Perfil

Advogado - Nascido em 1949, na Ilha de SC/BR - Ateu - Adepto do Humanismo e da Ecologia - Residente em Ratones - Florianópolis/SC/BR

Mensagem aos leitores

Benvindo ao universo dos leitores do Izidoro.
Você está convidado a tecer comentários sobre as matérias postadas, os quais serão publicados automaticamente e mantidos neste blog, mesmo que contenham opinião contrária à emitida pelo mantenedor, salvo opiniões extremamente ofensivas, que serão expurgadas, ao critério exclusivo do blogueiro.
Não serão aceitas mensagens destinadas a propaganda comercial ou de serviços, sem que previamente consultado o responsável pelo blog.



domingo, 20 de janeiro de 2019

Escândalo na Coreia do Sul: Resgatava cães, mas depois matava-os





Um cão no interior do abrigo Coexistence of Animal Rights on Earth (CARE), na Coreia do Sul

Facebook CARE 

A diretora de um dos mais conhecidos canis da Coreia do Sul foi denunciada por, secretamente, eutanasiar mais de duas centenas de animais nos últimos três anos


O escândalo surgiu depois de uma denúncia: um dos mais reconhecidos canis da Coreia do Sul eutanasiava, em segredo, os cães à sua guarda quando professava o contrário.

A diretora do abrigo de animais Coexistence of Animal Rights on Earth (CARE), Park So-yeon, é acusada de ter morto 230 cães nos últimos três anos e os funcionários do canil exigem, agora, a sua demissão.


So-yeon diz que, de facto, foi praticada a eutanásia em alguns animais, mas apenas como último recurso devido às doenças que tinham, diz a CNN.

O CARE ganhou fama no país quando fez uma grande campanha contra o comércio da carne de cão e resgatou vários animais. Em 2017, o presidente da Coreia do Sul, conhecido por defender a causa dos direitos dos animais, deu ainda mais notoriedade ao centro ao ir lá e adotar um cão, a que deu o nome de Tory.

Na semana passada, uma das funcionárias do CARE, disse ao site coreano Newstapa que a diretora “abatia” secretamente cães há vários anos enquanto jurava para o exterior que aquele era uma “santuário” onde não se “matava”.



“Apenas algumas pessoas sabiam disto. Pedi à diretora que esclarecesse o assunto dizendo que ‘acolhemos muitos cães e tivemos de abater alguns’”, disse a mesma funcionária à televisão CBS. “Mas ela disse que não porque tínhamos eutanasiado demasiados.”

A política de resgate sem morte deste abrigo levou a que o espaço ficasse rapidamente cheio de cães. A diretora tomou, então, a decisão de começar a abater os que estavam doentes e, depois, continuou mas de forma discricionária.

O Newstapa revelou uma fatura onde se lê que a CARE pagou a uma empresa para recolher 5,7 toneladas de carcaças de animais entre 2015 e 2018. Um funcionário do canil confirmou a existência daquela conta, mas não é claro quantas dessas carcaças pertenceriam a animais eutanasiados ou a mortes de causas naturais.

O escândalo atingiu grandes proporções na Coreia do Sul e, esta semana, os funcionários deram uma conferência de imprensa a exigir a demissão da diretora.

“Tenho vergonha e muita pena pelos animais que morreram sem razão nenhuma”, disse uma das funcionárias cuja função era resgatar cães. “É o resultado de ter obedecido cegamente e estou desapontada comigo mesma”, acrescentou.
 

fonte: http://visao.sapo.pt/actualidade/sociedade/2019-01-19-Escandalo-na-Coreia-do-Sul-Resgatava-caes-mas-depois-matava-os


Nenhum comentário: