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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

ATIVISTAS NUAS COOPTAM FREIRA



Ao lado de uma freira da Ordem Dominicana, manifestantes do Femen protestam em frente ao Ministério da Justiça francês, no dia 15 de outubro. 
Elas criticam a absolvição de 10 supostos integrantes de uma gangue acusada de estupros em Fontenay-sous-Bois, perto de Paris


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ATUALIZAÇÃO:


Ativistas do Femen protestam em Paris contra estupro de meninas francesas


Ativista do Femen protesta contra o julgamento que liberou acusados de estupro em Paris

As ativistas do movimento ucraniano Femem escolheram o Centro desta capital para protestar, nesta segunda-feira, contra a absolvição de 10 dos 14 jovens acusados de estuprar duas adolescentes nos subúrbios da capital francesa. Com mensagens irônicas como um pedido pela liberação do estupro, as ativistas do Femen atraíram a atenção do público e, em alguns momentos, foram reprimidas pela policia local.

Este foi mais um ato de rebeldia do grupo, que usa da prerrogativa de liberar a blusa e o sutiã para mostrar mensagens politicamente corretas à sociedade. Elas seguem o lema: “Nosso deus é mulher, nossa missão é protestar e nossas armas são nossos seios”. Assim, as meninas do Femenprotestam contra tudo e contra todos que ousem colocá-las em uma posição inferior à dos homens.

Elas misturam religião, moda, prostituição ou qualquer promoção do sexismo em seus atos públicos. E para aqueles que enxergam apelo sexual em seus protestos, as ativistas são taxativas: “quem acha que somos sensuais só pode ser um idiota”.

Autodenominadas “terroristas sexuais” e “sexextremistas”, o grupo visa chocar a sociedade conservadora com o seu método de luta. Em apenas quatro anos de existência já promoveram atos polêmicos como este, em Paris, ou na tentativa de roubar o troféu da Eurocopa e cortar uma cruz ortodoxa com uma serra elétrica no centro da capital ucraniana, Kiev. São destemidas e não têm medo de represálias ou de críticas.

O grupo Femen foi formado em 2008 com o singelo objetivo de protestar contra o corte de água nas residências estudantis durante o verão, mas o movimento rapidamente mudou de rumo e passou a lutar pela valorização da mulher ucraniana, não somente dentro do país, mas também da imagem que os estrangeiros têm das mesmas. O turismo sexual na Ucrânia é considerado barato e, aliado à famosa beleza das ucranianas, coloca o país entre os destinos preferidos de quem quer pagar por sexo “bom e barato”, como anunciam as agências de turismo clandestinas.

O Instituto Ucraniano de Estudos Sociais estima que pelo menos 50 mil mulheres trabalhem como prostitutas no país, sendo 17% delas menores de idade. Mas os números podem ser muito maiores. Com salários médios em torno de 2,5 mil grivnas (aproximadamente R$ 600), muitas mulheres veem na atividade a única maneira para complementar a renda familiar.

Fonte: JORNAL CORREIO DO BRASIL

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