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sábado, 28 de março de 2015

O jogo das sete verdades sobre o atual preço da gasolina


28.03.2015 | Fonte de informações: 

O que a velha mídia esconde de todos nós

Em meio ao bombardeio sistemático contra a Petrobras muita gente fica repetindo acriticamente ou repassando um monte de bobagens sem fundamento acerca dos atuais preços da gasolina.

O problema é que pega mal demonstrar ser alvo tão fácil da manipulação midiática ou, pior, participar conscientemente do espetáculo de desonestidade intelectual com propósitos políticos.

Quem preza a verdade dos fatos deve fazer uma comparação entre os valores do combustível nos dias atuais com o período de anomia financeira que campeava no último período neoliberal.

1 - 27% do preço da gasolina é o Imposto ICMS, de responsabilidade do governador do seu Estado. Portanto cobre dele.

2 - 6% referem-se a Impostos Federais, tais como CIDE, PIS e COFINS. Aqui você pode e deve cobrar do Governo Federal.

3 - Ao contrário do que dizem por aí, a gasolina do Brasil está longe de estar entre as mais caras do mundo. Após os recentes reajustes, a gasolina brasileira ocupa a 73ª posição, numa classificação composta por quase 200 países.

4 - A gasolina brasileira já esteve entre as 20 mais caras do mundo em 2002, ao final do último governo neoliberal.

5 - O custo da matéria-prima (petróleo) no preço da gasolina não chega a 20% no Brasil. Além disso, boa parte do insumo é nacional, não dependendo das oscilações do barril no mercado internacional. É por isso que quando a cotação do barril disparou, o preço da gasolina brasileira não subiu. Pelo mesmo motivo, quando a cotação do barril despencou, o preço da gasolina não acompanhou a queda.

6 - De 95 a 2002, o preço da gasolina teve reajuste de 350% em 8 anos, média de 44% ao ano. De 2003 a 2015, a gasolina foi reajustada em 45%, média de 3,75% ao ano. Ou seja, o reajuste nos últimos 12 longos anos foi equivalente à média de apenas 1 único ano do período anterior.

7 - Em 1994, era possível comprar 127 litros de gasolina com um salário mínimo. 8 anos depois, o poder de compra da gasolina diminuiu e era possível comprar só 97 litros do combustível com o salário mínimo. Atualmente, após os últimos reajustes, é possível comprar 220 litros com o mesmo salário mínimo.

Deu para entender ou precisa desenhar?

Enviado por Paulo Maurício Machado em 9 de fevereiro de 2015 - 23:03

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