Falta agora uma sonora vaia ao dirigente mor da Metrópole: ao Papa, pois a Jornada Mundial da Juventude representará outra sangria de dinheiro público, em favor do Império do Vaticano.
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Dilma e Blatter são vaiados em abertura da Copa das Confederações
Presidente da Fifa cobra ‘fair-play’ dos torcedores no Mané Garrincha. Presidente da República não discursa e apenas declara aberto o torneio
Por Alexandre Lozetti e Leandro CanônicoBrasília, DF
A presidente da República, Dilma Rousseff, foi vaiada em rápida aparição no Estádio Nacional Mané Garrincha antes da partida entre Brasil e Japão, neste sábado, na estreia na Copa das Confederações. A presença dela foi anunciada pelo sistema de som logo depois que os jogadores das duas seleções entraram em campo. Ao lado dela, Joseph Blatter, presidente da Fifa, também foi alvo das manifestações da torcida.
O suíço fez um breve discurso, no qual se disse muito feliz e chamou os torcedores de “amigos do futebol”. Quando se referiu a Dilma, o estádio inteiro vaiou, a ponto de Blatter cobrar respeito do público.
- Amigos do futebol brasileiro, onde estão o respeito e o fair-play, por favor?
Dilma, etnão, declarou aberta a Copa da Confederações. Antes, os torcedores haviam aplaudido até mesmo a escalação do Japão, principalmente o astro do time, Kagawa.
Dilma durante seu rápido discurso no Mané Garrincha (Foto: Agência Reuters)
Fonte: G1
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ATUALIZAÇÃO:
O cheiro da FIFA e seu Presidente, JOSEPH BLATER, é nauseabundo:
Políticos europeus criticam Joseph Blatter por não combater corrupção, diz jornal
Do UOL, em São Paulo
Presidente da Fifa, Joseph Blatter sofreu uma pressão inesperada no sorteio olímpico em Londres
Joseph Blatter, presidente da Fifa, entrou na mira de políticos europeus que são críticos à maneira como ele comanda a entidade. Em Londres para o sorteio das chaves do torneio olímpico de futebol, o cartola foi criticado nos bastidores pela sua atuação no caso ISL.
As informações são do jornal inglês Daily Mail, que assim como a maior parte da imprensa local é crítico com relação à gestão da Fifa. A publicação diz que Thomas Hildebrand, juiz suíço que cuidou do caso ISL, lembrou que um membro do comitê executivo da entidade estava envolvido no escândalo, o que exigiria uma cobrança mais firme da presidência.
O caso em questão se arrasta desde o século passado. Falida no começo dos anos 2000, a agência de marketing ISL é acusada de ter pagado propinas a membros da Fifa para ter preferência em acordos comerciais por direitos de transmissão de campeonatos.
Segundo a BBC, o processo de falência da empresa na corte suíça identificou que Ricardo Teixeira e João Havelange estariam na lista de subornados. Ambos teriam admitido a culpa, devolvido o dinheiro e pedido em troca que o sigilo fosse mantido.
No ano passado, no auge da crise, Blatter chegou a dizer que a Fifa trabalharia para que a Justiça local divulgasse o nome dos cartolas que admitiram sua culpa. Pouco depois, no entanto, a entidade reduziu o ímpeto na busca pela divulgação.
François Rochebloine, membro da Assembleia Nacional da França, foi ainda mais duro. Segundo o Daily Mail, ele disse ser “difícil de imaginar” que Blatter não sabia dos desvios feitos por membros do comitê executivo, tão próximo da cúpula da Fifa.
Fonte: esporte.uol.com.br
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ATUALIZAÇÃO II
E vem o malandro exigir respeito da torcida brasileira ...
Por Alexandre Lozetti e Leandro CanônicoBrasília, DF

Dilma durante seu rápido discurso no Mané Garrincha (Foto: Agência Reuters)
Fonte: G1
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ATUALIZAÇÃO:
O cheiro da FIFA e seu Presidente, JOSEPH BLATER, é nauseabundo:
Políticos europeus criticam Joseph Blatter por não combater corrupção, diz jornal
Do UOL, em São Paulo

Presidente da Fifa, Joseph Blatter sofreu uma pressão inesperada no sorteio olímpico em Londres
Joseph Blatter, presidente da Fifa, entrou na mira de políticos europeus que são críticos à maneira como ele comanda a entidade. Em Londres para o sorteio das chaves do torneio olímpico de futebol, o cartola foi criticado nos bastidores pela sua atuação no caso ISL.
As informações são do jornal inglês Daily Mail, que assim como a maior parte da imprensa local é crítico com relação à gestão da Fifa. A publicação diz que Thomas Hildebrand, juiz suíço que cuidou do caso ISL, lembrou que um membro do comitê executivo da entidade estava envolvido no escândalo, o que exigiria uma cobrança mais firme da presidência.
O caso em questão se arrasta desde o século passado. Falida no começo dos anos 2000, a agência de marketing ISL é acusada de ter pagado propinas a membros da Fifa para ter preferência em acordos comerciais por direitos de transmissão de campeonatos.
Segundo a BBC, o processo de falência da empresa na corte suíça identificou que Ricardo Teixeira e João Havelange estariam na lista de subornados. Ambos teriam admitido a culpa, devolvido o dinheiro e pedido em troca que o sigilo fosse mantido.
No ano passado, no auge da crise, Blatter chegou a dizer que a Fifa trabalharia para que a Justiça local divulgasse o nome dos cartolas que admitiram sua culpa. Pouco depois, no entanto, a entidade reduziu o ímpeto na busca pela divulgação.
François Rochebloine, membro da Assembleia Nacional da França, foi ainda mais duro. Segundo o Daily Mail, ele disse ser “difícil de imaginar” que Blatter não sabia dos desvios feitos por membros do comitê executivo, tão próximo da cúpula da Fifa.
Dilma é vaiada na abertura da Copa das Confederações
BRENO COSTA
DE BRASÍLIA
A presidente Dilma Rousseff foi vaiada por milhares de torcedores, por três vezes, antes do Brasil vencer o Japão por 3 a 0, na abertura da Copa das Confederações, no Mané Garrincha, estádio em que o governo do Distrito Federal gastou pouco mais de R$ 1,2 bilhão.
Dilma e o presidente da Fifa, Joseph Blatter, que estava ao seu lado e que também foi vaiado, ficaram visivelmente constrangidos.
Blatter chegou, inclusive, a explicitar esse incômodo, quando, ao discursar, perguntou para a torcida: "Onde está o respeito, onde está o fair play?". Foi novamente vaiado.
O primeiro apupo da torcida a Dilma veio quando o nome da presidente foi anunciado pelo sistema de som do estádio, antes da execução dos hinos nacionais de Brasil e Japão.
Depois, quando foi mencionada por Blatter em sua rápida fala, novas vaias. As últimas vieram quando a própria Dilma Rousseff começou a falar ao microfone para declarar oficialmente aberta a Copa das Confederações. Nessa última, parte da torcida passou a aplaudir a presidente.
Segundos antes de ser anunciada pelo sistema de som do estádio, e receber as primeiras vaias, ela foi bem acolhida pela torcida posicionada exatamente abaixo de seu camarote.
Durante a abertura dos Jogos Pan-Americanos de 2007, no Rio, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva também foi vaiado pelo público e não fez o discurso de abertura dos Jogos, tendo sido substituído pelo presidente do COB e do Co-Rio, Carlos Arthur Nuzman.
Fonte: FOLHA DE SP
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ATUALIZAÇÃO III
Outro caco (que rouba até uma simples medalha), bem conhecido dos brasileiros, estava lá: MARIN
Marin: sob pressão, dirigente evita holofotes em plena Copa das Confederações
Jornal do BrasilCaio Lima*
Com o início da Copa das Confederações neste sábado (15), o presidente da CBF, José Maria Marin, que nos últimos tempos tem evitado aparições públicas por ter seu nome envolvido em diversas polêmicas, como a participação na morte do jornalista Vladimir Herzog na ditadura militar, voltará aos holofotes. Como homem número um da entidade máxima do futebol brasileiro, Marin irá receber autoridades estrangeiras em nome do Brasil, mesmo com campanhas, com apoio da sociedade civil, que pedem sua saída da CBF.
Marin já tinha virado polêmica antes de assumir a presidência da entidade, quando foi flagrado furtando uma medalha que seria entregue a um jogador do Corinthians, então campeão da Copa São Paulo de Futebol Júnior. Dois meses depois, no entanto, quando assumiu o cargo, em março de 2012, Marin teve sua imagem pessoal abalada constantemente.
Marin: polêmicas à frente da CBF
A principal polêmica é em relação ao seu envolvimento na morte do ex-jornalista daTV Cultura, Vladimir Herzog. Em vídeos que hoje estão disponíveis no Youtube, Marin, então deputado estadual de São Paulo, discursa para os vereadores daquele estado e pede providências contra a emissora, que segundo ele estava sendo comandada por comunistas. Dias depois, Herzog foi capturado, torturado e morto nos porões do regime militar.
Convocado pela Comissão Municipal da Verdade de São Paulo para dar esclarecimentos sobre o seu envolvimento na morte de Herzog, na última terça-feira (11), Marin se negou a comparecer, alegou que sua agenda estava cheia e ainda disse que “não tem nada a fazer na comissão”. Um dia antes, no entanto, o presidente da CBF foi à Câmara Municipal, local onde são dados os depoimentos da comissão, para participar de homenagem a Joseph Blatter, presidente da FIFA.
Para o filho de Vladimir Herzog, o engenheiro Ivo Herzog, o não comparecimento à Comissão da Verdade paulistana esclarece como “o discurso de Marin é uma sequência de mentiras”.
“Mostra a falta de caráter dele, pois um dia antes ele pôde comparecer numa homenagem que é de promoção da causa própria. Ele deve explicações e esses são discursos que ele nunca comentou e não há desculpas, pois é tudo muito detalhado, centenas de elogios ao delegado Sérgio Fleury. A ausência na comissão é a reafirmação do caráter de Marin e acho uma grande vergonha para nós como nação”, critica Ivo Herzog.
Já que a Comissão Nacional da Verdade tem mais poderes que a paulistana, o filho do ex-jornalista diz acreditar que ela chame o presidente da CBF para depor.
Já a deputada federal Jandira Feghali (PC do B/RJ) afirma que Marin perdeu uma oportunidade para esclarecer sua ligação com a ditadura: “Ele pode não ter ido agora, mas em algum momento ele vai ter que ir, e se não tem nada para esconder que vá lá e conte a versão dele. Marin está tendo o privilégio de exercer o direito de resposta, que é obrigação do estado democrático de direito, e está se negando a exercê-lo”.
Mancha curricular
Com o início da Copa das Confederações, Marin será uma espécie de embaixador do Brasil, ao receber diversas autoridades estrangeiras em nome dos brasileiros. Para Jandira, a cena será uma “vergonha para o Brasil”.
“Termos como anfitrião brasileiro, como embaixador do Brasil, em um mega evento internacional, alguém que se nega a depor numa Comissão da Verdade porque é acusado de colaborar com a ditadura é uma mancha curricular para o país”, afirma a deputada.
Fora Marin
Além do seu passado obscuro, desde que assumiu o cargo de presidente da entidade máxima do futebol brasileiro Marin tem sido alvo de polêmicas que mancham a sua gestão à frente da CBF.
Um vídeo divulgado no YouTube por um usuário identificado como “Justic Just” acusa Marin de preparar um jantar para agradar dirigentes antes de uma reunião na entidade. O áudio não deixa claro em qual período foi feita a gravação, mas o perfil diz que a tentativa de lobby foi anterior à eleição de Marco Polo Del Nero (presidente da Federação Paulista de Futebol) ao cargo de vice-presidente da entidade máxima do futebol brasileiro, que acabou eleito com grande aprovação entre os clubes da Série A do Campeonato Brasileiro.
Sua má gestão na CBF levou os deputados federais Romário (PSB), também presidente da Comissão de Turismo e Desportos da Câmara; a deputada Jandira, também presidente da Comissão de Cultura; e o filho do ex-jornalista Vladimir Herzog, Ivo, a entregarem uma petição com mais de 55 mil assinaturas à entidade e às 27 federações pedindo a renúncia do cargo.
Mesmo com a alta adesão à petição, inclusive da sociedade civil, a deputada Jandira reconhece que o “barulho foi pouco”.
“Falta mais barulho. Parece que já foi feito o suficiente, mas não foi. Ou os ouvidos das pessoas estão loucos ou o barulho foi pequeno. Precisamos dar uma repercussão maior, discutir quais tipos de denúncia, que tipos de instituições envolver para essa campanha ir adiante”, ressalta Jandira.
Já Ivo Herzog afirma que “o silêncio dos clubes de futebol e das federações estaduais mostram a conivência em torno de Marin”.
*Do Programa de Estágio do Jornal do Brasil
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