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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Mulçumanas presas poderão usar Hijad em presídio

Liberdade religiosa

Seis marroquinas muçulmanas presas na Penitenciária Feminina de São Paulo, que diziam estar sendo impedidas de fazer orações, conforme a tradição de sua religião, usando o hijad (lenço), agora, poderão fazê-las. O solução do caso contou com a colaboração da Comissão de Direito e Liberdade Religiosa da OAB-SP.
A situação das marroquinas chegou ao conhecimento da comissão por meio da advogada muçulmana Luciana Cury, que obteve autorização junto ao Consulado do Marrocos para que ela e a presidente da comissão, Damaris Dias Moura Kuo, visitassem o presídio para verificar o caso.
Seguno Damaris, foi realizada uma reunião na unidade prisional em que as presas relataram o problema, com a ajuda de uma tradutora, na presença da diretora-geral de segurança do presídio, da assistente social e de Luciana Cury. No encontro, a diretora explicou às detentas que elas não poderiam ficar o tempo todo cobertas devido a questões de segurança.
Da reunião, resultou uma solução aceita por todas as presas, que passaram a receber dois lençóis brancos nos horários de orações para cobrir o corpo e a cabeça. "É importante que a Comissão da OAB- SP atue de forma pontual para ajudar a preservar o direito de liberdade religiosa a todos", ressaltou o presidente da OAB-SP, Luiz Flávio Borges D'Urso.
Para Damaris, essa é uma vitória  da cidadania, das garantias constitucionais e das liberdades civis, assegurando mais uma vez a liberdade religiosa, inclusive aos presos.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Ordem dos Advogados do Brasil-SP.
Revista Consultor Jurídico, 4 de agosto de 2011

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