deus É Amor afirma ter reunido 60 mil em seu templo no centro de São Paulo. Desde 1995, a Igreja Messiânica está também instalada em SP em uma área que pode reunir até 30 mil fiéis.

Título original: Igreja Católica aposta em megatemplo para 100 mil



Fonte: FOLHA DE SP, via PAULOPES WEBLOG

FALTOU A VELHINHA



Sinto necessidade de dar sequência ao meu último artigo, depois da aprovação, pela Câmara Federal, na semana passada, do projeto do novo Código Florestal, com a redação proposta pelo seu relator, o deputado federal do PC do B pelo Estado de São Paulo, Aldo Rebelo. 
A truculência que os deputados da chamada “bancada ruralista” usaram, no plenário da Câmara Federal, trouxe-me à mente, no momento em que redijo este artigo, a matilha de cães violentos que eu assisti, na grande praça situada em frente à Casa Rosada, em Buenos Aires, tentar trucidar um outro cachorro. Eram todos cães grandes, inclusive o que foi atacado. Foi impressionante! Faziam parte da matilha uns sete, oito cães. Todos, ao mesmo tempo, como que obedecendo a um comando único, avançaram, com uma ferocidade que só tinha visto em filmes, para cima desse um, que resistiu bravamente. Quem o salvou foi uma velhinha que dispersou a matilha, em pleno ataque, a golpes do seu guarda-chuva. Havia pouco, tinha caído uma chuva fininha. O cão atacado saiu muito machucado e, por força do natural instinto de sobrevivência, foi proteger-se e esconder-se bem no centro de um grupo de turistas que ouvia as explicações do seu guia. Ficou, ali, deitado, arfante pela agressão brutal e covarde que, heroicamente, acabara de enfrentar, recuperando as energias. Desde aquele passeio, indago-me, sem respostas, sobre as razões que a matilha poderia ter para querer “suprimir” esse cão de sua convivência, se não na própria matilha, mas naquela grande praça pública. Em dado momento, ele saiu do centro do círculo de turistas e caminhou, rápido, na direção de uma rua oposta de onde estava a matilha. Mas os sete, oito cães que a formavam, ficaram ainda por um bom tempo rondando a praça à procura do cachorro que tinham atacado, certamente para matá-lo. Tomando emprestados os versos do poeta Carlos Drummond de Andrade: “Nunca me esquecerei desse acontecimento/na vida de minhas retinas tão fatigadas.”
Essa imagem do ataque da matilha relacionada à sessão de votação do projeto do novo Código Florestal, deve ter me ocorrido também pela leitura que acabo de fazer do pungente artigo de autoria da professora de criminologia da UFSC, Vera Regina Pereira de Andrade, intitulado: “A sociedade espelhada: o humano e o animal/Manifesto pela libertação animal”. “No mundo animal, se reproduz a violência de classe, existindo animais ricos, remediados, pobres e completamente excluídos.”
A bancada ruralista na Câmara Federal é composta, em boa parte, de grandes proprietários rurais. O seu deputado que não o é, em todo o caso está muito rico. A mesma raiva e ódio nos olhos dos cães da matilha naquele final de tarde na praça da Casa Rosada, vi brilhando, diante de mim na televisão, nos olhos dos deputados que conduziram a vitória da bancada ruralista na negativamente histórica sessão da Câmara Federal na semana passada. Infelizmente, nela ou antes dela, faltou a velhinha decidida para acabar, a golpes de guarda-chuva, com a ideia estúpida de derrubar as nossas florestas e matas para fazer avançar as fronteiras do agronegócio, principalmente das plantações de soja, na direção da região da Amazônia.

domingo, 29 de maio de 2011

Beatificação está na moda - Que tal escolher-se o Palocci também como candidato a santo?


NELITO FERNANDES



Repórter da sucursal Rio de ÉPOCA, escritor, autor teatral e redator de humor do Multishow. Nesta coluna tenta misturar humor e opinião comentando o noticiário, embora admita que na maioria das vezes é difícil manter o humor 


A presidente Dilma Rousseff vai encaminhar nesta semana ao Vaticano o pedido de beatificação do ministro da Casa Onde é Que Já Civil, Antônio Palocci. Dilma acredita que Palocci deve ser canonizado graças ao seu milagre de multiplicação do patrimônio. O ministro multiplicou seu dinheiro por 20 em quatro anos. "O mais incrível é que ele fez tudo isso dando palestras, mesmo tendo a língua presa", disse um assessor de Dilma. "É santo!".

A situação de Palocci com a oposição, porém, se agravou. Até aliados ficaram contra o ministro. O PMDB se rebelou e aumentou a pressão contra Palocci. Houve troca de insultos e o ministro chegou a ser ofendido: "Por pouco não me chamaram de membro do PMDB. Isso é um absurdo.", disse o ministro. Lula teve que intervir, para desespero da oposição. "O Lula, mais uma vez, meteu o dedo onde não devia. Achei que ele tivesse aprendido a lição.", disse um deputado da oposição.

O ministro passou a semana sendo alvo de honrarias. Na segunda-feira ele recebeu o prêmio patriota da década, entregue pelo ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota. "Eu achei que eu fosse o Antônio Patriota, mas o verdadeiro Antônio Patriota é o Antônio Palocci. Não é sempre que alguém abre mão de uma capacidade de fazer fortuna como essa para vir trabalhar no governo".


Rev. ÉPOCA

A liberdade está proibida em SP. A decisão é do Tribunal de Justiça

Por Celso Lungaretti 

Antes era assim…






























O Ministério Público e o Tribunal de Justiça de São Paulo continuam equivocados quanto ao ano em que vivemos.


É preciso alguém informar aos distintos promotores e magistrados que 1971 passou há muito tempo: quatro décadas depois, eles se comportam como se ainda estivessem no Brasil de Médici.
Ou, pior ainda, na Alemanha de Hitler.
Só que nós outros não embarcamos em nenhum túnel do tempo — muito menos num regressivo, direcionado para o que de pior existiu. Então, EXIGIMOS respeito aos nossos direitos direitos civis.
Correu muito sangue para nos livrarmos da última ditadura. Não precisamos de outra, nem deixaremos que seja implantada a conta-gotas.
Esta é uma situação em que cai como uma luva o que Henry David Thoreau pregou. Quem representa o espírito de Justiça somos nós, que prezamos a liberdade. Eles, os guardiães daletra da Justiça, estão sendo representantes apenas do imobilismo e do mais tacanho autoritarismo.

Agora é assim. Igualzinho.


























Cidadãos de país democrático tem pleno direito de manifestar-se favoravelmente à liberação da maconha, embora isto lhes tenha sido ARBITRARIAMENTE proibido na última semana; de defender a liberdade de expressão sem serem massacrados por  otoridades bestiais, como o foram no sábado passado; e de pregar, pura e simplesmente, liberdade, como pretendiam fazer neste sábado.
É de primarismo e obtusidade extremos confundir isso com “induzimento ao uso de drogas”. Trata-se, repito, da mesmíssima retórica EVASIVA e FALACIOSA que justificava sequestros, torturas, estupros, execuções e ocultação de cadáveres durante o regime dos generais.


Não passarão.
NÃO PASSARÃO!

Fonte: CONSCIÊNCIA NET

Cadastro revela políticos donos de rádio e TVs no país

29/05/2011 - 10h18


Classificado de "caixa-preta", o cadastro dos donos de rádios e TV no país --onde estão os nomes de 56 deputados e senadores que são sócios ou têm parentes no controle de emissoras --passará a ser divulgado em caráter definitivo pelo Ministério das Comunicações.



Reportagem de Valdo Cruz e Júlio Wiziack na edição da Folha deste domingo (íntegradisponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha) mostra que o mapa, antiga reivindicação de entidades que tentam fiscalizar o setor, estará disponível a partir de segunda-feira na página do ministério. A Folhaobteve acesso à lista.


O cadastro traz um mapa das 291 TVs, 3.205 rádios e 6.186 retransmissoras comerciais existentes no Brasil.

Levantamento feito pela Folha publicada em março mostrou que empresas abertas em nomes de outras pessoas (laranjas) são frequentemente usadas por especuladores, igrejas e políticos para comprar concessões de rádio e TV em licitações do governo federal.

Leia mais na Folha deste domingo, que já está nas bancas.



Fonte: FOLHA DE SP

COCA-COLA NA MIRA DA FAZENDA ESPANHOLA


Hacienda contra Coca-Cola
La Agencia Tributaria abre actas a la compañía por unos 55 millones

AMANDA MARS 

Coca-Cola tiene una relación tortuosa con el fisco en España. Hacienda ha levantado actas al gigante estadounidense por valor de unos 55 millones de euros por impago de impuestos entre 1997 y 2000. Además, los inspectores tienen bajo lupa sus declaraciones de los ejercicios entre 2005 y 2009.




La Agencia Tributaria ha abierto actas a Refrescos Envasados, filial de Coca-Cola en España, con una deuda total reclamada de 27,9 millones de euros (21 millones en cuota para impuesto de sociedades y 6,9 millones de intereses), según la memoria de la compañía correspondiente al ejercicio 2009, recientemente depositada en el Registro Mercantil. A esta reclamación, recurrida por la empresa, se suman otras correspondientes al impuesto de sociedades de los años 1997 a 2000, por 21 millones, y por IVA de 1998 a 2000, por 6,1 millones, cuyo desenlace está en manos del Tribunal Supremo. La compañía pagó tres millones de euros correspondientes a las liquidaciones que fueron firmadas en conformidad.



La compañía que dirige Marcos de Quintoargumenta en su memoria que "la posibilidad de una resolución desfavorable con respecto a las diversas reclamaciones pendientes es remota", en opinión del consejo de administración, por lo que no se han provisionado los montantes económicos totales que están en discusión con el fisco.



Además, en caso de que los tribunales acaben por dar la razón a la Agencia Tributaria, la filial española explica que el contencioso no afectará ni al resultado ni al patrimonio neto de la sociedad porque la casa matriz, The Coca-Cola Company, con sede en Atlanta, se ha comprometido a hacerse cargo tanto de la deuda tributaria como de las sanciones a que puedan dar lugar. Fuentes de Coca-Cola en España atribuyen estas reclamaciones a discrepancias con la Agencia Tributaria en la interpretación de algunos conceptos y la normativa fiscal, y recalcan que en un contencioso similar, correspondiente a 1989 y 1990, el Supremo dio la razón a la empresa.



Coca-Cola no fabrica sus bebidas en España. La marca vende a las embotelladoras el concentrado del producto, que, para el mercado español, se elabora en Irlanda. Refrescos Envasados, la compañía con los contenciosos pedientes con Hacienda, es una sociedad sin personal, con beneficios de 637.000 euros en 2009, pero de la que cuelgan Compañía de Servicios de Bebidas Refrescantes, Pemberton Productions y Coca-Cola Gestión. La batalla entre Coca-Cola y Hacienda por discrepar sobre el pago de impuestos data de antiguo y cada una de las actas atraviesa su particular proceso legal. Según la memoria de la filial española, en marzo de 2009 la Audiencia Nacional confirmó mediante resolución el acuerdo liquidatorio impugnado por la empresa con relación al impuesto de sociedades del año 2000. La deuda reclamada suma 5,9 millones, de los cuales 200.000 euros son aceptados por la firma y han sido provisionados, pero el resto queda pendiente del Supremo. Las reclamaciones de IVA siguen en los tribunales.



La sociedad además, tiene abiertas a inspección fiscal todas las declaraciones presentadas para los ejercicios de 2006 a 2009, ambos incluidos, aunque, en opinión de los administradores y de sus asesores fiscales, "no existen contingencias fiscales de importes significativos que pudieran derivarse, en caso de inspección, de posibles interpretaciones diferentes normativa fiscal aplicable a las operaciones realizadas por la sociedad".


Más adelante, la memoria de Refrescos Envasados también apunta que el pasado julio la Agencia Tributaria comenzó las actuaciones inspectoras de comprobación e investigación sobre el impuesto de sociedades de 2005 a 2007, sobre el IVA de 2006 a 2007 y por diversas retenciones en este mismo periodo. En caso de que Hacienda levantara acta desfavorable a Coca-Cola, la compañía cree que tendría lugar a finales de 2011.

Fonte: EL PAÍS (España)

Vivissecção: ciência ou barbárie?



A palavra complicada que usamos no título deste artigo justifica uma explicação inicial. Em sentido restrito, vivissecção é a prática (cuja origem é atribuída ao médico romano de origem grega Cláudio Galenao, no século I DC) de se dissecar animais vivos para estudar sua anatomia e fisiologia. Em sentido amplo, o termo define todos os experimentos realizados em animais vivos.




Tanto em um caso quanto no outro, porém, os resultados são sempre os mesmos: dor e sofrimento. É isso o que acontece nas câmaras de torturas – eufemisticamente chamadas de laboratórios – de universidades públicas e privadas, indústrias (sobretudo de produtos farmacêuticos e cosméticos) e institutos de pesquisa.


Nelas, animais vivos – mamíferos, em especial – são submetidos a um rol extenso de experiências, cujo espaço restrito deste artigo não nos permite detalhar. Citemos algumas: a amputação de membros sadios para a implantação de próteses produzidas com novos materiais supostamente úteis aos seres humanos, a injeção de substâncias tóxicas no corpo ou a aplicação de produtos químicos na pele para a verificação dos seus efeitos e, ainda, a fixação de instrumentos em órgãos internos (como o crânio) para o monitoramento das suas atividades diante de choques elétricos ou de novas drogas.


Tudo em nome da Ciência – e, de forma velada, do dinheiro. Porque, não se iluda, este é o pano de fundo do debate. Ainda que fosse justificável a necessidade de se torturar e mutilar animais em nome da Ciência, o que é discutível, não o é fazê-lo em nome do dinheiro. Por isso, a vivissecção é, sem dúvida, a maior das questões da Bioética.


Não por acaso. Não há estatísticas oficiais sobre o número de animais mortos neste gênero de barbárie moderna, mas os PhDs alemães Milly Schar-Manzoli e Max Heller, no livro Holocausto, estimam que a máquina de dinheiro que move esta fábrica de horrores chega a consumir extraordinários quatrocentos milhões de animais em todo o mundo, anualmente.

Não se diga, seguindo a cartilha maquiavélica, que os fins justificam os meios. No livro Alternativas ao uso de animais vivos na Educação, o biólogo paulista Sérgio Greif relaciona uma longa lista de alternativas eficazes à vivissecção, que esvaziam os discurso de que este tipo de prática é necessário: modelos e simuladores mecânicos ou de computador, realidade virtual, acompanhamento clínico em pacientes reais, auto-experimentação não-invasiva, estudo anatômico de animais mortos por causas naturais, além dos filmes e vídeos interativos. 
Apoiadas por cientistas, pesquisadores, políticos e até executivos de grandes empresas privadas, instituições sérias como a InterNiche (International Networtk of Individuals and Campaigns for a Humane Education) e a British Union for the Abolition of Vivisection (organização que existe desde o final do século 19) têm uma coleção de bem fundamentados argumentos contrários a este tipo de prática.
Provando que a preocupação com o tema não é delírio das organizações de defesa dos animais, a grande maioria das escolas de medicina dos EUA (maior berço científico do planeta) não usa animais. Entre elas, as consagradíssimas Harvard Medical School e Columbia University College of Physicians and Surgeons. Baseiam-se, entre outras coisas, em estudos que comprovam que 51,5% das drogas lançadas entre 1976 e 1985 ofereciam riscos aos seres humanos não previstos nos testes.
Já em Israel, a El Al (principal linha aérea do País) se recusa a transportar primatas para serem usados em experiências. Lá, a vivissecção é proibida em todas as instituições federais de ensino. O argumento que utilizam para justificar esta atitude, com o qual encerro este artigo, é uma primorosa lição de humanidade. “É mais importante ensinar aos alunos israelenses a compaixão pelos animais porque este sentimento certamente criará maior compaixão por seres humanos”.
Aurélio Munhoz no Twitter: http://twitter.com/aureliomunhoz

sábado, 28 de maio de 2011

Beatriz Abagge é condenada a 21 anos e quatro meses de prisão

Acusam-na de sacrifício ritual ou religioso. A matéria suscita melindres, pois houve tempos em que judeus eram acusados de tais práticas.

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Ela foi declarada culpada pela morte de Evandro Ramos, em 1992.
Abagge ainda pode entrar com recurso e aguardará em liberdade.

Beatriz Abagge foi condenada, neste sábado (28), a 21 anos e quatro meses de prisão pela morte de Evandro Ramos. Ela ainda pode entrar com recurso e aguardar a decisão em liberdade. O crime ocorreu em 1992, em Guaratuba, litoral do Paraná.

Evandro Ramos Caetano, de seis anos, desapareceu em abril de 1992 quando ia para escola. O corpo dele foi encontrado cinco dias depois em condições, como afirmou o promotor de justiça do Tribunal de Júri de Curitiba, Paulo Sérgio Markowisz de Lima, "com lesões semelhantes às percebidas em sacrifícios de animais, como amputação de membros e retirada do coração".

No primeiro julgamento, em 1998, Beatriz e a irmã, Celina, haviam sido absolvidas. Dois pais de santos e um ajudante foram condenados pelo crime em 2004. No entanto, o Ministério Público recorreu da decisão e conseguiu, através do Supremo Tribunal Federal (STF), um novo julgamento.

O julgamento havia começado na sexta-feira (27) e foi retomado na manhã de sábado.

Fonte: G1

COMO A DESCEREBRADA CONSEGUIU SER VEREADORA?


Vereadora diz: ‘Animal solto na rua? Mata em 48 horas!’

A vereadora Silvia Fernanda de Almeida(foto), de São João Del-Rei (MG), sugeriu na sessão da Câmara Municipal do dia 10 deste mês a criação de uma lei para que os animais soltos na rua sejam mortos em 48 horas. 

“Tem animal solto na rua? Tem que matar. Eu sou a favor de uma atitude que ponha fim definitivamente ao problema”, disse. 

Mais adiante, conforme mostra vídeo com imagens da sessão, a vereadora, que é do PMDB, disse: “Eu quero fazer um projeto de lei para matar cavalo, burro, égua, vaca e porco. Achou na rua, falou com o dono: (você tem) 48 horas. Não providenciou (a retirada do animal), mata”. 

"Fim definitivo ao problema"


Associações de proteção de animais fizeram contundentes críticas à vereadora. Nivaldo José de Andrade, prefeito da cidade e do mesmo partido da vereadora, disse que, se ela apresentar o projeto de lei e for aprovado, ele vetará.

São João Del-Rei tem 84 mil habitantes e fica a 215 km de Belo Horizonte.

A vereadora se queixou de seus adversários políticos, que seriam os responsáveis pela divulgação das imagens na internet, e da intolerância das pessoas que estão ameaçando-a de morte. 

Ela reconheceu ter cometido um “abuso de retórica”, o que levou que fosse mal interpretada, porque não propôs o extermínio de “todos” os animais. “Em momento algum eu me referi a cães e gatos”, disse. Afirmou que se referiu apenas aos “cavalos, porcos e vacas”. 

Fonte: PAULOPES WEBLOG