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terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Existe ainda algum patriota, de verdade, para nos socorrer?

 “Quando a pátria sofre, os olhos dos patriotas se fecham a tudo: – aos vagidos dos filhos, às lágrimas da esposa, às lamentações dos pais. O coração cheio de piedade pela pátria não reserva nenhum lugar para outras afeições. Todas as paixões emudecem. Somente o patriotismo fala. Se a  pátria faz soar sua voz imperiosa, o patriotismo não hesita, não se demora, marcha pé firme e com intrepidez. A cor do rosto não se lhe altera à vista dos perigos e dos cadafalsos...”


Texto do famoso FREI CANECA(*), um dos mentores da "Confederação do Equador", de 1824

Fonte: https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/568037/000970496_Formacao_historica_nacionalidade_brasileira.pdf?sequence=1&isAllowed=y


Haverá ainda alguém neste país - massacrado por interesses estrangeiros e por um governo entreguista, que se comporta como traidor - capaz de colocar a pátria acima de tudo e por cobro à incompetência e aos desmandos de Bolsonaro ? 


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(*) Joaquim da Silva Rabelo, depois Frei Joaquim do Amor Divino Rabelo, mas popularmente conhecido apenas como Frei Caneca (Recife, 20 de agosto de 1779 — Recife, 13 de janeiro de 1825), foi um religioso e político brasileiro. Esteve implicado na Revolução Pernambucana (1817) e foi líder e mártir da Confederação do Equador (1824). Como jornalista, esteve à frente do Typhis Pernambucano.

A seu respeito, refere Evaldo Cabral de Mello: "O homem que, na história do Brasil, encarnará por excelência o sentimento nativista era curiosamente um lusitano 'jus sanguinis'."

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