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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Bloco islâmico desiste de lei global para punir quem ofende a religião



Censura religiosa mundial é uma 
antiga ideia dos líderes muçulmanos

Ekmeleddin Ihsanoglu, secretário-geral da Organização de Cooperação Islâmica, desistiu de apresentar à ONU proposta para a criação de uma lei global que puna os autores de insultos à religião.

Ele disse que a iniciativa não teria apoio dos Estados Unidos nem dos países europeus. “Nós não conseguiríamos convencê-los.” 

A ideia de que a ONU legisle sobre a blasfêmia não é nova. Líderes muçulmanos tentaram colocá-la na pauta da organização ao longo de 13 anos, de 1998 a 2011. 

A proposta foi ressuscitada em setembro deste ano, no bojo da polêmica causada pelo filme anti-islã “A Inocência dos Muçulmanos”, contra o qual houve protesto em países de cultura islâmica, com pelo menos 25 mortes.

Na oportunidade, Nabil al Araby, secretário-geral da Liga Árabe, informou que tinha iniciado contato com representantes da União Europeia e União Africana com o propósito de obter apoio para a realização de um convênio que instituísse gradualmente uma punição aos blasfemadores de qualquer quadrante do planeta. 

O recuo das lideranças dos muçulmanos na ONU pareceu inevitável após uma declaração do presidente Barack Obama segundo a qual “a arma mais forte contra o discurso do ódio não é a repressão, é mais discursos das vozes da tolerância contra a intolerância e blasfêmia”. 

Com informação da National Secular Society.



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