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domingo, 4 de janeiro de 2026

As petroleiras pagam tributos no Brasil?


Teoricamente, sim. Todavia, sabemos que nenhuma empresa deixa de considerar tributos como custos operacionais e embuti-los nos preços que pratica, repassando os encargos,  que para os consumidores finais os suportem.
Tal realidade, o texto abaixo, da IA do Google, escamoteia.

E mesmo que as petroleiras pagassem tributos, os lucros, obviamente, são estratosféricos, ou não empenhar-se-iam tanto para manter a atividade, inclusive orquestrando e financiando golpes de estado, mundo afora. 


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As petroleiras no Brasil pagam uma variedade de tributos, que podem ser divididos em impostos (federais, estaduais e municipais) e participações governamentais (royalties e participações especiais). A tributação varia significativamente dependendo da fase da operação (exploração e produção vs. refino e distribuição) e se o produto é exportado ou vendido no mercado interno.

Participações Governamentais (PG)

As PGs são compensações financeiras pela exploração de recursos naturais e representam uma parte substancial dos valores pagos pelas empresas, como a Petrobras, que pagou R$ 240,2 bilhões em tributos e royalties em 2023. Elas incluem:

Royalties: Uma compensação financeira, geralmente uma alíquota básica de 5% sobre o valor da produção de petróleo e gás natural, paga mensalmente por campo produtor.

Participações Especiais (PE): Compensações extraordinárias cobradas em campos de grande volume de produção ou de grande rentabilidade.

Impostos

Os impostos incidem em diferentes elos da cadeia produtiva:

Na fase de Exploração e Produção

Empresas que exportam petróleo bruto são, na prática, em grande parte isentas de certos impostos, como IPI, Imposto de Importação, Imposto de Exportação e ICMS, porque a legislação não prevê a incidência desses impostos para a exportação de óleo cru.

Na fase de Refino e Comercialização (combustíveis)

Quando o petróleo é refinado e seus derivados (gasolina, diesel, GLP, etc.) são vendidos no mercado interno, diversos tributos incidem sobre o preço final ao consumidor:

Federais:

PIS/Pasep e Cofins: Contribuições para o financiamento da seguridade social.

Cide-combustíveis: Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico, que financia projetos de infraestrutura de transporte.

Imposto de Importação (II) e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI): Podem incidir dependendo da origem do produto e do processo de industrialização.

Estaduais:

ICMS: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, de competência estadual, tem um peso significativo no preço final dos combustíveis, com alíquotas que variam entre os estados.

Municipais:

ISS: Imposto sobre Serviços, que incide sobre atividades de transporte e serviços relacionados.

Em resumo, as petroleiras pagam principalmente as participações governamentais (royalties e PE) pela extração do recurso e, na etapa de refino e distribuição, os impostos federais (PIS, Cofins, Cide) e estaduais (ICMS) que compõem o preço dos combustíveis no mercado nacional.

Fonte; GOOGLE IA


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