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quinta-feira, 8 de outubro de 2020

A VEZ DE RAFAEL CORRÊA


Vale lembrar que no governo de RAFAEL CORREA FOI PROMOVIDA UMA REVISÃO DA SUPOSTA DÍVIDA EXTERNA, O QUE OS BANQUEIROS NUNCA PERDOARÃO.

Eles detestam que suas mentiras e trapaças sejam expostas. Nem a "história" escrita pelos seus sabujos pode ser questionada, como no caso do Holocausto. Quem ouse questionar a Shoa (os chamados revisionistas) é "trucidado" pelos tribunais sabidamente manipulados por eles, como aconteceu no Brasil com o gaúcho Elwanger, que ousou escrever um livro intitulado "Holocausto - judeu ou alemão".
A "verdade" deles há que prevalecer, a qualquer custo. Não admitem contraditório, embora preguem hipocritamente a "democracia". 

Havendo contratado a técnica brasileira Maria Lúcia Fattorelli, o governo RAFAEL CORREA DEMONSTROU UM EXCESSO DE MAIS DE 70 POR CENTO NA ALEGADA DÍVIDA PUBLICA EQUATORIANA. 
Por óbvio, o poderoso sistema financeiro internacional não perdoaria o ex-presidente equatoriano por tamanha ousadia, que poderia converter-se num "mau exemplo" para os demais supostos devedores. 
A corja rentista partiu para cima dele com tudo, usando a "justiça", como no caso do Brasil, com a Lavajato.
E, a exemplo do que ocorreu com Lula, querem tirá-lo do processo eleitoral, por considerá-lo uma liderança perniciosa aos interesse dos eternos exploradores de todos os povos, os banqueiros.
O mesmo jogo sujo fizeram com Evo Morales, na Bolívia e ainda estão praticando com Cristina Kurchner, na Argentina.
É uma prática sobejamente conhecida da direita orquestrada pelos EUA, principalmente.
A banca judaica não admite confrontação e manipula a mídia, o Legislativo, o Ministério Público e a Magistratura, para que suas práticas gananciosas e fraudulentas não sofram reprimendas. Não se contenta com ganhos normais, exigindo lucros estratosféricos e gente que ousa enfrentá-la sofre processos e procedimentos hediondos, inescrupulosos, disfarçados de "devidos processo legais", para que os povos sejam convencidos de que os seus oponentes são mesmo bandidos, corruptos e merecem ser linchados publicamente, tendo suas vidas e carreiras políticas maculadas e findas, de preferência. 
Jornais como EL PAÍS, EL MERCÚRIO (Chile) e CLARIN (Argentina), de tendências notoriamente direitistas, são alguns dos meios de comunicação de que a banca se vale para macular a imagem dos acusados de "socialismo", "comunismo", esquerda corrupta, etc..., pouco importando que anos mais tarde, a Justiça - já anulada a participação política dos imputados - venha a reconhecer que as condenações de primeiro e segundo graus ocorreram sem base probatória.
O método inclui macular a honra de parentes com acusações inconsistentes, mas que passam por verdades (como no caso Lula), acusar os desafetos como traficantes (como no caso de Maduro, da Venezuela) e outras práticas asquerosas, inescrupulosas e mentirosas, além de partir para a violência física  contra os apoiadores dos acusados, como aconteceu no Brasil, onde uma militante da esquerda foi assassinada (Mariele), o ônibus de uma caravana de Lula foi metralhado, um militante petista foi até chicoteado por um fazendeiro gaúcho, em público. 
Vale também derrubar governos valendo-se de golpes (como nos caso Dilma e Morales), no afã de meter a mão em riquezas como petróleo, nióbio, lítio e outros elementos químicos preciosos para a indústria internacional, que come na mão da banca.
O vale tudo da banca não tem limites. Quem se opõe precisa ser "exemplarmente punido" e isto inclui a eliminação sumária, em alguns casos. Usa-se também uma avalanche de "fake news" (notícias falsas), que são disseminadas pelo Twiter e meios de comunicação e influência do gênero. Partem do princípio de que "plumas" (mentiras deslavadas) liberadas ao vento ninguém jamais conseguirá recolher no mesmo saco.
A novidade é o uso dos fiéis das igrejas neopetencostais, comandados por gente sem moral alguma (como Edir Macedo, Santiago, Malafaia, Soares e outros embusteiros), facilmente manipuláveis por sua conhecida ignorância e fanatismo, como tropa de choque, para acabar com os diabólicos "cumunistas". 
A Igreja Católica - sabidamente rentista, com seus vários bancos e mídia em operação no mundo todo - também não se omite e embora o Papa atual faça pose de centro-esquerdista, sua ala radical de direita (como a Opus Dei) é autorizada a agir, atacando os desafetos da banca por meio de órgãos como as Gazeta do Povo, de Curitiba, por exemplo

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Equador solicita à Interpol a prisão do ex-presidente Rafael Correa por corrupção

Dos 20 condenados por um caso de propinas, somente dois funcionários do Governo anterior estão na prisãoRafael Correa, ex-presidente do Equador, em 2019.MARIO GUZMÁN / EFE

SARA ESPAÑA

Guayaquil - 07 OCT 2020 - 19:40 BRT


A condenação a oito anos de prisão contra o ex-presidente Rafael Correa e a cúpula de seu Governo acabou com suas opções para voltar ao poder nas próximas eleições, mas até agora não havia afetado sua liberdade. Na quarta-feira, a Justiça equatoriana pediu à Interpol o alerta vermelho para que o ex-mandatário, residente na Bélgica, seja detido. Apesar da ratificação da sentença no final de agosto, somente dois de seus ex-colaboradores mais próximos já estão na prisão. Os outros estão foragidos e em paradeiro desconhecido.

O tribunal encarregado da execução da condenação mandou a notificação à Interpol contra 15 dos 20 condenados pelo caso Subornos, por fazer parte de uma rede criminosa que fazia doações de campanha ao partido Alianza PAIS para obter contratos públicos, de acordo com a tese da promotoria.

A Interpol já recusou em dezembro de 2018 outro pedido do Equador para capturar Correa, que vive na Bélgica desde que deixou o poder em 2017. Dessa vez, a Justiça justifica seu pedido no fato de que “existe sentença condenatória devidamente comprovada” e que “até o momento, tendo se passado 13 dias (até 6 de outubro de 2020) desde a data em que se pediu a localização e a captura” não se sabe sequer dos paradeiros dos sentenciados.

Além de Correa, entre os condenados para quem foi pedido alerta vermelho estão seus ex-ministros Walter Solís (foragido nos Estados Unidos), María de los Ángeles Duarte (refugiada na residência do embaixador argentino em Quito) e Vinicio Alvarado (foragido na Venezuela), além dos ex-parlamentares Viviana Bonilla (em paradeiro desconhecido) e Christian Viteri (também na Venezuela).

Os únicos dois membros da cúpula da administração equatoriana anterior que estão cumprindo sentença são Jorge Glas, ex-vice-presidente, e o ex-secretário jurídico da presidência, Alexis Mera. O primeiro já estava na prisão por uma condenação de seis anos pelo caso Odebrecht. E o segundo foi enviado à mesma prisão no final de agosto criticando que estava sendo preso “sem ter recebido um só centavo” e afirmando que o fazia “com honra”.

O caso veio a público em abril do ano passado graças à revelação do portal jornalístico MilHojas, em que eram revelados os nomes de membros do alto escalão do Governo de Correa e de empresários envolvidos em uma trama de propinas que, de acordo com a Procuradoria do Estado, gerou prejuízos ao país de 21 milhões de dólares (116 milhões de reais).

Fonte: https://brasil.elpais.com/internacional/2020-10-07/equador-solicita-a-interpol-a-prisao-do-ex-presidente-rafael-correa-por-corrupcao.html

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