Um relator da ONU verificou in situ, em novembro passado, que as medidas coercitivas dos EUA causaram prejuízos de milhões de dólares e impediram o funcionamento normal da economia cubana, marcada pela escassez de produtos essenciais, inflação e apagões prolongados.
O mesmo tipo de bloqueio e apropriação de ativos, foi praticado por países da Eutopa e, obviamente, pelos EUA, contra a Venezuela, tudo no afã de submeter os povos daqueles países aos caprichos e à ganância dos tradicionais colonialistas, mas, sobretudo, ao Sistema Financeiro Internacional.
Aproveitando-se dos efeitos deletérios do bloqueio sistemático e duradouro, a direita apregoa que os países passam por dificuldades porque os governos comunistas ou de esquerda são inoperantes e ineficientes.
Ora: se os governos de esquerda são imprestáveis, como alegam seus detratores, por que implementar bloqueios e se aprpriar de ativos?
Bastaria deixar que a suposta incapacidade de governar, dos mandatários de viés esquerdista, por si só, desgastasse a imagem do sociaqlismo e do comunismo e que os povos dos países assim governados resolvessem, pela via democrática, a remoção dos governantes esquerdistas do poder.
Mas a verdade, sabemos, é bem outra, contrária ao que propagandeiam os fascistas e seusw simpatizantes.
Não foi por acaso que os sionistas colocaram Gorbachev na presidêncdia da Rússia e promoveram o desmonte da URSS e fomentaram nacionalismos em vários países do leste europeu. a velha tática de "dividir para dominar" ainda funciona. No Brasil, tentaram, por enquanto sem êxito, instigar o regionalismo gaúcho e separar o sul do restante do país, ao argumento de que o sul e sudeste sustentam o restante.
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