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terça-feira, 11 de junho de 2013

Mulheres conquistam o direito de orar no Muro das Lamentações


Judeus ultra ortodoxos dizem que as regras são ditadas por eles e se revoltam contra a decisão judicial.


por Leiliane Roberta Lopes


 

Neste domingo (9) um grupo de mulheres ativistas foram para Jerusalém orar no Muro das Lamentações. Elas ganharam o direito de se aproximar do muro na justiça, o que deixou os judeus ultra ortodoxos irados.

As ativistas entraram na justiça com uma ação exigindo os mesmos direitos dos homens para poderem chegar perto do Muro. A permissão foi dada pela Justiça de Israel há cerca de um mês, mas apenas ontem é que as mulheres se reuniram para orar.

Os judeus ultra ortodoxos são contra a decisão e dizem que são eles que fazem as regras, para impedir que eles tumultuassem a reza das ativistas, a polícia precisou montar um esquema de segurança com cordões de isolamento.

Por não terem acesso às mulheres, os religiosos se voltaram contra os ativistas homens que acompanharam o ônibus das mulheres e agrediram também os policiais. Dois judeus ultra ortodoxos foram presos.

A reportagem do Fantástico esteve acompanhando o dia tumultuado em Jerusalém e mostrou a chegada do ônibus com as ativistas, a revolta dos judeus e a prisão dos manifestantes.

Fonte: GOSPEL PRIME

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Recife tem Muro das Lamentações e recebe 1,5 mil pessoas por mês

O local já foi a Primeira Sinagoga das Américas e hoje funciona como museu

por Leiliane Roberta Lopes

As paredes da Primeira Sinagoga das Américas, a Kahal Zur Israel, localizada em Recife, Pernambuco, estão sendo usadas como Muro das Lamentações. Mensalmente cerca de 1,5 mil pessoas passam por ali e depositam seus bilhetes com pedidos de oração nas frestas das paredes que não foram rebocadas.

Desde de 2002 o local funciona como museu, mas muitos visitantes reconhecem a sacralidade do local que funcionou como sinagoga entre 1636 e 1654.

A história do local remete ao tempo em que a capital pernambucana era ocupada por holandeses. Kahal Xur Israel foi construída por judeus portugueses que se refugiaram na Holanda durante a Santa Inquisição e quando chegaram ao Brasil construíram a Kahal Kadosh Zur Israel, que significa Santa Congregação Rochedo de Israel.


Interior da sinagoga Kahal Zur Israel.

Quem visita o museu ciente de sua importância religiosa e histórica deixa ali uma mensagem que só é retirada pelos funcionários se vier a cair no chão. A gestora do local que abriga o Arquivo Histórico Judaico de Pernambuco, Tânia Kaufman, confirmou ao Estadão que ninguém lê esses bilhetes, garantindo a privacidade dos fiéis.

O costume de deixar pedidos de oração no muro faz com que o espaço seja comparado com o Muro das Lamentações de Israel onde milhares de pessoas fazem suas súplicas pedindo ou agradecendo por bênçãos alcançadas. O muro que é famoso mundialmente é na verdade o resquício da antiga muralha que cercava o Templo de Jerusalém e que foi destruída pelos romanos nos anos 70 d.C..

Fonte: GOSPEL PRIME

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