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quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Pura cretinice religiosa

Gente que apoia o Vaticano, do qual o Brasil é histórica colônia desde a conquista, falando em defesa da nossa suposta soberania, é um "chute nos colhões". 

Corja de hipócritas que, à menor oportunidade vai lamber óstia, contar sua vida a um espertalhão de sotaina e, se tiver algum recurso, vai a Roma tietar um imperador do mundo, que é o Papa, comete uma flagrante canalhice quando vem posicionar-se a favor de uma quimera que é a propladada soberania dos povos. 

Uma igreja que proibiu o padre Júlio Lancelotti de fazer bem aos desgraçados (ao mesmo tempo em que permite padres radicais de direita a alardear suas convicções fascistas), fazer pose de defensora dos povos é dose pra mamute. 

Ninguém - a não ser os rentistas poderosos - interfere mais nos assuntos internos de incontáveis países, em flagrante desrespeito diário à soberania, do que a Prostituta de Roma, a Hidra Papista. 

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Solidariedade ecumênica: mais de 300 organizações religiosas de 18 países exigem respeito à soberania da Venezuela; CNBB pede paz ‘desarmada’

Documento assinado por entidades da América Latina, Europa e EUA exigem retirada de tropas e libertação de Maduro
7.JAN.2026 - 17:47
SÃO PAULO (SP)

Mais de 300 organizações religiosas, ecumênicas e sociais de 18 países divulgaram uma declaração conjunta em solidariedade ao povo da Venezuela e contra a invasão militar dos Estados Unidos. O documento, publicado em 5 de janeiro, denuncia a ofensiva como uma “grave violação do direito internacional”.

Entre os signatários estão comissões nacionais de Justiça e Paz, pastorais sociais, congregações religiosas, comunidades eclesiais, organizações de direitos humanos e centros acadêmicos ligados à fé cristã. A mobilização conta com adesões de países da América Latina, Caribe, Europa e também dos Estados Unidos, configurando um dos pronunciamentos mais amplos e plurais dos últimos anos sobre a situação venezuelana.

O texto exige ainda a libertação do presidente Nicolás Maduro e da deputada Cilia Flores, sequestrados durante os ataques, a restituição do governo legítimo e o fim das políticas de intervenção e dominação. As organizações reafirmam o princípio da autodeterminação dos povos e o multilateralismo como base das relações internacionais.

A nota também ecoa outras manifestações religiosas nos últimos dias. O Papa Leão 14 pediu que se respeite “a soberania da Venezuela”, a Constituição do país e os direitos humanos, defendendo caminhos de “colaboração, estabilidade e concórdia”.

Já a Asociación de Teólogas y Teólogos Juan 23, da Espanha, divulgou uma carta em tom contundente contra a agressão militar, chamando-a de “imperialista” e motivada pelo controle do petróleo venezuelano. “Trump, que se declara cristão, mostra o quão distante está do ideal de paz e justiça defendido por Jesus de Nazaré”, diz o texto, que cita trechos do Evangelho e convida os povos à resistência ética e espiritual.

Ao final, os signatários afirmam que a paz só poderá ser construída onde houver justiça, verdade e respeito à soberania dos povos. “Não se trata de um ato isolado, mas de uma responsabilidade coletiva”, conclui a declaração.

CNBB pede paz ‘desarmada e desarmante’

Em carta dirigida à Conferência Episcopal Venezuelana, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) expressou solidariedade à Igreja e ao povo da Venezuela diante do “momento marcado por tensões, sofrimentos e incertezas”. O documento, assinado por sua presidência, afirma que os bispos do Brasil se unem em oração e apoio à missão profética da Igreja venezuelana, pedindo serenidade, sabedoria e esperança.

A CNBB também destacou seu compromisso com uma paz “desarmada e desarmante”, construída sobre a verdade, a justiça, o respeito à dignidade humana e à soberania das nações. “Reafirmamos, com convicção, o auxílio sincero, iluminado pela verdade, pela justiça, pelo respeito à dignidade da pessoa humana e à soberania das Nações”, afirma o texto, que conclui invocando a proteção de Nossa Senhora de Coromoto, padroeira da Venezuela.

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Editado por: Luís Indriunas

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