Sob Milei, um evidente entreguista-traidor da nação, o país vizinho, mais que nunca, está a caminho de voltar a ser colônia, desta feita dos EUA.
E, parece mesmo, que uma "filial de Israel" está a ser cogitada na Patagônia, para desespero dos mapuches(*).
Que tristeza. Uma péssima escolha nas eleições está levando o país a uma situação humilhante e vergonhosa.
Ninguém duvide: a Patagônia poderá ser a nova Gaza.
A falta de humanidade dos esbulhadores sionistas não terá o menor escrúpulo de atacar e destruir os povos autóctones da região, suas casas e posses. E depois, obviamente, o caminho estará aberto para o ingresso das mineradores(**) que, certamente, já estão de olho nas riquezas do subsolo da região.
E quando o presidente recém-leito do Chile sentar a bunda no trono, as coisas estarão ainda mais facilitadas para os invasores.
Está em curso uma reedição da "Conquista do deserto", desta feita pelos sionistas e ianques,
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Campanha do Deserto
Data 1878 – 1885
Local Pampa e Patagônia
Desfecho Vitória argentina
Mudanças territoriais A Argentina anexa a maior parte da Patagônia.
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(*) Mapuches são o povo indígena originário do centro-sul do Chile e Argentina, cujo nome significa "gente da terra", lutando há séculos por território, autonomia e reconhecimento cultural contra a invasão inca, espanhola e dos estados chileno-argentino, defendendo a Mãe Terra (Ñuke Mapu) e mantendo forte identidade através de costumes como o Nguillatun e a cerâmica, resistindo através de uma luta contínua por direitos. (IA do Google)
(**) A Patagônia Argentina possui diversos minérios, com destaque para ouro e prata (projetos como Calcatreu e Cerro Moro), cobre (importantes depósitos descobertos), lítio (no "triângulo" do lítio, mas mais no Noroeste), carvão (Yacimientos Carboníferos Río Turbio) e minerais como manganês, tungstênio, chumbo, zinco, urânio, fluorita, barita, caulim e gesso. A exploração mineral na região enfrenta debates ambientais, especialmente em províncias como Chubut, devido ao uso intensivo de água e substâncias tóxicas, gerando conflitos com comunidades locais, apesar do potencial econômico.
Principais Minerais e Ocorrências:
Ouro e Prata: Proeminentes, com minas em Santa Cruz (Patagonia Gold) e grandes potenciais em Río Negro (Calcatreu), como aponta a BNamericas.
Cobre: Importantes descobertas, como o grande depósito em San Juan (próximo à Patagônia), e exploração em andamento, gerando discussões sobre o uso da água, segundo o Dialogue Earth.
Lítio: Embora mais focado no Noroeste (Jujuy, Salta), a Argentina integra o "triângulo do lítio", sendo um grande produtor, com impactos sociais e ambientais na água, conforme o YouTube.
Carvão: O depósito de Río Turbio, na província de Santa Cruz, é uma fonte significativa de carvão sub-betuminoso, segundo a Wikipedia.
Outros: Manganês, tungstênio, chumbo, zinco, urânio, fluorita, barita, caulim e gesso também estão presentes, conforme a Britannica.
Impactos e Controvérsias:
Tensão Socioambiental: A exploração mineral, especialmente de cobre e lítio, causa preocupações com o estresse hídrico e o impacto nas comunidades locais e no meio ambiente, com resistências populares, como em Chubut, de acordo com o Brasil de Fato.
Potencial Econômico: A mineração busca se consolidar como um pilar econômico, aproveitando as vastas reservas minerais e gerando empregos, mas equilibrando-se com as demandas ambientais, informa o ISI Oilfield Chemicals.
Em resumo, a Patagônia argentina é rica em recursos minerais, mas sua exploração é um tema complexo, com desafios ambientais e sociais significativos, especialmente no que tange ao uso da água e à resistência das comunidades.
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