Se a perda de 40 vidas na Suiça é considerada uma "tragédia", como se poderia conceituar a destruição diária, às centenas - absurdo praticamente encarado como inevitável, pela maioria das opiniões dominantes do mundo "civilizado" - dos gazaties, pelos sionistas?
Será porque os judeus constituem, naquele país, "uma presença histórica desde o século XIII, com comunidades significativas em Zurique, Basileia, Genebra e Vaud, que cresceram com imigração da Europa Oriental, Império Otomano e Norte da África, resultando em uma comunidade diversificada com várias sinagogas e instituições" (...), ou seja, porque a vida dos judeus importam e as dos gazatíes não?
O alarme em relação a um acontecimento que ceifou 40 vidas (perdas induvidosamente lamentáveis - "tragédia"), de um lado e a normalização da eliminação deliberada de um número infinitamente maior de pessoas (incluindo crianças, mulheres grávidas, idosos), de outra banda, formam um contraste gritante, difícil de aceitar.
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