São procedentes os protestos contra a ladroagem de dinheiro público supostamente aplicado no estádio.
Manoel Garrincha, que era um simplório - tendo apenas e tão somente o talento para os dribles futebolísticos - deve estar a revirar-se no túmulo, incomodado pelos dribles que o governo e os empreiteiros estão a dar nos órgãos que controlam os dispêndios públicos.
Com os problemas que temos nas áreas da educação e da saúde - para exemplificar apenas dois direitos fundamentais - efetivamente constitui um rematado absurdo o valor de recursos transferidos para o futebol.
Quanto à Polícia, seja comandada por partido de oposição ou pelo PT, não perde oportunidade para, de forma truculenta, angariar antipatias, excedendo-se no seu "zelo".
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Polícia do DF lançou bombas de gás lacrimogêneo e disparou tiros de borracha
A tropa de choque da Polícia Militar do Distrito Federal dispersou com bombas de gás lacrimogêneo e tiros de borracha manifestantes que protestavam contra a Copa das Confederações nas imediações do estádio Mané Garrincha, em Brasília.
Neste sábado, no local, o Brasil abre oficialmente o torneio, uma espécie de 'teste' para a Copa do Mundo, enfrentando o Japão, às 16h.
Segundo informa o correspondente da BBC Brasil em Brasília, João Fellet, houve tumulto e correria, e alguns turistas também foram atingidos em meio à confusão.
Torcedores também foram atingidos pelas bombas de gás. Com ingressos em mãos, parte deles desistiu de entrar no estádio.
O objetivo da operação policial é evitar o bloqueio dos acessos ao estádio pelos manifestantes e, assim, liberar a entrada para quem vai assistir ao jogo.
"As pessoas estão em pânico. Vejo muita gente correndo e há crianças perdidas dos pais", relata o jornalista, que acompanha a movimentação e o clima de tensão na capital brasileira.
Ele acrescenta que duas das principais entradas do estádio foram fechadas pelos manifestantes.
Sem saber o que fazer, muitos torcedores ficaram aglomerados do lado de fora.
Desde o início desta manhã, grupos de manifestantes, que protestam contra o valor das obras para a Copa do Mundo, estão concentrados no entorno do estádio.
Nos últimos dias, inúmeros protestos foram realizados em cidades brasileiras. Na maioria deles, os manifestantes reivindicaram a revogação do aumento da tarifa do transporte público.
São procedentes os protestos contra a ladroagem de dinheiro público supostamente aplicado no estádio.
Manoel Garrincha, que era um simplório - tendo apenas e tão somente o talento para os dribles futebolísticos - deve estar a revirar-se no túmulo, incomodado pelos dribles que o governo e os empreiteiros estão a dar nos órgãos que controlam os dispêndios públicos.
Com os problemas que temos nas áreas da educação e da saúde - para exemplificar apenas dois direitos fundamentais - efetivamente constitui um rematado absurdo o valor de recursos transferidos para o futebol.
Quanto à Polícia, seja comandada por partido de oposição ou pelo PT, não perde oportunidade para, de forma truculenta, angariar antipatias, excedendo-se no seu "zelo".
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