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segunda-feira, 20 de abril de 2020

Sobre um prazer que está muito restrito

Não sei que hajam muitas coisas acima do prazer de viajar. Viajar é multiplicar a vida. De país em país, de costumes em costumes, o homem que nasceu com propensão e gosto para isso, renova-se e transforma-se. Mas, fique bem claro, é preciso ter gosto e propensão; é preciso ser poeta; os lorpas também viajam; mas, porque lhes falta o dom natural de apreciar e sentir as coisas, aborrecem-se por vaidade, ou divertem-se por aberração.

Muitos se dão ao "luxo de viajar" apenas para dizer que foram a um cruzeiro e durante toda a viagem -  exceto pelos breves momentos em  que desembarcaram, ou nem mesmo exceto naqueles instantes - beberam tudo que podiam. Ou seja, os que já bebiam diariamente, sequer mudaram de rotina.
Seriam esses os "lorpas" (palermas) a que se referiu o escritor? 

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