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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

A SOBERBA É UMA M....

Tendo conseguido eleger um irmão (Carlucho) e a mulher do pai (Micheque) como Senadores, mais um irmão do pai como deputado e até um filho (o Zero Quatro) visivelmente descerebrado, como deputado federal, dois deles graças a eleitores de SC e, de quebra, emplacado uma diferença de cerca de 2 milhões de votos sobre Lula, no primeiro turno, o presunçoso Flávio Rachadinha e tomador de mansão alheia deixou-se dominar pela soberba e, por tal vacilo, acabou de levar uma dolorosa lição de política de um velho que reune experiência e carisma com os quais nenhum Bolsonaro poderá equiparar-se. Afinal, quem se habituou a renhidas pelejas políticas desde os tempos em que, como sindicalista, tinha que peitar advogados das multinacionais e a poderosa FIESP, como é o caso de Lula, tem uma bagagem invejável e vislumbra, em situações de desespero, com certa facilidade, alguns pulos de gato.

A soberba do "rachadinha" irá lhe custar bastante caro, porquanto culminou com a perda de foro privilegiado e imunidade.

E agora não terá um Vocaro (que dizem ser apenas pau mandado de um grande traficante espanhol de nome Oliver Ortiz de Zarate Martin) a socorrê-lo com aporte de vultosas quantias. A fonte secou, não só para ele como para seu arrogante irmão Eduardo Bananinha, ao que tudo indica.  

Com ele, cairão nas malhas da Justiça, um certo advogado e vários outros políticos presunçosos que o clã Bolsonaro enredou com o fito de eleger seus membros. 

Amarga lição tomaram também Esperidião Amin e sua esposa Ângela, os quais irão para a lata fedorenta do ostracismo, porque não terão mais tempo de aprender que os milicianos do RJ são traidores por vocação inarredável. Saiu o casal de políticos catarinenses de modo melancólico da política, o que, principalmente para o vaidoso "Dão", deve ter sido muito doloroso. 

De uma coisa tenho certeza: depois da preterição de Esperidião pelo carioca Carluxo (aquele do "Gabinete do Ódio"), muitos aliados dos Bolsonaro em nosso Estado estarão, permanentemente, com as barbas de molho, com "um olho no pastor e outro no culto".

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