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Advogado - Nascido em 1949, na Ilha de SC/BR - Ateu - Adepto do Humanismo e da Ecologia - Residente em Ratones - Florianópolis/SC/BR

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domingo, 30 de junho de 2013

Compensa estudar e qualificar-se?

Costumam alardear nos meios de comunicação tradicionais: estão sobrando vagas. 
Mas, e os salários ofertados aos pretendentes aos postos de trabalho não ocupados?
Normalmente são ridículos, pois o Brasil está copiando os mercados asiáticos, oferecendo merreca, apesar da pujança da economia.
Após a subida do PT ao poder, os sindicatos e centrais sindicais foram cooptada$ e não fazem mais pressão contra o empresariado no afã de melhorar, ou mesmo de manter, condições de trabalho, tornando-as dignas.
Isto tem um efeito social perverso e desanimador para as novas gerações, cujos membros, embora bem mais qualificados, do ponto de vista intelectual, percebem que suas qualidades não são levadas em conta na hora da oferta de remuneração. os empresários querem qualidade, visando ampliar seus lucros, mas não estão dispostos a compensar os que se esforçam por melhorar os serviços prestado.

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Salário médio de quem estudou mais de 12 anos cai 8% em uma década
Profissionais mais escolarizados perderam renda porque passaram a enfrentar maior concorrência com a difusão do ensino médio e universitário; salários de quem estudou menos subiram 32%

Luiz Guilherme Gerbelli, de O Estado de S. Paulo


SÃO PAULO - O salário médio mensal dos trabalhadores com mais anos de escolaridade recuou entre 2002 e 2011 no Brasil. A média de salário dos profissionais com 12 anos ou mais de estudo caiu 8% nesse período, de R$ 3.057 para R$ 2.821. A variação já desconta a inflação do período. Isso significa que o poder aquisitivo desse grupo caiu em 10 anos.
Tiago Queiroz/Estadão
Ganho concentrado. Setor de serviços foi o mais favorecido por aumentos salariais

O recuo do salário na faixa mais escolarizada ocorreu por diversos motivos. Foi influenciado pelo modelo de crescimento dos últimos anos passando até pelo descompasso entre as profissões escolhidas pelos universitários e a demanda do mercado de trabalho.

Esse descompasso, aliás, ficou mais evidente na área de humanas. "O salário caiu mais na área de humanas, porque houve um aumento no número de profissionais", afirmou Naercio Menezes Filho, coordenador do Centro de Políticas Públicas do Insper e responsável pelo cruzamento do avanço médio salarial com os anos de escolaridade. Os dados têm como base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).

O setor mais educado também viu aumentar a concorrência na última década. Os trabalhadores passaram mais tempo na escola, elevando a fatia dos brasileiros com ensino médio e superior em andamento ou concluído. Ou seja, houve mais ofertas de trabalhadores dessa classe. E muitos profissionais podem ter ingressado no nível mais elevado de escolaridade, mas com o mesmo salário, o que reduz a média de ganho da categoria. "Nos últimos anos, as pessoas ficaram mais tempo na escola e a oferta de profissionais com ensino médio e superior aumentou. O crescimento da escolaridade também foi impulsionado pelo aumento do número de universidades privadas", disse Naercio.

Crescimento. Já a dinâmica da economia brasileira, de impulsionar o setor de serviços, fez com que a maior alta salarial fosse registrada entre os menos qualificados. Logo, cabeleireiros, manicures, pedreiros e jardineiros sentiram mais o ganho salarial. Na faixa dos profissionais com zero a quatro anos de estudo, por exemplo, o aumento médio foi de 32% no período - o salário pulou de R$ 566 para R$ 745. Para os menos escolarizados, também pesou a política de aumento real do salário mínimo dos últimos anos.

"De alguma forma, a economia cresceu na direção desses setores, o que acaba favorecendo alguns tipos de trabalhadores. Grande parte da melhora na base da pirâmide decorre de um aumento da demanda pelo trabalhador menos qualificado", afirmou Fernando de Holanda Barbosa Filho, economista e pesquisador do Ibre. "Não é à toa que o ex-presidente Lula ficou tão popular. Ele introduziu na economia pessoas que, antes, não participavam dela."

Nas classes intermediárias, também houve comportamento distinto nesse período em comparação com a evolução da média salarial por anos de estudo. Os trabalhadores com cinco a oito anos de escolaridade ganharam 21% mais (de R$ 741 para R$ 895) e os que têm entre 9 a 11 anos de estudo viram o salário crescer apenas 3%, de R$ 1.115 para R$ 1.147. A média geral de alta foi de 22% nesses anos.

"O crescimento muito alto dos salários dos menos qualificados é bom para reduzir a desigualdade", disse Naercio. "Mas o ideal seria que o salário de todos os trabalhadores aumentasse e os dos menos qualificados aumentasse ainda mais."

Jovens. O recorte feito com os dados da Pnad levando em conta os anos de estudo mostra que os jovens estão melhor do que os trabalhadores mais velhos. O aumento salarial dos trabalhadores de 17 a 24 anos foi de 33% entre 2002 e 2011, passando de R$ 580 para R$ 773. Para os trabalhadores com 25 a 50 anos, o aumento foi menor, de apenas 14% - de R$ 1.206 para R$ 1.376. "O mercado de trabalho está favorável ao jovem. A taxa de desemprego diminui e o salário real tem aumentado", afirmou Naercio.

Fonte: ESTADO DE SP

Para a frente ou para trás?

As dificuldades (ou má vontade política?) dos governos de todos os níveis para identificar as verdadeiras carências populares é notória, pouco importando o partido que se encontra detendo o poder. Não ouvem as comunidades e acabam por fazer obras suntuosas, que rendem publicidade e comissões, alimentando o monstro da corrupção.
Arruaceiros, bando de ladrões que fazem arrastões não são nenhuma novidade  surgida com os protestos, todos sabemos. Logo, utilizar as ações espetaculosas desses nojentos que roubam descaradamente para tentar coibir as manifestações legítimas constitui rematado exemplo de má fé dos políticos, pior do que a ação deletéria dos outros marginais, que é pontual.

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Se as arruaças de marginais forem motivo para opor-se à continuação das manifestações pacíficas, como se começa a perceber, estará dada aos governos e suas polícias a solução mais fácil contra os protestos e reivindicações. É só incentivar baderneiros. Ou, ainda mais simples, não os reprimir.



Os ataques a bens públicos e a quebradeira são revoltantes. Mas fazem parte da movimentação de protesto em sociedades com presença grande de marginalidade e delinquência. No Brasil temos vários outros casos de oportunismo arruaceiro na violência de torcidas violentas, em festas de massa como a Virada Cultural paulistana e mais. Nem por isso se acabaram os eventos.

As manifestações provocadas pelas passagens de ônibus já trouxeram resultados muito além de sua motivação. A partir dos R$ 0,20 nas passagens, estamos discutindo questões institucionais complexas. Seja o que for que daí resulte, esses temas não terão recuo, deles só se irá adiante, mais cedo ou mais tarde.

É difícil controlar as arruaças. Mas prejudicar, por isso, manifestações de interesse público seria manifestar-se também, mas em marcha a ré.

A CORRERIA

Uma gloriosa exibição de cinismo coletivo --assim se define a repentina eficiência da Câmara e do Senado, demonstrada até na quantidade de horas de atividade parlamentar, além das aprovações de projetos já amarelados pelo tempo e pela perversão política.

As duas Casas do Congresso cumprem o seu dever de ouvir as ruas, dizem os dirigentes do Senado e da Câmara, com ares de pessoas ocupadas. Nos plenários, amplíssimas maiorias aprovam o que frearam ou recusaram, como no episódio inigualável dos ruralistas dando votos favoráveis ao projeto, que os levava à ira, contra o trabalho análogo à escravidão no campo.

Até quando trabalha, o atual conjunto de congressistas é a negação de um Congresso ao menos minimamente respeitável.

O BOM-SENSO

Quatro helicópteros, inúmeros carros e motos da PM, contingentes de repórteres e fotógrafos, todos acompanhando metro a metro a passeata de moradores da Rocinha à moradia de Sérgio Cabral, na praia do Leblon. Tudo preparado pela certeza de uma baderna daquelas.

A PM não deixou que a passeata se aproximasse do acampamento montado, e permitido, por um grupo da classe média diante do prédio de Cabral. Agora, na certa viria o choque. Outra frustração: a passeata apenas tomou o caminho de volta, sob a mesma vigilância. Se alguma coisa foi quebrada, nos dois percursos, é o pé de quem pisou em um dos buracos da avenida Niemeyer recém-recapeada.

A Rocinha perdeu a viagem, mas quem não estava na passeata perdeu muito mais. A mensagem levada a Cabral era uma demonstração prática, e fundamental, da distância entre as alturas políticas e a realidade social: "Não precisamos de teleférico, use esse dinheiro para o saneamento de que nós precisamos". O planejado pelos governos estadual e federal é assim: no alto o bondinho suspenso, embaixo os valões de esgoto aberto entre as casas.

Não houve a baderna, logo, ninguém se interessou pelo que merecia interesse.

Daniel Marenco/Folhapress
Janio de Freitas, colunista e membro do Conselho Editorial da Folha, é um dos mais importantes jornalistas brasileiros. Analisa com perspicácia e ousadia as questões políticas e econômicas. Escreve na versão impressa do caderno "Poder" aos domingo
Fonte: FOLHA DE SP

Maior estilista do Brasil, Alexandre Herchcovitch pensa em pedir asilo político em outro país


Vamos dar-lhe o benefício da dúvida: foi dele ou de um suposto hacker a frase infeliz?


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CHICO FELITTI
DE SÃOPAULO


Alexandre Herchcovitch, 41, não sabe se ama o Brasil ou deixa-o. O maior estilista do país estava no protesto que tomou pontes e marginais de São Paulo em 17 de junho. Mas cogita pedir asilo político a outra nação. "São ideias", desconversa -que há tempo cruzam sua cabeça.

"Não tenho nenhum apego por SP. Absorvi tudo o que a cidade poderia dar como influência", disse há um ano, em entrevista a um site.

Ainda assim, foi às ruas com o povo paulistano. "Andei no máximo um quilômetro, fora as duas horas na concentração." Na manhã seguinte, sua conta no Twitter causou tumulto virtual. A frase publicada era: "Por que não acontecem manifestações no Norte e Nordeste? É lá que elegem os políticos corruptos."

Ele disse que a mensagem veio de um hacker que invadira seu perfil, agora desativado. "Não quero mais expor minha vida dessa forma."

Fonte: FOLHA DE SP

Ciência - Coisa linda!!!


Grã-Bretanha aprova inseminação polêmica
Atualizado em 28 de junho, 2013 - 08:27 (Brasília) 11:27 GMT

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Sharon Bernardi perdeu seis bebês por conta da doença mitocondrial

O governo britânico declarou apoio à técnica pioneira de fertilização in vitro que permite a transferência dos genes de pais que tenham apresentado doença mitocondrial para o óvulo de uma doadora saudável.

A doença mitocondrial é degenerativa e tende a matar bebês em poucos meses.

Críticos afirmam que a técnica é antiética, já que o novo óvulo fecundado também carrega pequenas partículas do DNA da doadora.

Mas o governo britânico aguarda apenas os testes finais para legalizar o procedimento, que estará disponível para casais em até dois anos.

sábado, 29 de junho de 2013

MP de São Paulo enfrenta os que não querem suas sacanagens investigadas

Mal comemoraram a derrubada da Proposta de Emenda à Constituição 37 (PEC 37) - que pretendia tirar do Ministério Público a autorização para investigar crimes –, os promotores de São Paulo já travam outra guerra, agora contra a Assembleia Legislativa de São Paulo. Um grupo de deputados articula a aprovação de outra PEC, a de número 01/2013, que tenta proibir a promotoria de investigar denúncias de corrupção contra prefeitos, secretários, vereadores e deputados estaduais.

Fonte: ULTIMO SEGUNDO

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Rádio ATÉIA



 

Hace mucho el dinero, mucho se le ha de amar
al torpe hace discreto y hombre de respetar
hace correr al cojo y al mudo le hace hablar
quien no tiene dinero no es de sí señor
También al hombre necio y rudo labrador
dineros le convierten en hidalgo doctor
cuanto más rico es uno más grande es su valor
quien no tiene dinero no es de si señor
Y si tienes dinero tendrás consolación
placeres y alegrías y del papa ración
comprarás paraíso, ganarás la salvación
donde hay mucho dinero hay mucha bendición
Él crea los priores, los obispos, los abades
arzobispos, doctores, patriarcas, potestades
a los clérigos necios da muchas dignidades
de verdad hace mentiras, de mentiras hace verdades
Él hace muchos clérigos y muchos ordenados
muchos monjes y monjas, religiosos sagrados
el dinero les da por bien examinados
a los pobres les dice que no son ilustrados
Yo he visto a muchos curas en sus predicaciones
despreciar al dinero, también sus tentaciones
pero al fin por dinero otorgan los perdones
absuelven los ayunos y ofrecen oraciones
Dicen frailes y clérigos que aman a dios servir
mas si huelen que el rico está para morir
y oyen que su dinero empieza a retiñir
por quien a de cogerlo empiezan a reír

McDonald’s se recusa a abrir loja em assentamento israelense



De acordo com jornal, o proprietário da marca tomou esta decisão por razões ideológicas | Foto: Wikicommons

Da Redação

O proprietário da marca McDonald’s em Israel, Omri Padan, rejeitou uma oferta para abrir uma unidade de sua cadeia de fast-food em um centro comercial de um assentamento judaico de Ariel, localizado no território ocupado da Cisjordânia.

De acordo com o diário Haaretz, o empresário, um dos fundadores do grupo pacifista Shalom Ajshav (Paz Agora, contrária aos assentamentos), tomou esta decisão por razões ideológicas – a rede citou uma política de décadas em não operar em territórios palestinos invadidos após a guerra de 1967.

Representantes da McDonald’s Israel disseram ao jornal especializado em economia Calcalist que a decisão de não abrir uma franquia no território ocupado da Cisjordânia “sempre foi a política da cadeia de restaurantes”.

Padan declarou pela primeira vez que não faria negócios na Cisjordânia nos anos 1980, uma década antes da abertura do primeiro McDonald’s em Israel, e manteve essa política durante as duas décadas em que trabalhou na rede de fast-food. Desde sua entrada em Israel, em 1993, a cadeia cresceu a uma média de nove filiais ao ano, e conta hoje com 180 restaurantes, que representam 70% do setor de fast-food no país.

Fingiam dormir para fugir a padre pedófilo


Meninos viram Luís Mendes na cama das vítimas. Tinham medo de ser atacados.

Por:Ana Isabel Fonseca/Tiago Virgílio Pereira

Alguns alunos do Seminário Menor do Fundão presenciaram os abusos cometidos pelo padre Luís Miguel Mendes, acusado de 19 crimes sexuais. Os meninos contaram no processo que viram por diversas vezes o padre a deitar-se na cama das vítimas. Revelaram ainda que em algumas ocasiões fingiram dormir, pois tinham medo que o padre se apercebesse de que estavam acordados e serem por isso também alvo de atos sexuais.

O facto de os meninos fingirem que estavam a dormir levou mesmo a que numa fase inicial as vítimas guardassem silêncio. "Pensava que eles já tinham adormecido e que não tinham visto o que ele me fez, só depois percebi que afinal se aperceberam de que o padre foi à minha cama", relatou uma das vítimas, de 13 anos.

Dos 17 alunos que atualmente frequentam o Seminário, cinco foram abusados - a sexta vítima é um menor já atacado em 2008. Os 17 jovens foram todos alvo de perícias psicológicas. O objetivo do Ministério Público foi, assim, não só certificar-se da credibilidade das vítimas como também das testemunhas.

O processo revela ainda que o menor que foi abusado em 2008, e que na altura tinha 16 anos, apenas apresentou queixa às autoridades após a detenção do padre, que ocorreu a 7 de dezembro do ano passado. O jovem tinha, no entanto, já revelado ao diretor pedagógico do Externato Nossa Senhora dos Remédios, em Tortosendo, Guarda, que era abusado pelo padre, então professor naquela escola.

Na altura, Francisco Gaspar teve poucos pormenores do caso e não investigou as suspeitas. Já quando foi ouvido no processo lamentou não ter feito mais. Admitiu mesmo ter ficado constrangido por não ter conseguido "ajudar o jovem".

Fonte: CORREIO DA MANHÃ (Pt)

Agressão - Preso por matar cadela com pontapé


Pena tem a duração de três meses.


Por:Cátia Carmo


Um espanhol foi condenado a três meses de prisão por matar a sua cadela com um pontapé, a 5 de junho de 2008.



Para além da pena de prisão, o homem não poderá, durante dois anos, exercer "qualquer profissão ou ofício que esteja relacionado com o cuidado, custódia ou venda de animais de estimação", segundo ordens do Tribunal de Madrid.

A agressão ao animal aconteceu quando o dono se apercebeu, há cinco anos, que ‘Chula' tinha feito dejetos dentro de casa. Irritado com a situação, o espanhol deu um pontapé na cadela, de seis meses, e acabou por matá-la. A namorada assistiu a tudo.

O presidente de ‘O Refúgio', uma associação espanhola de proteção dos animais, Nacho Paunero, disse ao site '20 Minutos' que a sentença "é um passo gigante na defesa dos direitos dos animais". Nacho Paunero aproveitou também para agradecer aos dois veterinários que denunciaram o caso.


Fonte: CORREIO DA MANHÃ (Portugal)

Historia de outro herói desconhecido do Holocausto




En estos tiempos en que la Argentina está teñida de intolerancia, de ataques personales a los que piensan distinto y de falta de solidaridad, la desconocida historia del ex cónsul general de El Salvador en Ginebra, coronel José Arturo Castellanos, recobra vigencia.

Se trata de un militar y diplomático que sin preguntar nada ni exigir nada salvó a unos 50 mil judíos de Europa del nazismo.

Había llegado a Europa como parte de una misión que iba a comprar armas a Checoslovaquia. Pero como era muy popular en su país y constituía un rival político para el presidente, el general Maximiliano Hernández Martínez, lo dejaron en Europa. Primero en Liverpool, luego en Hamburgo y finalmente en Zurich y Ginebra donde creó, junto con su amigo George Mandel Mantello, un esquema diplomático clandestino para salvar judíos.

En realidad, Mandel Mantello era un financista húngaro de origen judío que había modificado su apellido para no levantar sospechas. Incluso en los primeros años, ni el gobierno salvadoreño supo de este operativo. Para recibir listados de familias judías en peligro, desde Budapest u otras ciudades europeas nombró a Mantello con el cargo ficticio de primer secretario de su consulado.

Llegó a ser tan grande que la Cruz Roja pidió convalidar la documentación y Estados Unidos debió preguntar si esos miles de pasaportes salvadoreños eran legalmente válidos.

Castellanos murió a los 84 años en 1977 en la pobreza y en el olvido. Pero en el 2010, el gobierno de Israel lo distinguió con la mención honorífica de “Justo entre las Naciones”.

Por esa razón, el museo de la Shoá de Buenos Aires homenajeó la memoria de Castellanos.

En un acto, su presidente, Claudio Avruj, dijo que su historia “debe inspirar nuestra conducta, ya que el antisemitismo reviste hoy nuevos rasgos pero es igual de devastador”.

El nazismo fue una teoría racional más que una teoría política que nació de la intolerancia hacia lo percibido como distinto.

La historia de Castellanos demuestra que el humanismo se impone al horror.

Fonte: CLARIN