O chanceler cubano, Bruno Rodriguez Parrilla, contestou a declaração infundada e cheia de calúnias de um alto funcionário do governo dos Estados Unidos, o qual acusou Cuba e Caracas de vínculos com o tráfico de drogas
abril 13, 2020 14:04:27
O chanceler cubano, Bruno Rodriguez Parrilla, contestou a declaração infundada e cheia de calúnias de um alto funcionário do governo dos Estados Unidos, o qual acusou Cuba e Caracas de vínculos com o tráfico de drogas.
«Rejeito a suposta afirmação, citada pela Newsweek, de um alto funcionário do Pentágono, não nomeado, segundo a qual, a comunidade de inteligência tem evidências de que está sendo traficada drogas entre Cuba e a Venezuela. É uma calúnia total e infundada, com implicações perigosas», denunciou o ministro das Relações Exteriores, em uma mensagem publicada na rede social Twitter.
Rodríguez Parrilla referiu-se a uma publicação da acima referida revista estadunidense, a qual, citando de forma anônima um funcionário do Departamento da Defesa dos Estados Unidos, lançou a falsa acusação. É necessário destacar que a Newsweek não apresentou um único documento que possa respaldar essa acusação.
O director-geral para os Estados Unidos da chancelaria cubana, Carlos Fernández de Cossio, por seu lado, considerou «perigosas” as mentiras da Casa Branca e fez questão de insistir em que o governo do presidente estadunidense Donald Trump, «sabe perfeitamente que esse alto funcionário está mentindo».
O Relatório Anual 2019 do Gabinete da Organização das Nações Unidas contra a Droga e o Delito reconhece que o consumo de cocaína nos Estados Unidos continua aumentando novamente, depois de anos de diminuição e que a fonte principal para o mercado nacional dessa droga é a Colômbia.
Quase dois milhoes de pessoas nos EUA usaram a cocaína em 2018, um incremento de 42% relativamente a 2011, segundo a Enquete Nacional sobre o Consumo de Drogas e Saúde. Além do mais, o número de mortes no país por overdose de cocaína triplicou entre 2012 e 2018.
A calúnia fabricada pela Casa Branca tenta justificar as medidas de cerco econômico, incrementadas contra Cuba e a Venezuela, justamente em meio da pandemia da Covid-19, bem como alentar uma possível agressão contra a nação bolivariana.
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