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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Igreja Católica da Alemanha vai fechar 75 paróquias em 7 anos



Igrejas estão ficando vazias, e
falta dinheiro para sustentá-las

A Igreja Católica da Alemanha vai fechar 75 paróquias ao noroeste do país, reduzindo-as a 30, por falta de fiéis e, consequentemente, de dinheiro para mantê-las. A informação, agora divulgada pela imprensa, foi comunicada em dezembro de 2012 aos fiéis pelo arcebispo Rainer Maria Woelki, da Arquidiocese de Berlim.

Woelki afirmou que a extinção das paróquias é necessária para que a arquidiocese consiga uma “estrutura sustentável” diante da “redução da população”. 

Ele acrescentou que não se trata apenas de uma “reforma administrativa, mas também espiritual”. 

A média de fiéis por paróquia atualmente é de 3.810. Com a nova estrutura, a média subirá para 13.300, na estimativa da arquidiocese. 

Na Alemanha, existe o imposto eclesiástico, que é cobrado automaticamente uma vez por ano dos fiéis. 

Nos últimos anos, tem sido significativo o número de alemães que comunicam ao órgão governamental responsável pela arrecadação que deixaram de ser católicos. Tanto que em 2012 a Conferência Episcopal da Alemanha baixou decreto determinando que quem deixou de pagar o imposto não poderá se casar na Igreja e batizar filhos. A Igreja só não negará a dar a extrema-unção. 

O declínio da Igreja alemã se deve ao avanço na Europa da secularização, que, na Alemanha, foi impulsionada nos últimos dois anos pelos casos de pedofilia cometidos por padres e acobertados pela hierarquia católica. 

Para a Igreja, contudo, o que há no país é uma “catolicofobia”, o que, de acordo com cardeal de Joachim Meisner, de Colônia, tem se refletido no noticiário. 

O mais recente caso de repercussão na Alemanha envolvendo a Igreja foi o dos dois hospitais católicos que se recusaram a socorrer uma mulher estuprada, para não ter de receitar a pílula do dia seguinte.

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