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terça-feira, 11 de abril de 2017

Associação Médica Sueca Diz que “White Helmets” Assassinaram Crianças Para Fazer Vídeos do Falso Ataque com Gás


10.04.2017 - Gordon Duff, Veterans Today


Conforme uma fonte do Congresso, Trump e McMaster deram ordens ao Comando Cibernético do Exército para “derrubar os servidores de VT” a fim de impedir que você lesse este artigo.



tradução de btpsilveira






O presidente Trump agora está ameaçando levar os Estados Unidos à guerra contra a Síria, Irã e mesmo a Rússia, uma guerra que ele justifica pelas “evidências” que alega ter recebido dos “White Helmets” sírios. Provaremos além de qualquer dúvida que esta organização está a serviço do Estado Profundo, uma fusão entre a CIA, a Al Qaeda e os serviços de inteligência da Inglaterra. Temos provas irrefutáveis de que Trump e sua mídia recheada de notícias falsas estão e sempre estiveram em sintonia, enganando a nós todos.



O ator George Clooney sabia que a organização Doutores Suecos pelos Direitos Humanos (SWEDHR) já havia mencionado que os “White Helmets” são assassinos de crianças quando produziu o vídeo de propaganda política que acabou ganhando o Oscar, o que pode muito bem ter possibilitado esta última rodada de assassinatos ultrajantes. A organização SWEDHR é real, seu trabalho é efetivo e suas acusações contra os “White Helmets” eram bem conhecidas por Clooney e pela NetFlix. Mesmo assim eles resolveram ir em frente com o documentário propagandístico. Por que?
Além disso, até o Google está envolvido, em guerra com este grupo e outros, eliminando-os de seus motores de busca. A informação que vocês terão será novidade para os (norte)americanos.
Perceba que em tempo algum a Casa Branca ou qualquer membro da imprensa ocidental reconheceu a controvérsia quanto aos “White Helmets”, que afirmamos fazer parte das operações de propaganda da Al Qaeda. Também nunca são mencionados as dezenas de ataques com gás comprovadamente feitos por FSA, Estado Islâmico e Al Nusra, os quais foram subitamente “esquecidos”, como por artes de magia.
Os “White Helmets”, que deveriam ser uma organização independente, receberam até $100 milhões de dólares da CIA e do Ministério de Relações Exteriores do Reino Unido, financiadores de “projetos ocultos”. Assassinar crianças está em seu currículo e é sua moeda de troca, como provaremos. Compartilhando quartéis generais com a inteligência turca em Gaziantep, Turquia, essa organização está mais para “esquadrão da morte” que para defesa civil. Por favor, assista os vídeos disponibilizados neste artigo. (ATENÇÃO!! Os vídeos deste artigo contém cenas chocantes. Pessoas sensíveis devem assistir com cuidado - NT)

Matando crianças para fazer vídeos de propaganda
Os médicos da swedhr.org analisaram vídeos disponibilizados de um resgato alegadamente realizado depois de um ataque químico pelas forças do governo sírio. Descobriram que os vídeos foram fraudados, e era possível até mesmo ouvir o diretor de palco falando em árabe, e que o suposto “regate” na realidade é um assassinato. Na primeira análise, parecia que os médicos que assistiam a criança admitiam que ele já estava morto.
No entanto, depois de uma investigação mais ampla e cuidadosa, a equipe concluiu que a criança estava inconsciente por causa de uma overdose de opiáceos. O vídeo mostra a criança recebendo injeções em seu peito, talvez na área do coração e que eventualmente foi morta com a administração de uma injeção claramente falsa de adrenalina.
A criança foi assassinada.
Os doutores asseveram em sua análise:
• O vídeo supostamente mostraria medidas para a preservação da vida depois de um ataque químico com gás clorídrico (agora se afirma que seria gás sarin – impossível), entre as quais uma injeção de adrenalina via seringa com uma longa agulha dentro do coração da criança. De maneira alguma estes tratamentos seriam os adequados para o tratamento contra qualquer agente químico.
• O manejo e tratamento da criança é feito de forma descuidada, perigosa e provavelmente causaria danos graves.
• Os detalhes mais reveladores são as falsas e repetidas aplicações de adrenalina, supostamente no coração da criança. Os médicos do vídeo, e nesta altura já podemos assumir que se tratam de atores, falharam na hora de empurrar o êmbolo da seringa. Assim, o conteúdo da seringa jamais foi injetado, como se vê claramente no vídeo.
• O diagnóstico possível, por uma equipe de médicos especialistas reais, com base no que se observa no vídeo, indica que a criança está sofrendo por causa de uma injeção maciça de opiáceos e que provavelmente está morrendo de overdose. Não há qualquer evidência de outro agente, químico ou não.
• Nenhuma das crianças nos vídeos apresenta qualquer sinal de terem sido vítimas de um ataque químico. Veja um vídeo anterior dos “White Helmets”:
• Fica claro que a injeção falsa com uma longa agulha administrada através de seu corpo matou a criança neste vídeo. Foi um homicídio praticado propositadamente, teatralizado para parecer com um tratamento médico.
• Por trás da tradução falsa, o árabe real que aparece nos vídeos mostra as ordens do diretor para posicionar a criança para as câmaras, não para tratamento médico.
• Os vídeos estavam gravados no canal dos “White Helmets” – “Defesa civil da Síria na Província de Idlib”. Foram produzidos pela organização, junto com outro grupo denominado “coordenação sarmin”, cujo logo é uma bandeira jihadista preta (Al Qaeda). No vídeo estão alguns capacetes brancos para serem vistos.
O presidente da associação sueca, Professor Marcello Ferrada de Noli, publicou no início de março de 2017, um artigo inicial, com uma análise do caso: “Doutores Suecos pelos Direitos Humanos: Vídeo dos “White Helmets”, uma manipulação macabra de uma criança morta e encenação de ataque com armas químicas para justificar uma ‘zona de exclusão aérea’ na Síria”.
Isto teve sequência com a descoberta de fatos ainda mais macabros nos vídeos não vistos inicialmente no artigo – Filme do White Helmets: Mais Evidências Descobertas por Doutores Suecos Confirmam que as Práticas Fraudulentas de Assistência Médica Machuca Crianças.
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As constatações coletivas dos doutores suecos (swedhr) com relação à propaganda e falsidades perpetradas pela Al Qaeda (Al Nusra) na Síria são alinhadas a outras conclusões reveladas pelos Cientistas Alemães e Internacionais para a Guerra Síria.
As constatações coletivas dos doutores suecos (swedhr) com relação à propaganda e falsidades perpetradas pela Al Qaeda (Al Nusra) na Síria são alinhadas a outras conclusões reveladas pelos Cientistas Alemães e Internacionais para a Guerra Síria.
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Ferrada de Noli é fundador e presidente da organização Swedish Doctors for Human Rights (SWEDHR), uma organização não governamental de pesquisa integrada por um grupo de professores e doutores operando nas áreas relacionadas à saúde e que pretende pesquisar e divulgar os efeitos das atrocidades da guerra nas populações civis, tortura de prisioneiros e transgressões dos direitos humanos.
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Os esforços da organização dirigem-se às seguintes áreas: o cenário nos países onde a população civil é atingida por crimes e guerra, transgressões dos direitos humanos por parte de governos e a exposição das pessoas a crimes de guerra, casos particulares de doutores sujeitos a violações dos direitos humanos e pesquisa sobre os efeitos da tortura em prisioneiros. Você pode encontrar mais detalhes no Manifesto da Organização.
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O primeiro quadro administrativo da SWEDHR foi composto por Leif Elinder, Marcello Ferrada de Noli (presidente), Martin Gelin, Alberto Gutierrez, Ove B. Johansson, Lena Oske, Armando Popa, Anders Romelsjö (vice presidente), Marita Troye-Blomberg e Luz Varela. Em 2015 Ferrada de Noli fundou com um grupo de acadêmicos e editores europeus a revista online The Indicter elegendo-se como o primeiro editor chefe.
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Doutores Suecos pelos Direitos Humanos (SWEDHR) é uma organização não governamental, não partidária, independente e sem fins lucrativos empenhada na pesquisa e divulgação dos efeitos de crimes de guerra, tortura e transgressões dos direitos humanos contra populações civis ou contra indivíduos.
Em acréscimo, eles se opõem aos ataques governamentais contra os direitos humanos de pessoas que tenham denunciado crimes de Guerra ou exposto sérias infrações contra as liberdades civis da população. Ao contrário de outras organizações suecas de direitos humanos, a SWEDHR não é financiada total ou parcialmente pelo governo ou por instituições suecas.
A SWEDHR é uma equipe formada com a participação de certo numero de professores, detentores de doutorado, médicos e pesquisadores universitários em ciências médicas e disciplinas relacionadas com a saúde. Sua participação é totalmente voluntária e privada.
As manifestações da SWEDHR representam apenas seus membros, não todos os doutores suecos ou qualquer outra instituição profissional ou acadêmica com a qual a SWEDHR esteja associada. A organização segue a doutrina das Nacções Unidas sobre os Direitos Humanos e normatização ética em acordo com a Declaração Ética da Associação Médica Mundial de Elsinque. Você pode encontrar os objetivos buscados pela organização e a base de sua fundação no Manifesto Da SWEDHR.
Agindo de forma diferente de outras organizações desse tipo na Suécia, a SWEDHR a) não administra fundos de qualquer tipo; b) não administra fundos nem pede subsídios governamentais, corporativos ou privados; c) não coleta doações de seus apoiadores; d) não faz campanhas financeiras ou econômicas relacionadas às questões associadas aos Direitos Humanos. Nós também acreditamos que a renúncia da já mencionada possibilidade de contribuições externas é uma ótima maneira de manter credibilidade e independência absoluta no que tenha a ver com divulgação de assuntos relacionados aos Direitos Humanos.

A SWEDHR receberá prazerosamente a contribuição altruísta de qualquer doutor interessado em compartilhar pesquisas relacionadas com as acima mencionadas. Formulários para a associação (membros plenos ou membros associados) estão à disposição em nossos estatutos. Para qualquer pergunta, comentários ou se você deseja contribuir com nossas publicações online, acesse: info@swedhr.org

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