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sábado, 3 de janeiro de 2026

Detalhe relevantíssimo

Sabe onde a colônia judaica é mais influente, nos EUA? 

Em Nova Iorque.

Sabe para onde Maduro e esposa foram levados para ser "julgados"?

Obviamente, para New York.

Mera coincidência, não acham?

A impacialidade da "justiça" americana, no particular de Maduro e esposa, certamente será a mesma do julgamento dos nazistas no pós-guerra, no Tribunal de Nueremberg.

Da IA do Google:  (...) a influência judaica na justiça e sociedade de Nova York é profunda, vindo desde os primórdios da cidade e continuando através de ativismo, participação profissional e contribuições culturais, sendo um pilar da complexa estrutura social e legal de NY.

A população hebraica novaiorquina beira, presentemente, a cifra de 2 milhões de indivíduos.

Gritarão, em voz uníssona:  "dane-se o devido processo legal". Ou, no mínimo, dirão, como o fez Getúlio Vargas, no Brasil: "para os amigos a lei; para os inimigos os rigores da lei".

Ou alguém acredita que, com todos os enormes interesses sionistas em jogo e a influência deletéria do capitalismo na Justiça, em todo o mundo, Maduro e esposa terão mesmo um "julgamento justo"? 

A "justiça", em todo o mundo, quando os sionistas exercem seu irresistível poder de coerção/cooptação, trucida quem lhe caia nas garras. Covardes, os membros do Ministério Público e os magistrados rendem-se às ordens dos seus preponentes, aqui e alhures.

Provavelmente será tão justa a decisão judicial dos juízes norte-americanos contra Maduro e esposa como foi, no Brasil, aquelas sentenças com as quais condenaram o escritor e editor Elwanger, o gaúcho que ousou questionar o Holocausto (Shoá). Todos os princípios de Direito restarão relativizados, com o intento de se atender aos reclamos do "povo eleito por D'us" para dominar as demais nações, dando-se cumprimento à teoria do "destino manifesto" de imperar sobre o restante da humanidade.

Poupem-me!!!

Estou até muito admirado como não adotaram medidas mais radicais com Maduro, a exemplo do praticado contra tantos governantes que não se alinharam aos interesses dos rentistas internacionais, a saber Alende (do Chile), Che Guevara (de Cuba), o próprio Getúlio, do Brasil, etc...

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