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terça-feira, 4 de março de 2014

Padre exige teste de virilidade para celebrar casamento



Sacerdote da Índia comunicou que 
homens teriam de comprovar ereção

O padre Francisco Fernandez, da Basílica de Santa Cruz em Fort Kochi, na Índia, afixou aviso na igreja dizendo que, em cumprimento ao direito canônico, ele só celebraria casamento de casal cujo homem tinha atestado médico de que não é impotente.

A exigência chamou a atenção da imprensa, e o padre se negou a dar entrevista para falar sobre o assunto.

O padre Stephen Althara, secretário-geral do Conselho Episcopal, admitiu que, “para o bom funcionamento de casamento", houve, de fato, a sugestão para que a medida fosse adotada, mas ela foi rejeitada. 

O bispo Joseph Kariyl, de Cochin, tirou o corpo fora. Disse não ter conhecimento da determinação do padre Fernandez. “Vou procurar saber com o padre.”

Médicos consultados pelo Indian Express afirmaram que testes de potência não são confiáveis porque envolvem o fator psicológico.

O psiquiatra C.J. John, por exemplo, afirmou que o homem que se submete a esse tipo de teste poderá ficar inibido por causa da “circunstância de estímulo artificial”, havendo em consequência uma disfunção erétil momentânea. “Por isso, seria errado classificá-lo como impotente, até porque um laudo como esse poderia destruir a sua vida.”

Um paroquiano acusou o padre Fernandez de usar o direito canônico para “criar confusão” com a adoção de “regras estranhas”.

Uma dessas regras, segundo uma paroquiana, seria a de que somente mulher casada com filho pode ser madrinha de batismo.

O padre Fernandez levou um tema polêmico. Conforme a interpretação, o cânon 1084 impede o casamento de homem com disfunção erétil porque ele não pode cumprir o mandamento bíblico “crescei e multiplicai.”

Em 2008, o bispo Lorenzo Chiarinelli, de Viterbo (Itália), não autorizou o casamento de jovem de 26 anos porque, em consequência de um acidente de automóvel, ele se tornara portador de “impotência copulativa”. O rapaz e sua namorada se casaram no civil.



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