Dentro da filosofia do governo Cesar/João/Dalmo, a valorização de espaços urbanos públicos está em pauta, segundo dizem.
Pois bem: os jardins que o Burle Marx projetou e foram implantados na gestão Ângela Amin, destinados a embelezar o entorno do Mercado Público e adjacências, até as proximidades da antiga Capitania dos Portos, veio a ser "detonado" a posteriori pelo povo e pelas empresas de transporte coletivo, com o estímulo da irresponsável administração pública, a qual permitiu, inclusive, a colocação de construções de alvenaria (sede da COTISA e guarita do estacionamento da AFLOV, para exemplificar, ereção de um "direto do campo", dentre outros monstrengos, que desfiguram, por completo, o belo projeto do artista.
Sobraram, apenas e tão somente, algumas heroicas palmeiras, em total desrespeito ao paisagista e principalmente ao dinheiro público ali investido, que não foi pouco. Uma tristeza.
Então, está na hora de reverter o absurdo acontecimento acima noticiado. Quero ver se a proposta dos novos gestores é mesmo "prá valer" ou mero discurso demagógico.



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