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sábado, 14 de março de 2015

Santo Amaro da Imperatriz - Maruim, merda fresca de aves e outras coisinhas mais

Numa região dita urbana (Sul do Rio), de Santo Amaro da Imperatriz, de vez em quando, alguns colonos resolvem espalhar merda de galinha, ou de perú,  nas roças, empesteando o ar de todos que moram e respiram na região.

E, nem a Prefeitura, nem o Ministério Público, tomam qualquer atitude para reprimir prática tão abusiva. Se há necessidade de estercar as roças com matéria tão agressiva, então que, pelo menos, façam-no com material já bem curtido, de sorte a mitigar o mau cheiro insuportável.

Suportar enxames de maruins que martirizam qualquer mortal que ouse andar de bermuda ou sem camisa, já é dose para mamute, em face do calor que faz por aqui. 
Agora, ter que cheirar merda de ave fresquinha, que alguns descerebrados espalham no meio-ambiente das roças, é de pedir para morrer.

Tanto a profusão de insetos quanto de mau cheiro são evidentes problemas de saúde pública e precisam ser atacados, com urgência, pela administração municipal, sob pena de responderem a ação civil pública, ou ação popular, diante da  injustificável omissão.

Lamentável, diante da fartura de água e de verde exibida pelos nossos morros, componentes que podem fazer do Município aprazível lugar para se viver com qualidade.

E já que é para "jogar bosta no ventilador", está mais do que na hora do Município, e talvez o Estado, começarem a fiscalizar os currais de bovinos. Os animais são deixados a dormir e comer em ambientes completamente insalubres, em meio à própria bosta e urina acumuladas durante anos, sem a menor preocupação com limpeza. E são levados para ordenha assim mesmo, sendo o leite consumido pelas famílias dos donos e também por terceiros.

Será que essa gente não tem o mínimo de capricho e higiene, nem com aquilo que se destina ao próprio consumo? 

Já me disseram que este tipo de conduta é "cultural". Cultura de atraso e sujeira não se justifica, em hipótese alguma, em lugar nenhum do mundo minimamente civilizado. 

É preciso que os particulares revejam suas condutas relapsas e evoluam, pensando no bem-estar geral, porque saúde pública não é responsabilidade exclusiva da administração pública. 

Se as gerações mais velhas não tiveram oportunidade de  melhorar seus métodos primitivos de tratar o gado, às mais jovens não faltam informação e meios de mudar mentalidade tão deplorável.

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