O senador Esperidião Amin não conseguiu reeleger-se. A sua esposa, Ângela Amin, ex-prefeita de Florianópolis e ex-deputada federal, também não terá mandato no próximo ano. É o fim de um tempo, uma hecatombe bolsonarista histórica.
Ser batido por um vereadorzinho inexpressivo do RJ (o tal do Carluxo, que sequer é catarinense) deve estar doendo muito para o Dão que, oportunista, tentou encostar-se na onda bolosonarista para continuar a eleger-se, com Ângela a reboque.
Nenhum dos dois foi sufragado suficientemente, vítimas do "politicídio" que lhes impôs o clã da Barra da Tijuca.
Mas, uma coisa é certa: o casal estará, nos bastidores, a vibrar com as asneiras dos capadócios e sevandijas Jair Renan e Carluxo estarão a fazer no Congresso.
Gostemos, ou não - eu nunca gostei, confesso - do Dão, há que se reconhecer que, em matéria de preparo, como administrador e legislador, não é possível cogitar-se de compará-lo com o Carluxo ou com o Jair Renan, duas notórias nulidades.
Talvez, a título de consolo, seja Esperidião cogitado para um ministério. Ou ambos estarão politicamente mortos e incinerados.
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