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segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Liberação de armas

Números levantados pelo Correio dentro Pesquisa Industrial Anual (PIA), do IBGE, mostram que entre 2010 e 2014 os lucros das empresas de armas e munições brasileiras mantiveram um patamar de R$ 350 milhões em vendas(foto: Vinicius Cardoso Vieira/Esp. CB/D.A Press)

Segundo o jornal Correio Braziliense, as medidas do governo Bolsonaro, apoiando a liberação de armas, envolvem um mercado de nada menos que 12 bilhões.
Você consegue entender os interesses em jogo, nessa "preocupação com a segurança dos cidadãos", incluindo eventuais "comissões" aos que se empenham para expandir tal comércio? 

No governo Temer

a austríaca Glock fez vendas para a Polícia Rodoviária Federal (PRF) de 10 mil pistolas, para serem usadas pelos agentes da corporação ao custo de R$ 18 milhões.

Detalhe interessante sobre a licitação

Os prepostos das companhias multinacionais eram, na maioria, militares da reserva das Forças Armadas ou policiais brasileiros, que, habitués do universo do lobby de armas, se movimentam com facilidade entre os chefes da Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC), ligada ao Exército, e que funciona como uma agência reguladora de armamentos leves e pesados.

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