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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Declarada guerra evangélica aos católicos




Plano de governo de Dolores 
é a intolerância religiosa 

A pastora Dolores (foto), candidata pelo PSDB a vice-prefeita de Ibirité (MG) na chapa do Pinheirinho (PP), prometeu durante a campanha banir a Igreja Católica, de modo que a cidade se torne “100% evangélica em 4 anos”.

Ibirité tem quase 150 mil habitantes e fica a 25 km de Belo Horizonte. Pinheirinho e Dolores foram eleitos com 33.065 votos (43,71% do total). 

Aos pastores da Igreja do Evangelho Quadrangular, a sua denominação, ela disse durante a campanha que, se eleita, ia proibir a presença de padres no velório municipal e em eventos oficiais, acabar com as procissões e com os feriados católicos, retirar as imagens de santos das repartições públicas e dificultar ou impedir a construção de novos templos católicos. 

Esses compromissos da Dolores constam em uma “extremamente secreta” (conforme ela mesma diz) onde um pastor resume aos “irmãos” o que tinha sido prometido pela candidata durante uma reunião. O site evangélico Genizah publicou um facsimile dessa carta (ver abaixo). 

De acordo com o documento, os demais compromissos da pastora Dolores são repassar às igrejas evangélicas os terrenos que a prefeitura doou à Igreja Católica, ajudar com dinheiro e material a construção de templos evangélicos, criar uma semana evangélica obrigatória para os funcionários municipais e estudantes e dar preferência aos evangélicos na contratação de professores, para que “trabalhem no evangelismo das crianças e jovens”.

Os compromissos da Dolores são tão absurdos, que parecem artimanhas de algum candidato da oposição para prejudicá-la. Mas o blogueiro evangélico Neilton Silveira Domingues, a fonte de informação do site, garantiu que teve acesso ao original da carta e que ela foi distribuída a todos os templos da Quadrangular.

Dolores, como vice, não tem nenhum poder para executar o que prometera. Ela poderá, no máximo, influenciar as decisões do prefeito. Na referida carta, contudo, ela é chamada de a "verdadeira prefeita dos evangélicos".




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