
em 11 de agosto de 2020
Por Michael Caceres
Novilha vermelha do Temple Institute (Reprodução)Benvindo ao universo dos leitores do Izidoro.
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Novilha vermelha do Temple Institute (Reprodução)Acreditava-se que o animal estava extinto desde os anos 1970, porém milagrosamente "ressuscitou" perante membros de uma expedição no Djibuti.
O pequeno mamífero africano tem um focinho longo em forma de tromba e olhos pretos penetrantes. Até agora, são conhecidos aproximadamente 39 exemplares do animal, preservados em museus, já que a espécie foi considerada extinta desde 1970.
Entretanto, surpreendentemente o animal "ressuscitou" perante membros de uma expedição no Djibuti, que já encontrou oito exemplares no país africano, sendo três fêmeas e cinco machos, segundo estudo publicado na revista Peerj.
Testes de DNA e uma análise anatômica dos musaranhos capturados confirmaram não apenas que a espécie, considerada extinta há anos, possui exemplares vivos, como também havia sido erroneamente classificada pelos cientistas, provavelmente devido à escassez de dados.
Para resolver esta questão, os autores do estudo propuseram nomear o animal de Galegeeska revoilii, ao invés de Elephantulus revoilii, que resultou ser "incompatível com a filogenia do musaranho".
Os pesquisadores haviam instalado 1.259 armadilhas em 12 locais. Com alguns modelos de distribuição da espécie e potenciais habitats, concluíram que o musaranho é mais comum do que se acreditava e habita zonas quentes, secas e rochosas da Somália, do Djibuti e até da Etiópia.

Mãe da nova vítima disse que era abusada na adolescência e por isso engravidou; ele já era investigado por estupro de uma enteada



Eventual abuso pode ser enquadrado como uso irregular do poder econômico por líder eclesiástico, segundo Plenário do TSE 

Os acontecimentos envolvendo a pobre menina estuprada por um tio, desde os 6 anos de idade, que acabou engravidando, está servindo para mostrar, sem a menor dúvida o quanto estamos seguindo o velho e temeroso estilo judaico, islâmico e católico de pernicioso fundamentalismo. As manifestações de Damares e do presidente da CNBB, por exemplo, em defesa da vida do feto felizmente abortado, com autorização judicial e por razões de ordem médica, mostram à saciedade, que as fraudes denominadas religiões vivem da desgraça, do desespero, das diferenças sociais gritantes, do atraso, enfim.
Os que defendem, hipocritamente, a não realização de interrupção de gravidez resultante de violência sexual, são os mesmo que não se importam, minimamente, com as mortes de verdadeiras multidões, mundo afora, por obra da fome, da falta de assistência médico-hospitalar, pela carência de moradias dignas, pelos vergonhosos salários pagos aos trabalhadores, vítimas do capitalismo selvagem e impiedoso do qual as igrejas fazem parte.
Multidões esclarecidas não se submetem a esses estelionatários de sotaina ou paletó e gravata, bravateiros que não conseguem controlar os pedófilos das suas igrejas, mas querem impor uma moralidade baseada em "livros sagrados" que se constituem em verdadeiros instrumentos de escravidão, por exploração da ingenuidade dos crentes.
Um desastre, desde tempos imemoriais e nestes tempos de modernidade incontrolável.
Não é possível conciliar o mundo da informática, ágil, científico e ávido por coisas concretas com essas práticas antiquadas, religiosas e ideológicas conservadoras, rançosas, perpetuadoras das diferenças escandalosas, que só agravam os problemas sociais, representativos do atraso e da miséria de grandes massas de seres humanos.
Urge romper com essas estruturas concentradoras de riqueza, como a Igreja Católica - a maior latifundiária do mundo -, os bancos e instituições do gênero, a eles coligadas e que lhes dão suporte, se quisermos ver mitigadas a ignorância, a desigualdade, a fome, as revoltas, o caos, em uma palavra.
Os brinquedos de pelúcia que acompanharam a menina de dez anos na viagem até o Recife para a realização do aborto.