Realçam em Estados Unidos valores da Revolução cubana
O debate, a propósito do aniversário 60 do triunfo desse processo, foi organizado pela Coalizão Metro DC em Solidariedade com a Revolução cubana, e entre suas quase 80 assistentes estiveram representantes do Foro de Sao Paulo, que reúne a partidos e grupos latinoamericanos de esquerda.
Por que Estados Unidos tem tido esta política de contínua hostilidade contra um país de agora 11 milhões de pessoas?, perguntou Omari Musa, à frente da referida coalizão.
Cuba não tem um exército grande, petróleo, mísseis, nem bombas nucleares, mas representa um exemplo de resistência ante a dominación capitalista, realçou.
Musa pôs exemplos dos lucros sociais na maior das Antillas, e também exaltou o legado do líder da Revolução, Fidel Castro (1926-2016).
Aludiu às missões internacionalistas de Cuba em África, principalmente em Angola, e à luta contra o segregacionista regime do apartheid.
O triunfo da Revolução cubana e o exemplo de Fidel Castro influíram de maneira positiva nos movimentos de libertação a nível mundial, expôs.
Nosso país é pequeno, mas prioriza o benefício da gente, e ajuda a outras nações em diferentes setores, apontou Miguel Fraga, primeiro secretário da Embaixada de Cuba em Estados Unidos.
Ainda que existe uma grande tergiversación da realidade cubana, podemos dizer que trabalhamos não só para nós, sina para contribuir a um mundo melhor, que é possível, enfatizou o diplomata.
Guia-nos, agregou, o princípio de nosso Herói Nacional, José Martí, de que 'Pátria é Humanidade'.
Fraga reiterou o agradecimento pelo apoio a seu país, e convidó aos presentes a visitar a maior das Antillas com o fim de conhecê-la melhor e falar ao respeito.
O papel nosso em Estados Unidos é ajudar a expulsar as mentiras que se dizem sobre Cuba, sublinhou Cheryl LaBash, codirectora da Rede Nacional de Solidariedade com a ilha.
A cada um pode ser um embaixador para expressar à gente 'vê a Cuba, olha por você mesmo, não creia em todo o que dizem você', considerou, dantes de instar a que se peça aos governos locais a apoiar resoluções contra o bloqueio de Washington à nação antillana.
Nesse sentido mencionou iniciativas aprovadas em diferentes urbes e anunciou outra na semana próxima em Saint Paul, Minnesota.
Por outra parte, o cubano residente em Washington D.C. Luis Rumbaut recordou ações da estadounidense Agência Central de Inteligência contra seu país natal, e realçou a determinação de seguir adiante com o processo revolucionário pese aos ataques.
agp/dsa/cvl
Fonte: https://www.prensalatina.com.br/index.php?o=rn&id=21386&SEO=realcam-em-estados-unidos-valores-da-revolucao-cubana
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