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terça-feira, 9 de dezembro de 2025

Militar é preso por furtar 1,5 mil munições de fuzil, mas Exército reacionário abafa caso



O caso, ocorrido dentro da unidade militar, ficou marcado pelo esforço do Exército reacionário de abafar o caso ao esconder quem é o militar, quando o furto aconteceu, equando foi a prisão.

Editor ExecutivoandCorrespondente local de Manaus (AM)
8 de dezembro de 2025·

Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs), Manaus. Foto Bruno Zanardo/StockAmazon


Um militar e duas pessoas não identificadas foram presos por furtar 1,5 mil munições de calibre 5.56mm no Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs), em Manaus. No esquema, o militar furtava as munições e as entregava aos dois clientes. O furto de material armamentício por parte de militares, normalmente ligada ao tráfico de armas e drogas, escancara o caráter reacionário da corporação do seu Alto Comando até sua base.

O caso, ocorrido dentro da unidade militar, ficou marcado pelo esforço do Exército reacionário de abafar o caso ao esconder quem é o militar, quando o furto aconteceu, equando foi a prisão. A corporação também não divulgou se as munições foram ou não recuperadas.

Em nota, o Cigs afirma que “repudia tais atos, que não condizem com o pundonor militar e ferem com o decoro da instituição”, mas tal “repúdio” não condiz com a realidade. Já é de conhecimento público o furto de munições e armas por militares, em casos normalmente abafados pelas corporações. Tais crimes tendem a ter ligação direta com o tráfico de armas através da venda para as chamadas “facções” e “milícias”.

Somente no último dia 28/11, dois casos foram divulgados: no Rio de Janeiro, 5 PM’s do Choque foram presos por roubar um fuzil durante a Chacina da Penha para revender para o tráfico; já em Luziânia (GO), 3 policiais Militares e 2 policiais civis foram presos em por chefiarem uma organização criminosa conhecida por agiotagem e extorsão. Comprovando que, enquanto as forças de repressão justificam chacinas contra o povo pobre e preto através da retórica de “combate ao crime”, seus militares são frequentemente acoitados, tem seus nomes preservados, e se por um milagre são presos, são enviados a presídios especiais e em melhores condições carcerárias.

Ao longo das últimas duas décadas, o jornal A Nova Democracia tem se sustentado nos leitores operários, camponeses, estudantes e na intelectualidade progressista. Assim tem mantido inalterada sua linha editorial radicalmente antagônica à imprensa reacionária e vendida aos interesses das classes dominantes e do imperialismo.

Fonte: NOVA DEMOCRACIA

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