Perfil

Advogado - Nascido em 1949, na Ilha de SC/BR - Ateu - Adepto do Humanismo e da Ecologia - Residente em Ratones - Florianópolis/SC/BR

Mensagem aos leitores

Benvindo ao universo dos leitores do Izidoro.
Você está convidado a tecer comentários sobre as matérias postadas, os quais serão publicados automaticamente e mantidos neste blog, mesmo que contenham opinião contrária à emitida pelo mantenedor, salvo opiniões extremamente ofensivas, que serão expurgadas, ao critério exclusivo do blogueiro.
Não serão aceitas mensagens destinadas a propaganda comercial ou de serviços, sem que previamente consultado o responsável pelo blog.



quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Líder muçulmano prega que bebês devem usar burca


Xeque árabe acredita que meninas de 2 anos podem “gerar tentações em seus agressores"


por Jarbas Aragão


 


O xeque Abdullah al-Daoud, conhecido pregador saudita, propôs durante um programa da rede de religiosa Al-Majd, que meninas recém-nascidas já deveriam cobrir o corpo.

O objetivo seria evitar o assédio sexual das crianças. Para ele, as crianças precisariam usar o hijab (véu colocado sobre a cabeça e rosto) ou até mesmo uma burca a partir de dois anos. Ainda citou o exemplo “dos países do sudeste asiático”. A lei muçulmana ensina que a mulher deve usar o véu na puberdade.

A sugestão gerou muitos protestos na imprensa e nas redes sociais após ser postada no Youtube e reproduzida dezenas de milhares de vezes. Especialmente por que ainda se discute a morte violenta de uma menina de 5 anos que foi estuprada pelo próprio pai.

Segundo divulgou o canal Al Arabiya, Daoud lembrou episódios onde bebês foram molestadas na Arábia Saudita, citando fontes médicas para reforçar seu ponto de vista. “Se uma menina é capaz de provocar certo desejo, os pais devem cobrir seu rosto com o véu… para não tentar pessoas perversas… Sem saber, a menina pode gerar tentações em seus agressores”, acrescentou. Por fim, lamentou a grande quantidade de estupros de crianças na Arábia Saudita.

Os críticos acreditam que o xeque deve ser punido por promover uma “fatwa” [ensinamento legal de um especialista no Islã] não autorizada. O influente sacerdote muçulmano Salman al-Audah pediu que: “Estas declarações não devem ser exageradas nem interpretadas como uma fatwa”. O xeque Mohammed al-Jziana, disso que esse tipo de colocação dão uma “má impressão da fé muçulmana” e que colocar buscas em bebês é algo “injusto”.

As declarações do pregador provocaram grandes protestos nas redes sociais, onde foram chamadas de “perturbadoras” e “ridículas”. 

Com informações de Daily Mail, via GOSPEL PRIME

Nenhum comentário: