Há muito tempo, na América do Sul, não se cogita de conflitos entre os países.
Mas agora que os EUA estão a amargar a perda da sua hegemonia sobre os seus tradicionais quintais, estamos a presenciar os governos - de direita e de esquerda - a empregar vultosas quantias dos orçamentos públicos para a aquisição de itens bélicos, em vez de destinarem tais valores - arrancados a forceps dos cidadãos/contribuintes - em serviços de interesses dos povos.
Como se estivessem presentes ameaças efetivas de invasão ou algo semelhante.
Malditos fabricantes de armas, dos quais Trump, Putin e outros potentados são meros lacaios.
Milei, Lula, Petro e outros, simulando antagonismos perigosos (incluindo a Venezuela), colocam-se a serviço da indústria bélica. Lamentável essa postura subserviente de todos eles.
Países capitalistas, principalmente os europeus, ante provável superação pela economia chinesa, também estão a fomentar conflitos, para venderem seus artefatos de destruição em massa.
Por detrás de todos, o nauseabundo sionismo, que manipula os governos como marionetes, independentemente da aparente ideologia que professem (de esquerda ou de direita). Os "governantes" do mundo não passam de servos dos financistas, que, no fundo, a tudo presidem.
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