Izidoro Azevedo dos Santos (Herbert)
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- I.A.S.
- Advogado - Nascido em 1949, na Ilha de SC/BR - Ateu - Adepto do Humanismo e da Ecologia - Residente em Ratones - Florianópolis/SC/BR
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sexta-feira, 2 de janeiro de 2026
quinta-feira, 1 de janeiro de 2026
Sombras
Em tempos de sol cada vez mais escaldante, não custa lembrar da importância das sombras e de que são as árvores que suportam a canícula para que possamos desfrutar de algum frescor em meio ao clima tórrido.
De estranhar que o sábio e respeitado HUMBOLDT tenha dito - na obra Quadros da Natureza -, que constitui conclusão errônea aquela que aponta para a ausência de árvores como o fator que torna os países quentes (...).
De outro vértice, o célebre "patriarca da independência" do Brasil, homem culto, assim se manifestou:
Há poucos dias, irritado com a desumanidade de um dono de dois grandes bois nelores, amarrados a pastar (sem o socorro de uma sombra, nem, sequer, um balde água para beber), vi-me na contingência de ir à cata do dono dos animais e "passar-lhe um sabão". Afinal, os bichos estavam indefesos, sob o calor inclemente e me olhavam como quem está a pedir socorro. Felizmente, o sujeito entendeu minha indignação e providenciou, sem reagir à minha "malcriação", a remoção dos animais, não sei para onde. Se tivesse readido, eu estava disposto a denunciá-lo aos encarregados, na administração pública, de proteger aqueles seres sencientes.
A importância das sombras, segue presente em algumas manifestações literárias abaixo, colhidas de leituras rotineiras:
Tragédia
Se a perda de 40 vidas na Suiça é considerada uma "tragédia", como se poderia conceituar a destruição diária, às centenas - absurdo praticamente encarado como inevitável, pela maioria das opiniões dominantes do mundo "civilizado" - dos gazaties, pelos sionistas?
Será porque os judeus constituem, naquele país, "uma presença histórica desde o século XIII, com comunidades significativas em Zurique, Basileia, Genebra e Vaud, que cresceram com imigração da Europa Oriental, Império Otomano e Norte da África, resultando em uma comunidade diversificada com várias sinagogas e instituições" (...), ou seja, porque a vida dos judeus importam e as dos gazatíes não?
O alarme em relação a um acontecimento que ceifou 40 vidas (perdas induvidosamente lamentáveis - "tragédia"), de um lado e a normalização da eliminação deliberada de um número infinitamente maior de pessoas (incluindo crianças, mulheres grávidas, idosos), de outra banda, formam um contraste gritante, difícil de aceitar.