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sábado, 13 de fevereiro de 2010

Matéria republicada - Invasão de áreas públicas - Floripa

quinta-feira, 16 de julho de 2009
Coisas e gente de Florianópolis (III) - Mercado Público

Algo de estranho vem acontecendo, em escala crescente, no Mercado Público central, de Florianópolis. Cada comerciante e detentor de direitos de uso do seu acanhado box quer transformá-lo num "quase supermercado". Os corredores, destinados à circulação de pedestres/compradores estão a ser ocupados, de forma despudorada, pelos donos de boxes, assim como o espaço entre os dois blocos, com mesas e cadeiras plásticas, que ostentam propaganda de cervejarias. Privatizaram os corredores e os espaços entre os dois blocos, em outras palavras.

Dentro em breve o espaço para exibição de manifestações culturais e folclóricas terá desaparecido por completo, em prejuízo dos próprios comerciantes, que perderão estes fatores de atração de público.







Tudo começou com o Box 32, se não me engano, colocando as suas mesinhas em frente ao estabelecimento, dentro do corredor.

A calçada que dá para a Av. Jorn. Rubem de Arruda Ramos veio em seguida. Lá estão guarda sóis, mesas e cadeiras.





Agora já são vários avanços na área interna.







As perguntas que insistem em martelar a minha cabeça (e com certeza a de muitos outros munícipes) são: a) será que os contratos de concessão ou permissão, feitos entre o Município e os lojistas, autorizam aquelas situações? b) Será que há amparo jurídico para as ocupações aqui referidas (fora dos boxes)?

Com a palavra o Município e quem mais de direito, para o esclarecimento das aparentes maracutaias (?).

Postado por Izidoro Azevedo dos Santos às 7/16/2009 12:34:00 PM



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O original contém muitas fotos.
A presente republicação foi motivada pela matéria publicada no Tijoladas do Mosquito, sobre o isolamento, neste carnaval, por um tal Nivaldo Sorrentino, de área pública para que um bloco carnavalesco (e os incautos que se dispuserem a pagar ingresso no cercado), brinquem o Carnaval de Rua em Florianópolis.

Mais uma vez, minha homenagem ao combativo Amilton Alexandre (o Mosquito).

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